Brasil Produtivo

Em 10 anos no Brasil, Vetoquinol soma resultados e reconhecimentos

Na última década, o Brasil passou a ter a segunda maior população de cães e gatos do mundo (mais de 75 milhões), o plantel nacional atingiu 6 milhões de equinos, 215 milhões de bovinos e 40 milhões de suínos. No período, a Vetoquinol Saúde Animal chegou e se estabeleceu no país com uma trajetória de sucesso. A primeira década da companhia de origem francesa no Brasil soma conquistas, crescentes resultados e desenvolvimento e comercialização de soluções inovadoras para bovinos, suínos, equinos, cães e gatos.

“Para a Vetoquinol, o crescimento da população animal não representa apenas números. São vidas. E é exatamente para a manutenção da vida animal que aprimoramos nossas soluções na última década e estamos preparados para enfrentar um futuro desafiador e, ao mesmo tempo, promissor em termos de animais de companhia e produção de alimentos de origem animal”, destaca Jorge Espanha, diretor-presidente no Brasil da empresa, que tem presença global e é uma das 10 maiores do mundo.

A Vetoquinol registra ótimos resultados nos seus 10 anos de Brasil, com crescimento acima da média do mercado e faturamento superior a R$ 110 milhões (dados de 2020). A empresa também fez investimentos importantes, como a aquisição da Clarion Biociências, em 2019, especializada em grandes animais e com excelente portfólio no segmento de parasiticidas, especialmente para a proteção dos bovinos contra parasitas.

Além dos números, muitas conquistas. É o caso do prêmio Top Brands Quality, com reconhecimento ao melhor portfólio de produtos para animais de produção em 2 anos consecutivos. Outra conquista é o selo GPTW (Great Place To Work), tornando-se uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil. Fora do país, a Vetoquinol foi reconhecida como a melhor em sustentabilidade na União Europeia.

A Vetoquinol também se destaca pela diversidade: 42% da equipe são compostos por mulheres. “Essa equipe qualificada e dedicada impulsiona nosso crescimento. Estamos empenhados em investir cada vez mais não apenas em novas tecnologias e serviços, mas também em talentos que fazem a diferença”, comenta Jorge Espanha.

Equipe que faz a diferença – A força da equipe é, efetivamente, um diferencial da Vetoquinol. O reconhecimento das pessoas se reflete, por exemplo, no relato de colaboradores como Adriano Santos, coordenador contábil, que está na empresa desde o início das operações no Brasil. “Um dos principais valores da Vetoquinol é o respeito ao colaborador. Aqui, quem ousa tem oportunidades.”

Aliny Dutra, analista de qualidade planning, com mais de 6 anos de empresa, destaca a responsabilidade da Vetoquinol com o produto entregue aos clientes e a transparência dos dados. “As informações circulam livremente entre todos os colaboradores, sejam da linha de frente do campo ou para nós, que estamos na fábrica. Temos o compromisso de levar produtos de qualidade para os clientes da forma mais transparente possível. A qualidade está presente em todos os momentos da empresa.”

Leandro Sousa, do controle de qualidade, que está na casa há 4 anos, destaca como diferencial o desenvolvimento da equipe. “Valorizo muito o plano de desenvolvimento pessoal. A Vetoquinol se preocupa com o crescimento do profissional em si e com as pessoas que estão trabalhando na empresa”, relata Sousa. “Me marcou muito um fato, ocorrido alguns anos atrás, antes da pandemia, quando a empresa abriu as portas para os familiares visitarem e conhecerem de perto o que estamos fazendo na empresa, demonstrando a importância do nosso trabalho para nossas famílias.”

O executivo Jorge Espanha salienta que “a Vetoquinol e seus colaboradores estão juntos para chegar mais longe com seus produtos, serviços e relacionamento, em benefício da saúde e da vida animal”.

FONTE: ASSESSORIA TEXTO COMUNICAÇÃO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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