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Empresa Financeira JJ Invest deu calote em Zico e Júnior e em clubes como Bangu e Madureira

Empresa fechou as portas sem devolver milhões investidos por milhares de clientes

Entre os milhares de investidores que foram lesados pela JJ Invest estão ex-atletas como Zico e Júnior. Os ídolos do Flamengo – time do coração do empresário Jonas Jaimovick, dono da JJ Invest – aplicaram na empresa de investimentos, que não tinha autorização para funcionar,fechou as portas e zerou suas contas bancárias sem devolver dezenas de milhões dos aplicadores .

A JJ Invest também deixou na mão clubes do futebol carioca, no qual havia adquirido recentemente status de mecenas. Depois de ter deixado de pagar o patrocínio do Vasco ainda em janeiro , a JJ Invest deu agora calote em times menores que patrocinava, como Madureira e Bangu.

O prejuízo de Zico foi revelado pelo colunista Lauro Jardim, do GLOBO. Zico contou que conheceu Jaimovick por meio de um amigo que organizava festas infantis. Em um dos Jogos das Estrelas promovidos por Zico, a criança que entrou em campo ao lado de Neymar era conhecida de Jaimovick, e o empresário fez questão de agradecer pessoalmente ao ídolo rubro-negro no Centro de Futebol Zico (CFZ).

Depois disso, a JJ Invest assinou contrato com o CFZ para usar o espaço, no Recreio dos Bandeirantes, aos domingos para um campeonato de futebol com times formados por investidores e ex-jogadores do Flamengo. Jaimovick também conseguiu com que a marca da JJ Invest ficasse exposta no CFZ.

Zico e Jamovick acertaram o pagamento em quatro prestações (cujo valor o ex-atleta não revela). Jaimovick quitou as três primeiras, mas deixou em aberto a de janeiro depois que a revelação de denúncias contra a empresa pelo GLOBO desencadeou corrida de pedidos de resgates por clientes da JJ Invest.

Além do contrato de uso do CFZ, Jaimovick conseguiu convencer Zico a aplicar recursos na empresa. Como no caso de outros investidores lesados, Zico não recebeu o dinheiro de volta.

– Não vou falar em cifras. Mas ele me pediu para que eu aplicasse uma quantia investida para ter o nome como investidor. Então coloquei um valor pequeno – disse Zico em entrevista por telefone do Japão, onde mora atualmente.

‘Não vai ficar por isso mesmo’

Além do uso do CFZ para jogos, a JJ Invest também patrocinou os direitos de transmissão da Copa Amizade Brasil-Japão, veiculada na página no Zico no Facebook, e a Copa Zico.

Zico disse não ter qualquer contato com Jonas desde o fim do ano passado. Há dias que não se sabe do paradeiro do empresário. No dia 14, ele enviou vídeo a investidores exibindo edição impressa do GLOBO daquele dia para provar que estava no Rio e para pedir desculpas por não conseguir respondê-los.

Eventos relacionados ao Flamengo eram terreno propício para que Jaimovick atraísse atletas para sua empresa. Júnior o conheceu em um desses eventos, patrocinado pela JJ Invest. O comentarista e ex-jogador disse ter sido convencido a investir porque Jaimovick passava credibilidade “por estar há mais de dez anos no mercado”. Júnior contou que fez um aporte no fim do ano passado.

– Eu fiz um investimento com o Jonas. O valor não foi nada de absurdo, mas prefiro não dizer quanto. A última vez que falei com ele foi em 20 de janeiro. Ele me ligou dizendo que estava resolvendo os problemas enfrentados pela empresa, mas depois desapareceu e não responde mais a nenhuma mensagem – disse o comentarista da TV Globo. – Estou esperando para ver o que acontece para tomar uma decisão. Mas isso não vai ficar por isso mesmo.

Dívida de R$ 100 mil com o Madureira

Mesmo alvo de investigação da Polícia Federal e de processo na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – que alertou duas vezes ao mercado que a companhia não tinha autorização para funcionar -, a JJ Invest havia conquistado status de mecenas do futebol carioca, patrocinando mais de uma dezena de clubes. Um deles era o Vasco, que rompeu o contrato no mês passado por falta de pagamento. Agora, a JJ Invest também deixou de honrar o contrato com Madureira e Bangu.

No caso do Madureira, a JJ Invest deixou de pagar uma parcela de R$ 100 mil do patrocínio que deveria honrar no fim de janeiro. Segundo o presidente do clube, Elias Duba, o Madureira vai manter o nome na camisa até o fim do campeonato carioca mas acionará a JJ Invest na Justiça para reaver o dinheiro.

— Ele nos pagou uma parcela antes do início do campeonato e deveria pagar o restante no fim de janeiro, mas não pagou. Eu vou manter a marca dele na camisa do clube para honrarmos com nossa parte no contrato. E vou procurar a Justiça para e pedir danos morais e perdas e danos — disse Duba.

Já o Bangu rompeu o contrato de patrocínio com a JJ Invest porque Jaimovick não pagou metade do valor combinado. O presidente, Jorge Varela, não informou o valor, mas disse que já ordenou que o nome da empresa fosse retirado da camisa.

— O Bangu não tem mais nenhum negócio com eles, enviei uma notificação rompendo o contrato. O Jonas não pagou 50% do valor combinado e nosso fornecedor já foi avisado para retirar o nome da JJ Invest da nossa camisa — afirmou Varela, que não iria entrar na Justiça porque rompeu o contrato.

Contas zeradas

Investidores lesados pela JJ Invest já obtiveram na Justiça a autorização para o arresto de pelo menos R$ 8,2 milhões das contas da empresa e de Jaimovick. Mas as tentativas de bloqueio depararam com mais de uma dezena de contas correntes zeradas, enquanto o empresário segue sem responder a contatos de clientes, deixou seu apartamento e escritório e não é visto há dias.

A JJ Invest atraía aplicadores com retornos muito acima dos praticados no mercado regulado, com ganhos entre 5% e 10% ao mês. Isso apesar de a empresa possuir estrutura precária. A maioria dos clientes sequer tinha contrato assinado, e os depósitos eram feitos diretamente nas contas de Jaimovick ou da JJ. Muitas vezes, os contatos se davam unicamente por meio de WhatsApp.

O GLOBO procurou Jaimovick por telefone, mas o aparelho está desligado.
FONTE: O GLOBO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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