Esporte

ELETROBRÁS DISTRIBUIÇÃO RONDÔNIA USA CÓPIA SEM AUTENTICAÇÃO DO WINDOWS

Nos terminais de atendimento da empresa em Porto Velho aparecem o pedido de “ativação do Windows”; empresa pode pagar multa milionária

Denunciado

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados foi oficialmente denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde desta quinta-feira pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot por ter supostamente recebido a quantia de U$ 5 milhões de “pixulecos” (no novo acordo ortográfico estabelecido pelo PT pixuleco = propina). Na denúncia, Rodrigo Janot pede a condenação de Cunha pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e da ex-deputada Federal Solange Almeida por ter participado de pressão pelo pagamento de valores retidos, incorrendo em corrupção passiva. Além da denúncia, Janot pede a restituição de R$ 40 milhões para a Petrobras e R$ 40 milhões para a Administração Pública.

Com isso

Abre-se as porteiras para um possível processo de cassação contra Eduardo Cunha. A denúncia da PGR acusa Eduardo Cunha de agir como “sócio oculto” do lobista Fernando Baiano (que está preso). Exatamente como afirmou o lobista Júlio Camargo (também preso). Rodrigo Janot afirma que os pagamentos de propina a Eduardo Cunha, feitos por Júlio Camargo, via Fernando Baiano, foram realizados de quatro formas: a) em contas no exterior; b) em espécie; c) por meio de contratos fraudulentos de consultoria; d) transferências para uma igreja vinculada a Cunha, a Sara Nossa Terra, sob a alegação falsa de “doações religiosas”. Mas a PGR não pediu o afastamento de Cunha. Essas informações são de Diogo Mainardi.

Também foi denunciado

O ex-presidente da República e senador por Alagoas, Fernando Collor de Mello e no caso dele, segundo a PGR, “as provas são robustas”. Em acordo de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef apontou o senador alagoano como beneficiário de propina em uma operação da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. A distribuição do dinheiro sujo contava com a participação do ex-ministro de Collor, Pedro Paulo Leoni Ramos, dono da GPI Investimentos e amigo de longa data do senador. O negócio totalizou 300 milhões de reais, e a cota de propina, equivalente a 1% do contrato, foi repassada a Leoni Ramos, que encaminhava finalmente a Collor. Na explosiva delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, Fernando Collor também foi citado como o destinatário de 20 milhões de reais em propina, pagos pela construtora entre 2010 e 2012, para que o senador defendesse interesses da companhia com a BR Distribuidora. Essas informações são da revista Veja.

Collor também é chegado no pixuleco, segundo o PGR

Por aqui

O Ministério Público de Rondônia adotou uma nova postura em relação aos malfeitos de prefeitos e do governo. O novo modelo adotado acredita que quem deve investigar é a Polícia Civil e a Federal, que cabe ao Ministério Público apenas e tão somente levar adiante as denúncias apresentadas. Esse foi um dos motivos do desmonte do GAECO, que continua operando, mas sem a mesma “pegada” de antes. É claro essa postura agrada, e muito a turma que apronta, já que ambas as polícias estão sucateadas e com falta de efetivo.

O problema

É que a Polícia Civil, por exemplo, está sobrecarregada e mal tem dado conta dos inquéritos corriqueiros. As delegacias estão caindo aos pedaços e falta efetivo. O mesmo podemos dizer da Polícia Federal, que está com vários inquéritos parados por aqui por falta de pessoal para analisar e tocar adiante. Essa situação prejudica os investigados, porque eles continuam sendo apontados como “culpados”, vários com bens bloqueados e sem poder se defender. Além disso, a população começa a cobrar, principalmente da imprensa, a falta de resposta por parte do Ministério Público em relação aos malfeitos que são apontados.

Evidente

Que cada gestão tem sua própria marca e forma de condução, porém em todo o país o Ministério Público se tornou uma espécie de “tábua de salvação” para a sociedade, que assiste atônita uma cascata de denúncias contra maus gestores e busca socorro exatamente no MP. O daqui está indo na contramão do que vem sendo adotado em todo o país, resta saber se o nosso tem razão. Isso, só o tempo dirá…

No STF

Está na pauta o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 2828, com pedido de liminar do governador do Estado contra a Assembleia Legislativa em relação a Emenda Constitucional 28/2002 que estabeleceu como atribuição privativa da Assembleia Legislativa a nomeação dos Conselheiros do Tribunal de Contas que vierem a preencher as vagas reservadas à escolha da própria Assembleia Legislativa, conforme estabelece o disposto no artigo 48, parágrafo 2º, inciso II, também da Constituição rondoniense. O governo alega, em síntese, que a norma subtrai do chefe do Executivo o poder de nomear os membros do Tribunal de Contas, dissociando-se da simetria estabelecida pela Constituição, onde, no modelo federal, caberia ao presidente da República nomear os membros escolhidos pelo Congresso Nacional. A medida liminar, deferida pelo vice-presidente em exercício, foi referendada pelo Plenário em sessão do dia 13/03/2003, para suspender a eficácia da Emenda Constitucional Estadual nº 28/2002. O STF vai decidir se é possível, ou não, conferir atribuição privativa à Assembleia Legislativa para nomear os conselheiros do Tribunal de Contas por ela indicados.

