Esporte

Escândalos e Platéias encerram carreira politica de Confucio- Por Alan Alex

Situação de governador sugere que mesmo conseguindo cautelar no TSE, não conclui o mandato e ainda ficará inelegível .

Ressaca

Passado o susto da cassação do mandato, Confúcio tratou de reunir a bancada federal em Brasília para tentar angariar apoio. Estavam todos lá, menos Ivo Cassol. Coerência, afinal não faria o menor sentido o italiano sair em defesa de Confúcio. Esse papelão coube a Valdir Raupp, que assim como alguns juízes do Tribunal Regional Eleitoral, enxergaram como “um equívoco” a cassação de Confúcio e Daniel Pereira, o vice que fala demais. Não houve equívoco algum, houve um verdadeiro banquete para uma massa de eleitores com farta distribuição de alimentos, e não “alguns marmitex” como tentou minimizar Daniel, o “que fala demais”.

Mas a situação

Vai pior ainda mais. Confúcio terá que recorrer em Brasília para conseguir uma medida cautelar que garanta o efeito suspensivo de sua cassação. O problema é que na Capital Federal o quase ex-governador está mais sujo que pau de galinheiro. Os ministros por lá lêem o Painel Político e o Tudorondonia, sem contar que eles também acompanham os desmandos que ocorrem por essas bandas. E para complicar, no final do ano passado, Confúcio passou 10 horas detido na Superintendência da Polícia Federal, para onde foi conduzido “sob vara” e só saiu após prestar esclarecimentos sobre inúmeras denúncias de corrupção em seu governo.

Portanto

Não existem equívocos na decisão dos quatro magistrados do Tribunal Regional Eleitoral, o que existiu foi uma análise responsável de um triste e premeditado episódio. Nas demais convenções sequer era distribuído água mineral, todos temendo exatamente uma ação dessa natureza. A legislação eleitoral se esmera a cada pleito para tentar deixar o processo o mais equânime possível, mas alguns candidatos tentam de todas as formas burlar a lei. Ponto para o TRE de Rondônia por seu posicionamento firme diante dessa lambança peemedebista.

Lamentavelmente

A Procuradoria Regional Eleitoral não entrou com ação similar contra os demais candidatos que fizeram parte do regabofe. Poderia ter feito uma limpa no cenário, garanto que a população agradeceria. E muito.

Em relação ao evento

A convenção partidária é meramente protocolar, o povão que orbita no local está por ter sido levado pelos candidatos para fazer volume. O processo, no caso de Confúcio, nasceu contaminado. É vetado por lei distribuir alimentos, não pode nem cafezinho, que dirá um bufet com direito a refrigerantes e segundo declaração de uma senhora que estava no local, a quantidade de comida era para 5 mil pessoas, portanto não era um “marmitex”. Além das fotos que circulam na internet desde o dia do evento, também existem dois vídeos produzidos por outra pessoa que estava no local. Nessas imagens, é possível perceber que os presentes não estavam nem aí para a convenção. Eles estavam na fila para pegar comida.

Operação Platéias

O inferno astral de Confúcio está apenas no começo. Em Brasília o Supreior Tribunal de Justiça avança com o inquérito 784, aquele da Operação Platéias. Além disso, o Tribunal Regional Eleitoral ainda deverá julgar pelo menos mais duas ações contra ele por abuso de poder econômico e ainda tem aquela do falastrão que declarou em alto e bom som “servidor comissionado tem que ir para a rua pedir voto, se não tem que ser exonerado”. Na mesma fala ele conclui, “já falei com o governador e prefeitos aliados para que seja decretado horário corrido nas repartições públicas para que os servidores tenham tempo de ir fazer campanha”.

