Teia Digital

DIA DAS CRIANÇAS DEVE MOVIMENTAR R$ 16,7 BILHÕES – Por Silvio Percivo

Eu também já fui feliz e não sabia. “Feliz é o que você vai perceber que era, algum tempo depois” (Millôr Fernandes).

ARTISTA RONDONIENSE É DESTAQUE EM LISBOA

A participação da artista plástica Edina Costa, na exposição Olhares da Amazônia, durante a Brasil Origem Week, em Lisboa, no período de  11 a 14 de setembro, representando Rondônia é uma amostra da valorização e internacionalização da produção cultural amazônica. Com o apoio do governo de Rondônia, por meio de passagens aéreas, a artista pode demonstrar seu talento e identidade cultural. A participação foi mais destacada ainda porque no evento a pintura de um quadro foi feita ao vivo diante do público pela artista, despertando emoção e conexão. “Foi emocionante ouvir relatos de pessoas de várias partes do mundo dizendo que, ao olhar minhas obras, se sentiram transportadas para o Brasil. Pintar em tempo real e ver o encanto do público foi uma experiência inesquecível”, afirmou Edina Costa.

ANIVERSÁRIO DE PORTO VELHO AQUECEU O COMÉRCIO AMBULANTE

Os 111 anos de Porto Velho, sem dúvida, tiveram cinco dias de uma programação que alcançou um grande sucesso. Este sucesso também se estendeu ao comércio ambulante, de vez que as ruas em volta do palco no qual foram realizados os shows estiveram totalmente ocupadas pelo comércio ambulante que, favorecido pelo fluxo de pessoas, fez a festa. E, como divulgou a Prefeitura, a comerciante ambulante, Janete Rocha é uma testemunha de que as vendas superaram as expectativas. Assim ela se expressou: “Agradeço a Prefeitura por nos proporcionar essa movimentação. O retorno financeiro foi positivo, pois vendi bastante. A gente como ambulante vive assim, dependendo desses eventos para agregar com a nossa renda que reflete direto em casa, no sustento da família”, declarou. Ela é só um exemplo, de vez que o comércio em volta dos shows ficou completamente lotado e aquecido.

POTENCIAL DO NORTE ATRAI GRUPO DE EDUCAÇÃO

O Grupo MoveEdu, uma franchising educacional, em qualificação de jovens com mais de 6 milhões de alunos formados para o mercado de trabalho e apoio escolar para do Ensino Fundamental, mira a região norte do Brasil para ampliar a oferta de cursos de capacitação em cidades do Amazonas, Pará e Roraima. Detentor das marcas Microlins, Prepara IA e Ensina Mais Turma da Mônica, que juntas somam mais de mil escolas em todo o território brasileiro, o grupo almeja atingir mais de 60 unidades no Norte até 2030, gerando uma movimentação de R$ 10 milhões com as implantações na economia local. Nesta fase, a empresa conta com oportunidades nas cidades de Marabá, no Pará, para a Microlins; em Boa Vista, em Roraima, para a Ensina Mais Turma da Mônica; e em Ananindeua, em solo paraense, e em Manaus, no Amazonas, para a Prepara IA.

A DURA REALIDADE DOS APOSENTADOS

A fintech meutudo realizou uma pesquisa, neste começo de outubro, com 5.337 aposentados, que revela que a aposentadoria da maioria dos brasileiros depende exclusivamente do INSS. Do total, 70% recebem só o benefício previdenciário, 18% combinam o INSS com outras fontes de renda, como aluguéis ou trabalhos extras, e 12% complementam com previdência privada. Outro dado do estudo mostra que a renda do INSS nem sempre é suficiente para as despesas mensais: 40% dizem precisar complementar, 21% dizem conseguir se manter, mas no limite, e só 39% possuem alguma sobra de dinheiro ao final do mês. Em relação à qualidade de vida, a grande maioria (66%) concentra os gastos nas necessidades básicas. Pagam apenas contas essenciais, como moradia, alimentação e saúde. Somente 21% possuem margem para despesas extras, como lazer e vestuário, e 12% conseguem investir, viajar ou ajudar financeiramente familiares. Também ficou claro que o planejamento financeiro para a aposentadoria segue como um desafio: 57% dos entrevistados não realizaram qualquer tipo de preparação, 30% optaram por previdência privada e 12% recorreram a outras formas de planejamento, como investimentos ou imóveis.

DIA DAS CRIANÇAS DEVE MOVIMENTAR R$ 16,7 BILHÕES

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offerwise Pesquisas, fizeram uma pesquisa de intenção de consumo que revelou que o varejo brasileiro deve movimentar cerca de R$ 16,73 bilhões no Dia das Crianças, com 70% dos consumidores planejando ir às compras. No entanto, a pesquisa de Intenção de Compras 2025 revela também uma retração no poder de compra: o gasto médio previsto é de R$ 297,00 valor R$ 46,00 menor que em 2024. Apenas 37% pretendem gastar mais este ano, com 43% querem comprar um presente melhor. O empecilho para 37% é a alta dos preços. Já entre os que gastarão menos (12%), a principal razão é a necessidade de economizar (27%), seguida do orçamento apertado (26%) e de dívidas em atraso (21%).

SERVIDORES PÚBLICOS RECORREM MAIS À LEI DO SUPERENDIVIDAMENTO PARA REORGANIZAR AS FINANÇAS

O crédito consignado, que seria uma alternativa de acesso facilitado ao crédito, com juros mais baixos e desconto direto em folha, tem se transformado numa armadilha para os servidores públicos. Segundo o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), cerca de 70% deste público no Brasil está com algum tipo de endividamento.  Com as dificuldades da inflação e do custo de vida e a falta de controle por parte das instituições financeiras muitos servidores públicos se comprometem com empréstimos sucessivos, levando-os ao endividamento crítico. Se tornou rotineiro que vários bancos liberem empréstimos para um mesmo servidor sem atentar para o seu endividamento aumentando o número de funcionários públicos com boa parte de seu salário já comprometido com pagamento das parcelas dos empréstimos.  Isto tem levado muitos mais servidores públicos, quando a situação foge ao controle, a usar a Lei do Superendividamento como um caminho para reorganizar as dívidas. 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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