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Dias das mães este ano um pouco mais aquecido – Por Sílvio Persivo

Louvar sempre o milagre incompreensível. “Quando você acorda de manhã, pense no fantástico privilégio que é estar vivo – respirar, pensar, desfrutar, amar” (Marco Aurélio).

SOLUÇÃO PARA O TRANSBORDO DE CARGAS BRASIL/PERU

O transbordo de cargas entre Assis Brasil (AC) e Iñapari (Província de Tahuamanu) prejudica a ampliação de exportações da produção agroindustrial de Rondônia para o Peru, pela Rodovia Interoceânica. Para seguir viagem até o interior daquele país, especialmente até os portos do Oceano Pacífico, as mercadorias são desembarcadas na aduana, pois, os bitrens não podem trafegar em trechos estreitos da Cordilheira peruana. A restrição, que impede um impacto maior na malha rodoviária, também é uma forma de reserva de mercado para transportadores locais. Para encontrar uma solução para o problema, o superintendente estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura de Rondônia (Sedi), Sérgio Gonçalves da Silva, e o coordenador de comércio exterior, Anderson Augusto de Araújo Fernandes, reuniram-se em Brasília com o embaixador peruano Javier Yépez. Fernandes fará um relatório da situação, depois de viajar pela estrada, “Traremos o retrato real do atual momento aduaneiro e de quais produtos demoram a reembarcar ao destino”, disse. Segundo o coordenador, a proximidade da entrega da ponte sobre o Rio Madeira, na região do Abunã, anima o governo rondoniense, porém, exige uma agilização no transbordo de cargas. O embaixador peruano Yépez confirmou à Sedi a presença na 8ª Feira Rondônia Rural Show, em Ji-Paraná. A viagem de Gonçalves e Fernandes ocorreu entre os dias 22 e 24 de abril.

PROGRAMA TURISTÍCO INTERNO PARA O SERVIDOR INCENTIVA O TURISMO

A Superintendência de Turismo de Rondônia (Setur) apresentou terça-feira (30), aos membros da Comissão de Esporte, Turismo e Lazer da Assembleia Legislativa, em reunião no Plenarinho 1, eixos da política de desenvolvimento do setor e geração renda. Com base em estudos do Sebrae e associações, a movimentação financeira mensal pode alcançar R$ 150 milhões, considerando a estadia de um turista com três ou quatro acompanhantes, por três dias na semana, nos municípios de Rondônia. Estimativas indicam que 250 mil pessoas entram e saem no Estado por mês, atraídas na maioria pelas potencialidades do turismo ecológico . Segundo o superintendente da Setur, Gilvan Pereira Júnior, uma das metas 

para incrementar o setor é a que os técnicos batizaram de “pacote de ideias”, o “Programa Viaje Mais Servidor” (PVMS). O PVMS criará uma demanda por meio de maior fluxo de turistas, inicialmente interno, e desenvolverá nos usuários o sentimento de pertencimento despertado pelas belezas da região.

O Governo está investindo cerca de R$ 750 mil em sinalização turística com investimentos do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico. Com a medida, 52 mil servidores da ativa, inativos e os descendentes receberão descontos nas passagens e diárias de hospedagem nos hotéis, restaurantes, lanchonetes, parques e clubes de lazer cadastrados. No início, serão atendidos os servidores do Executivo e numa segunda etapa a clientela do Legislativo e Judiciário.

ARRECADAÇÃO DE TRIBUTOS FEDERAIS DO AMAZONAS CRESCE MENOS EM MARÇO

A arrecadação federal do Amazonas perdeu força em março. O total de tributos federais recolhidos no estado ultrapassou os R$ 1,40 bilhão, 4,48% a mais do que o contabilizado no mesmo mês do ano passado (R$ 1,34 bilhão). A alta foi menor do que a registrada nos comparativos de fevereiro (+35,75%) e de janeiro (+9,02%). No acumulado do trimestre, o recolhimento avançou 14,75%, de R$ 3,66 bilhões (2018) para R$ 4,20 bilhões (2019). Os números foram extraídos da base de dados disponível no site da Receita Federal. Diferente dos meses anteriores, vários tributos fecharam março no vermelho, todos eles incidentes sobre a renda. A maior queda veio da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre combustíveis. Impactado pelo tabelamento do diesel e pelas promoções pré-Carnaval dos postos de Manaus, o recolhimento caiu 87,05%, totalizando R$ 1,02 milhão (2019) contra R$ 7,88 milhões (2018).

A segunda maior baixa proporcional na lista, no entanto, foi a que causou o maior impacto absoluto nos cofres da Receita. O montante recolhido a título de IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) não passou de R$ 160,08 milhões e ficou 22,19% aquém dos R$ 205,74 milhões contabilizados em março de 2018.

DIA DA MÃES ESTE ANO UM POUCO MAIS AQUECIDO

A principal data comemorativa do primeiro semestre e a segunda melhor em faturamento, perdendo apenas para o Natal, o Dia das Mães deve aquecer as vendas nos próximos dias. Segundo a Confederação Nacional 

de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) 78% dos consumidores devem realizar pelo menos uma compra no período, um pouco acima dos 74% observados em 2018. Em números absolutos, a expectativa é de que cerca de 122,1 milhões de brasileiros presenteiem alguém este ano, uma cifra próxima de R$ 24,3 bilhões nos segmentos do comércio e serviços.

A pesquisa detectou um aumento de 7% na parcela de consumidores que pretendem desembolsar uma quantia maior na data: em 2018, apenas 19% dos consumidores acreditavam que iriam gastar mais com os presentes e agora, em 2019, o dado passou para 26% dos entrevistados. Outros 41% devem gastar a mesma quantia que em 2018, ao passo que 24% planejam gastar menos. Entre os que vão gastar mais, a maior parte (56%) alega que comprará um presente melhor para a mãe. Já 22% justificam com o aumento dos preços dos produtos e 18% vão comprar mais presentes, o que acabam resultando em um gasto maior. Por outro lado, considerando os que vão colocar o pé no freio na hora dos gastos, 32% culpam o orçamento apertado, 24% querem economizar e 13% atribuem o gasto menor à economia instável do país. Há ainda 11% que afirmam estarem desempregados.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO  –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

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