A enrolada Eletrobrás

O viaduto que corta a rua Três e Meio está com as obras emperradas porque a Eletrobrás não retirou, até hoje, um poste de alta tensão que vem atrapalhando o andamento. É inadimissível que a empresa não tenha resolvido essa situação nesse tempo todo, já essas obras tiveram início a quase uma década.

Outra

Consumidores na sala de espera da Eletrobrás aguardando atendimento, perceberam a mensagem que aparece nos monitores da empresa cobram a “ativação do Windows”, ou seja, a estatal está usando cópia do sistema operacional da Microsoft sem licença, o que também é inadimissível. O uso de softwares piratas é crime, passível de pesadas multas que aumentam consideravelmente quando o infrator é um ente público. Interessante que grande parte dos órgãos e empresas públicas usam sistemas de código aberto, mas parece a Eletrobrás não esquenta muito com isso, afinal, a conta sai do nosso bolso.

Hoje

No Brasil, 56% dos softwares utilizados são ilegais, cujo uso além de colocar em risco a segurança dos usuários, pode acarretar multas e até a detenção dos responsáveis. O valor da multa, segundo a lei do software (Lei 9609/98), pode alcançar um valor equivalente a 3.000 cópias de cada cópia ilegalmente instalada, sendo que o infrator ainda pode sofrer pena de detenção de 1 a 4 anos. De acordo com a lei brasileira, cabe ao dirigente proprietário responder por qualquer irregularidade que ocorra na companhia, inclusive por aquelas praticadas por seus funcionários. Um sistema operacional Windows e a suíte Office XP podem chegar a R$ 2.498,00. Se isso for multiplicado por 3.000 a multa pode chegar a R$ 74.940,00 por máquina.

Observa no cantinho direito da imagem o pedido de "ativação do Windows". Titio Bill Gates vai dar uma mordida na Ceron...

Quer outra?

A empresa sofre quase que diariamente processos por apreender os contadores de energia nas residências, que são levados para a perícia. Ocorre que esse procedimento de análise dos contadores deve ser feito em laboratório na presença do consumidor e por falta de laboratório, os equipamentos são enviados para Minas Gerais. O resultado é uma ação por danos morais, que o Tribunal de Justiça sempre dá ganho de causa ao consumidor. Em média, cada ação dessas custa a Eletrobrás cerca de R$ 5 mil. Mesmo assim, a empresa não implanta um laboratório, preferindo pagar as indenizações. Pelo visto, os únicos quesitos em que a Eletrobrás dá um show é na péssima qualidade dos serviços prestados, na cobrança ágil dos pagamentos e na suspensão eficaz da energia na residência dos consumidores.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Clínica Mais Saúde informa – Trabalhar em excesso aumenta risco de derrame, diz estudo

O trabalho em excesso está ligado a um maior risco de problemas coronarianos e de acidentes vasculares cerebrais (AVCs), revela um estudo publicado nesta quarta-feira (19) no periódico The Lancet. A pesquisa, feita por uma equipe internacional de cientistas liderada pela University College London, na Inglaterra, analisou dados de 603 838 pessoas da Europa, Estados Unidos e Austrália e revelou que trabalhar mais de 55 horas por semana aumenta em 33% o risco de sofrer um AVC e em 13% a possibilidade de desenvolver um problema coronariano, em relação a quem trabalha entre 35 e 40 horas por semana. É a maior pesquisa a analisar a relação entre longas jornadas e saúde cardiovascular. Os pesquisadores analisaram durante sete a oito anos homens e mulheres que não tinham histórico de problemas cardiovasculares, tendo em conta outros fatores de risco, como tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas e sedentarismo. A pesquisa concluiu que o risco de AVC aumenta proporcionalmente à duração do trabalho: 10% entre as pessoas que trabalham entre 41 e 48 horas, 27% entre as que trabalham entre 49 e 54 horas, e 33% além das 55 horas. Não houve diferenças significativas entre homens e mulheres ou entre pessoas mais jovens e mais velhas, ricas ou pobres. O papel do stress em várias doenças vasculares, como infarto e AVC, já foi objeto de numerosos estudos, ao contrário da carga horária de trabalho, que até o momento não tinha sido analisada a fundo. Estudos anteriores já haviam ligado muitas horas de trabalho a um maior risco de infarto, mas não de derrames. Apesar de estabelecer a relação entre as longas horas de trabalho e a saúde coronariana, a pesquisa não estudou o que causa o maior risco de AVC. Entre os possíveis fatores estão o stress e as várias horas sentado no escritório, o que é prejudicial à saúde, pois pode indicar falta de tempo exercícios regulares ou refeições saudáveis. Entre as indicações dos pesquisadores para quem trabalha mais de 35 horas, estão checar constantemente a pressão sanguínea e ficar atento a histórico de problemas cardiovasculares.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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