Cidades

DISTRITOS: Moradores destacam estruturas que somam com a transformação do distrito de São Carlos, no Baixo Madeira

Distrito de São Carlos, pertencente a Porto Velho, no Baixo Madeira, passa por desenvolvimento com ações do governo

O distrito de São Carlos, pertencente ao município de Porto Velho, localizado no Baixo Madeira, está em festa com a inauguração da praça revitalizada. A obra foi entregue na quarta-feira (31), pelo governo de Rondônia, destacando o compromisso de proporcionar progresso às famílias da localidade.

Durante a cerimônia de inauguração da praça revitalizada, moderna e com acessibilidade, o governador de Rondônia, Marcos Rocha ressaltou que, “o governo de Rondônia se uniu aos moradores com objetivo comum de transformar e fazer prosperar o distrito. Suas demandas estão sendo recebidas e atendidas. Assim como estamos fazendo nos demais municípios do estado e seus distritos. A praça vem para somar com diversas outras entregas e ações do governo para melhorar a qualidade de vida em São Carlos”, ressaltou.

O titular da Secretaria de Estado de Obras e Serviços Públicos (Seosp), Elias Rezende de Oliveira evidenciou que, com investimento de cerca de R$ 2 milhões de recursos próprios do governo de Rondônia, a obra contempla revitalização do ginásio; quadra de vôlei de areia; espaço de convivência; playground; academia tubular; palco e calçada para caminhada.

Luiz Queiróz aponta evolução no distrito

Cada obra feita pelo governo no local é recebida com destaque pelos moradores que vivenciam a transformação do local, a exemplo do asfaltamento de 80% das ruas, abertura de estrada de acesso, reforma na delegacia e a construção de uma escola estadual para atender os estudantes do ensino médio.

Luiz Queiroz de Lima, aposentado – 73 anos, morador de São Carlos:

“Aqui para fazer uma construção é com muita dificuldade, é cruzando rio, subindo barranco, não é como por terra, é com dificuldade. Por isso a satisfação com cada obra feita pelo governo em nosso distrito. Com a entrega da praça revitalizada, recordo o meu passado, filho de seringueiro e como criança do Baixo Madeira, minha diversão era jogar uma bola feita de seringa, e hoje eu vejo as crianças tendo essa oportunidade dada pelo governo de ter um local bonito para diversão. E a cada ano, São Carlos vai evoluindo. Agradeço primeiramente a Deus, e depois toda a equipe do governo.”

Maria do Socorro da Silva, aposentada – 91 anos, moradora de São Carlos:

Um das moradoras mais antigas, Maria do Socorro

“São Carlos é um lugar sossegado, bom para viver. Eu nasci onde a vida é simples, sem brigas, a maioria vive da pesca, agricultura, do serviço público. Aqui tem o posto, a igreja, a delegacia, as escolas, e agora a praça vai trazer diversão; só tinha o campeonato de futebol interdistrital, mas acontece de ano em ano. Estamos felizes com esta praça, e com mais investimentos do governo em nosso distrito.”

Valdecir Franco, proprietário de restaurante, 69 anos,|morador de São Carlos:

“São Carlos é lindo, ver o sol nascer aqui é maravilhoso, melhor lugar do mundo. Morei aqui quando criança e fui para cidade estudar, pois na época só tinha até a quarta série, e realizei meu sonho de ser professor. Depois que me aposentei, voltei para cá, montei esse restaurante à beira do rio, e não pretendo sair daqui. São Carlos mudou muito. Antes era só lama, agora tem asfalto e a praça, um local muito bom para as pessoas se encontrarem no final da tarde, bater um papo, praticar esporte, é um atrativo a mais.”

 Rosivânia Alves, estudante, 16 anos, moradora de São Carlos:

Estudante Rosivânia Alves

“É importante que tenha vindo a praça como novo atrativo para São Carlos porque não somos pessoas de ter muitas coisas, somos pessoas simples, e quando tem algo diferente é muito importante para nós. Vamos cuidar muito bem desse local. Aqui em São Carlos é nosso cantinho especial e está ficando melhor a cada dia, agradeço ao governo de Rondônia pelos investimentos.”

Luiz Eduardo Silva | estudante | 16 anos |morador de São Carlos:

“Eu moro em São Carlos há 10 anos e é muito bom ter uma praça para nós, onde vamos poder nos encontrar para conversar, apreciar a paisagem, e praticar esportes, como vôlei e futsal. Eu já estava na expectativa há um tempo para ter uma praça aqui, e agora foi entregue e ficou boa. Vamos zelar bem pela entrega feita pelo governo de Rondônia.”

Ronny do Nascimento, estudante, 18 anos:

Estudante Ronny do  Nascimento

“Moro em Bom Será, comunidade próxima, e estudo em São Carlos há cinco anos, fui transferido para estudar no 7º ano, agora estou no 2º ano do Ensino Médio. Com a chegada da praça, vejo que São Carlos ficou mais bonito. É um lugar para a gente se divertir, brincar, conversar com os amigos. Uma obra que é boa não só para São Carlos, mas para todas as comunidades próximas. Agradeço ao governo de Rondônia por proporcionar um ambiente muito melhor e por dar essa atenção para nós do Baixo Madeira. Eu gosto de governo assim, que chega no lugar e constrói o que é necessário para a população.”

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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