Mas tem mais

Nos grampos da Platéias tem uma fala do ex-diretor do DER, Lúcio Mosquini pedindo para o governador acelere o pagamento da empreiteira que estava construindo o Espaço Alternativo e na conversa Mosquini afirma categoriamente, “governador, aquilo ali é o que vai dar nosso segundo turno”. Portanto, nada contra o governador nem seus assessores, pessoalmente falando, mas Confúcio se enquadra na mesma categoria de Roberto Sobrinho, a de estelionatário eleitoral. Ambos tiveram oportunidades únicas de melhorar o Estado e Porto Velho, respectivamente. Mas preferiram viver em um mundinho próprio onde tudo é perfeito, para eles.

Portanto

Mesmo que consiga a medida cautelar no TSE, como pretendem seus advogados, já se sabe com toda certeza que Confúcio não termina esse mandato e ele pode dar adeus a vida pública. Poderia fechar sua biografia com chave de ouro, mas será melancólica, como foi a de muitos que ocuparam a cadeira no Palácio Presidente Vargas.

Vandalismo

O MST aprontou mais uma, dessa vez um grupo de mulheres do movimento atacou uma propriedade onde depredaram e destruíram mudas de árvores transgênicas que eram objeto de pesquisa há quinze anos no interior de São Paulo. Elas invadiram e ocuparam um centro de pesquisa da FutureGene, empresa do grupo Suzano Papel e Celulose, em Itapetininga (SP). A Polícia Militar teve de intervir, mas ninguém foi preso. O MST justifica os atos como uma denúncia dos supostos “males dos transgênicos” ao meio ambiente e em defesa “da segurança alimentar e de alimentos saudáveis”. O grupo diz que a nova espécie colocaria em risco a produção brasileira de mel. Lideranças do movimento argumentam que a maior parte do produto é feita a partir do eucalipto.

Vão parar

Nos dias 18, 19 e 20 de março vão parar os setores de Saúde, Segurança, Educação e Justiça de Rondônia. Os sindicatos preparam uma série de manifestações cobrando do governo de Rondônia compromissos que foram assumidos e, segundo eles, não foram cumpridos pelo chefe do Executivo. Com isso, a vaca vai para o brejo. De vez.

Sem segredo

O Supremo Tribunal Federal suspendeu o segredo de justiça que havia na Ação Penal 644, que o deputado federal Nilson Capixaba responde por envolvimento na chamada máfia das ambulâncias, ou dos sanguessugas, como ficaram nacionalmente conhecidos os envolvidos no processo. Nesta sexta-feira o Supremo também pediu explicações sobre a necessidade de se ouvir uma ex-prefeita de Primavera de Rondônia como “testemunha de defesa”. O caso bola pelas gavetas brasilienses desde 2006, mas parece que agora vai.

Enquanto isso

A Polícia Civil não tem malotes para entregar as carteiras de identidade no interior desde janeiro deste ano. Quem quiser tirar segunda via que venha para a Capital ou aguarde a boa vontade do executivo para resolver o problema.

Ao mesmo tempo

O Corpo de Bombeiros de Rondônia pretende comprar macacão de voo, luvas de voo e capacetes de voo, além de botas de voo no valor total de R$ 335.900. A licitação já foi homologada e devidamente autorizada. As empresas vencedoras foram Delta Comércio e Assessoria e Ultramar Importação LTDA.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no www.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondencia para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Somos mais ‘parecidos’ com nossos pais do que com nossas mães, diz estudo

Uma nova pesquisa sugere que os mamíferos podem ser mais geneticamente parecidos com seus pais do que com suas mães, apesar de herdarmos quantidades iguais de mutações genéticas de cada um dos pais. O estudo da Universidade da Carolina do Norte (UNC), nos Estados Unidos, descobriu que a influência de genes mutantes vindos do pai é maior do que a dos genes mutantes da mãe. Mutações genéticas passadas dos pais para os filhos aparecem, tipicamente, em doenças consideradas complexas, que envolvem milhares de genes. O processo pelo qual a informação contida nos genes se manifesta fisicamente é chamado de expressão genética. Cientistas acreditam que a descoberta pode abrir novos caminhos para o tratamento de doenças comuns porém complexas – como vários tipos de câncer, diabetes, doenças cardíacas, esquizofrenia e obesidade.

 

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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