Eleições

Em debate na SIC TV, Mariana Carvalho mostra que está pronta para ser a primeira prefeita de Porto Velho

Candidata venceu o debate da Sic TV apresentando propostas e confrontou oponente sobre que obras ele trouxe para Porto Velho

Durante o debate na SIC TV, realizado na noite deste sábado (19), a candidata Mariana Carvalho mostrou que está pronta para ser a primeira prefeita de Porto Velho. Ela mais uma vez apresentou suas propostas, confrontou o seu oponente, Léo Moraes, questionando aonde ele investiu emendas para obras na capital, quando foi deputado federal, sem resposta.

Mariana Carvalho começou perguntando se o adversário, como diretor geral do Detran, realizou concurso público e se contratou servidores, com ele evitando ir direto ao assunto.

Em seguida, a candidata quis saber quais as ações para a saúde da mulher. “Como deputada federal, destinei recursos para a recuperação de mamas de mulheres vítimas de câncer. Também destinei recursos para a ampliação e reforma da maternidade municipal e para outras unidades de saúde. E durante a pandemia, pude atuar em diversas frentes. Como prefeita, vou ampliar a estrutura das unidades básicas de saúde do pré-natal, implantar a Carreta da Saúde e outros serviços”.

Saneamento básico

Mariana Carvalho disse que está alinhada com o governador e outras lideranças, para resolver a falta de água tratada e de esgoto. “Vamos trabalhar para mudar essa realidade, que hoje é de responsabilidade do Governo do Estado. Vou trabalhar para resolver o problema de falta de água, inclusive nos distritos. Vamos fazer Porto Velho avançar muito mais em qualidade de vida. Só é possível com diálogo com o governo do estado, a União, a Assembleia Legislativa e a bancada federal”, disse.

Segurança

Mariana anunciou que vai ampliar a iluminação pública, priorizar a limpeza de terrenos. “Vamos implantar a guarda municipal, que deve demorar um tempo para realizar o concurso. Vamos trabalhar para que os militares da reserva, ou da ativa nos dias de folga, possam atuar para ajudar a aumentar a segurança. Atenção com os vigilantes dos prédios públicos e ampliar a rede de monitoramento, interligado com o Governo, e a implantação de mais totens de segurança”.

Em seguida, foram sorteados questionamentos de representantes de entidades. Os temas foram educação inclusiva, ações para as pessoas com deficiência, hub logística da capital e saúde. Mariana Carvalho disse que é importante ter ações para promover o acolhimento e inclusão das pessoas com deficiência.

Sobre a educação, também a educação inclusiva, Mariana iniciou citando que “o ponto eletrônico precisa ser flexibilizado, principalmente para quem tem dupla jornada. Para a educação, vamos fazer o pagamento do piso do magistério, na tabela, como os servidores querem. Vamos valorizar os servidores e sempre aberta ao diálogo, para dar voz a quem faz a máquina funcionar. Também vamos criar estrutura para acolher as crianças que precisem de um apoio educacional especializado”.

Sobre o fortalecimento do hub logístico de Porto Velho, Mariana reconheceu que a localização estratégica da capital possibilita um avanço no setor de logística.

“Vamos fazer o anel viário, ligando a Estrada da Penal com a Estrada do Belmont, também buscar a ligação com o Porto do Chuelo. Buscar fortalecer o nosso distrito industrial, que é de responsabilidade do Governo. Serei a prefeita do diálogo, para atrair novas empresas e apoiar as que estão aqui”, completou.

Sobre a saúde, Mariana afirmou que “vamos melhorar as unidades de saúde, com mais profissionais, ampliar o programa de saúde da família, com mais agentes comunitários, estabelecer diálogo com os profissionais de saúde, valorizando e atuando para assegurar os direitos e benefícios. Também queremos oferecer um programa de agendamento de consultas e exames on line, a carreta da saúde e outras ações. Será um compromisso fazer a melhor saúde da capital”.

Sobre a revitalização do centro comercial, a candidata disse que “os comerciantes estão saindo. Vamos criar estacionamentos rotativos, mudanças nas linhas de ônibus, construir shopping popular, conceder incentivos fiscais aos lojistas e melhorar a infraestrutura nas parças e outros espaços públicos. Também levar a carreta da cultura e fechar a Sete de Setembro aos domingos, por exemplo”.

Alagamentos

Mariana reconheceu a importância de um plano de combate às alagações. “Vamos combater, fazendo alargamentos de canais e aumentar a vazão da rede de drenagem, onde for necessário. Muita coisa já foi feita, mas ainda há muito por fazer. É uma situação que requer muitos investimentos, mas estamos confiantes de que, com as parcerias que temos, vamos poder fazer muito mais”.

Geração de empregos

Mariana Carvalho defendeu que haja ações do município para estimular a geração de emprego e renda. “Facilitar o acesso ao crédito aos microempreendedores, fortalecer o programa Giro Empreendedor, vamos fazer obras que irão gerar empregos, fazer parcerias para criar um ambiente de negócios favorável, para fortalecer o trabalho dos empreendedores. Vamos criar o Selo PVH para valorizar os produtos locais das agroindústrias”.

Educação

“Porto Velho avançou, com uniformes, kits escolares, melhorou seus índices educacionais, numa parceria com o Tribunal de Contas do Estado, quase todas as escolas estão climatizadas. Destinei recursos para a compra de 28 ônibus escolares e outras obras na educação”, relatou.

Agropecuária

Mariana anunciou que vai implantar o programa Porteira Adentro, para fazer pequenos serviços nas propriedades da agricultura familiar. “Também vamos distribuir o calcário, garantir boas estradas e estimular a produção do grande, do médio e do pequeno, de todas as regiões do município”.

Anel Viário

Mariana defendeu a construção do anel viário, para a retirada do trânsito de carretas pesadas na área urbana da BR-319 (avenida Jorge Teixeira), que hoje gera engarrafamentos e acidentes.

“Vamos fazer uma interligação nas Estradas da Penal e do Belmont, com cerca de dez quilômetros de extensão e buscar os nossos parceiros para garantir o investimento para essa e outras obras de mobilidade urbana”.

FONTE: ASSESSORIA POLITICA E ELEITORAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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