Teia Digital

Dias dos pais teve melhor desempenho dos últimos seis anos – Por Sílvio Persivo

Melhorando nem que seja por repetição. “Repetir, repetir, até ficar diferente! Repetir é o dom do estilo” (Manoel de Barros).

MENOS DE 20% DOS ELEITORES NÃO VÃO SER IDENTIFICADOS PELO SISTEMA DE BIOMETRIA

Mais de 82% dos eleitores de Rondônia serão identificados pelo sistema de biometria nas eleições de 2018, conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Há 1.175.733 milhão de pessoas que devem votar este ano em Rondônia. Delas, 967.396 mil votam com biometria. Porto Velho está na liderança com 333.415 mil pessoas, representando mais de 34% dos eleitores de todo estado. Segundo o TSE, há 14 municípios de Rondônia que não vão usar o voto por biometria em 2018: Alta Floresta D’Oeste, Alvorada do Oeste, Costa Marques, Governador Jorge Teixeira, Mirante da Serra, Nova Brasilândia D’Oeste, Nova União, São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, Teixeirópolis, Theobroma, Urupá e Vale do Paraíso.

No país são 87 milhões de eleitores que têm o cadastro biométrico. Segundo o TSE, a Justiça Eleitoral quer identificar 100% dos eleitores por meio da impressão digital até 2022.

UM BOM LOCAL PARA COMER BEM

Minhas indicações procedem de experimentar e gostar, logo, vou dizer para vocês, como um grande adepto da carne de porco, que o Harad’s, o endereço é dado como Rua Herbert Azevedo, 2371, na Liberdade, porém, a porta da frente é mesmo na Rua Elias Gorayeb, tem uma costelinha de suíno perfeita! E também indico o Salsipão, um sanduíche muito maneiro. A cerveja de lá, long neck ou lata, também é bem gelada e o tratamento vip. O único senão é que você tem que escolher e pagar no caixa, mas, nada na vida é perfeito.

SEGUINDO EM FRENTE

No domingo (12) caiu na tarde uma tempestade com muitos ventos fortes que, além de causar muitos estragos e prejuízos, andou assustando os moradores da cidade. Foi muito comum as quedas de arvores, alagamentos, destelhamento de casas, ruas interrompidas com rios de sujeiras trazidas pelas correntezas de água que dificultavam o trânsito. Fui uma das vítimas da tempestade. Na minha casa uma árvore caiu, arrastou outra e levou parte de um balaústre de tijolos aparentes. Fazer o quê? Limpar e tocar a vida.

TERMOMECANICA DE MANAUS CRIA TERCEIRO TURNO

A unidade da Termomecanica em Manaus, que representa investimentos de R$ 9,8 milhões, anunciando que criou um terceiro turno de trabalho. Hoje, a unidade já opera com praticamente 100% de sua capacidade instalada. A Termomecanica, empresa, líder do setor de transformação de metais não ferrosos, cobre e suas ligas, do polo industrial de Manaus (AM), começou em junho de 2017. O principal produto que está sendo fabricado são os tubos de cobre ranhurados direcionados na fabricação de sistemas de ar-condicionado.

SERVIÇOS MELHORAM, MAS, RECUPERAÇÃO É LENTA

A alta de 6,6% registrada em junho, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do setor de serviços em comparação com a baixíssima base de maio – quando as receitas tiveram um recuo inédito de 5,0% – não deve mascarar a fraqueza da recuperação do segmento, muito menos servir como referência de tendência de recuperação do setor. Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), entre as atividades que compõem o setor produtivo, os serviços seguem como as que ainda apresentam maiores dificuldades em se recuperar da recessão. A taxa de aumento em junho foi um avanço pontual, decorrente da fraca base comparativa, levando a entidade a reduzir de 1-3% para -0,5% a expectativa do comportamento do setor em 2018. Contribuem para esse cenário a menor previsibilidade proveniente das indefinições do quadro político e seus reflexos sobre o câmbio e os investimentos. “Além do fraco nível geral de atividade econômica interna, a carência de investimentos ainda se coloca como um obstáculo à recuperação das atividades contempladas na PMS, uma vez que a maior parte das receitas geradas tem origem na prestação de serviços entre as empresas”, explica Fabio Bentes, economista-chefe da CNC.

OS CHINESES VEM POR AÍ

A América Latina é o centro da segunda fase da Iniciativa Cinturão e Rota, ambicioso projeto da China para intercâmbio comercial e cultural. No sábado (11), o cônsul-geral da China no Rio de Janeiro, Li Yang, recebeu integrantes da academia, do corpo consular e da mídia para falar sobre Cinturão e Rota e sobre a parceria Brasil–China. Afirmou que os chineses vão incrementar parceria visando inovação, colaboração cultural e na área de segurança, onde o cônsul enxerga um obstáculo ao incremento do turismo,

em especial no Rio de Janeiro. Os chineses sempre planejam bem ( e a longo prazo) e possuem a capacidade de implantar o que planejam graças à sua disciplina. O comércio com países interligados pelo Cinturão e Rota cresce acima da média, assim como os investimentos da China para atender a seus objetivos. Não se enganem os chineses vem aí! E até em Rondônia já se começa a sentir suas presenças.

DIAS DOS PAIS TEVE MELHOR DESEMPENHO DOS ÚLTIMOS SEIS ANOS

As vendas na semana do Dia dos Pais apresentaram o melhor desempenho dos últimos seis anos, segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. O comércio cresceu 3,9% em relação ao mesmo período do ano passado. No final de semana do Dia dos Pais (10 a 12 de agosto), houve um aumento de 1,1% na comparação com o final de semana equivalente do ano passado (11 a 13 de agosto). Para os economistas da Serasa Experian, embora positivo, o resultado foi mais fraco que no Dia das Mães (alta de 5,7%) e empatou com o dia dos Namorados (alta de 3,9%). Para a empresa, o resultado demonstra que o consumidor ainda se mantém cauteloso em relação à expansão de seu nível de gastos diante das incertezas econômicas.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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