Cidades

Desde o primeiro ano da gestão do prefeito Hildon Chaves, até 2023, foram cerca de 16 mil títulos definitivos entregues no município

Semur priorizou trabalhos de regularização nos distritos; gestão pretende contabilizar a entrega de 20 mil títulos

A Secretária Municipal de Regularização Fundiária, Habitação e Urbanismo (Semur) é reconhecida por seu trabalho de regularização fundiária, permitindo que os donos de fato possam ser donos de direito, passando a ter a segurança jurídica, valorização financeira do imóvel e a possibilidade de utilizá-lo para a obtenção de crédito e de financiamentos.

No entanto, os trabalhos não param por aí. “A Semur é muito mais do que regularização fundiária. Atuamos no urbanismo e na habitação. Aqui são emitidas licenças de obras, o ‘Habite-se’, são regularizados terrenos do município, o terreno onde está sendo erguida a nova rodoviária, por exemplo, levou dois anos para ser regularizado. Cada rua asfaltada é regularizada pela Semur, assim como cada nova rua ou avenida aberta, a exemplo da Santos Dumont”, destaca o secretário Edemir Brasil.

AÇÕES

Em 2023, o foco do trabalho da Semur na regularização fundiária foi nos distritos da região da Ponta do Abunã. “Dentro do planejamento na Semur para 2023, os esforços foram concentrados nas ações de regularização nos distritos de Porto Velho, com as principais ações ocorrendo nos distritos de Extrema e de Vista Alegre”, disse o secretário.

Edemir Brasil pontuou ainda que “é uma política urbana importante, promover a integração dos distritos, por meio de melhorias em setores como transporte e estruturação. Mas, para que esses benefícios cheguem, é preciso antes assegurar a regularização fundiária, que é muito mais do que entregar uma certidão de inteiro teor de um imóvel. Fazer regularização fundiária é pegar um núcleo informal e transformar em um núcleo mapeado, desenhado e estruturado, criar unidades imobiliárias, abrir matrículas de imóveis públicos e outras ações”.

Ele acrescenta ainda as dificuldades de se regularizar distritos tão distantes do distrito-sede. “Para regularizar um distrito é um desafio, pela distância da sede do município. Precisamos deslocar as equipes. Mas, nós focamos nessa meta de regularizar esses dois distritos, com 1.216 imóveis regularizados em Extrema e 1.500 em Vista Alegre. Os processos estão em fase de cartório”, disse. O trabalho também foi executado no distrito de Jaci-Paraná.

Uma outra importante ação realizada no ano foi a participação na Semana de Regularização Fundiária “Solo Seguro”, ação esta promovida pela Corregedoria Nacional de Justiça no mês de agosto junto ao Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia.

Pela primeira vez, no ano de 2023, a Prefeitura de Porto Velho, representada pela Semur, concorreu como finalista ao prêmio “Habita Brasil” como melhor projeto de Regularização Fundiária do Brasil, chegando aos 5 finalistas.

Uma outra grande ação de importância realizada no ano foi a conclusão do projeto da avenida Santos Dumont, ideia concebida na Semur e que em 2023 foi concluída pelo prefeito Hildon Chaves.

DISTRITO-SEDE EM 2024

O secretário informou que o foco do trabalho da pasta em 2024 será promover a regularização de bairros da capital, com a meta de chegar a 5 mil títulos emitidos. “Nosso foco será na sede do município, com o trabalho sendo realizado em vários bairros da capital, para levar o documento dos imóveis aos moradores, que aguardam há anos por esse benefício, que foi tratado como prioridade ao longo da gestão Hildon Chaves”, completou.

A meta é fazer o trabalho de regularização nos bairros Jardim Santana, Loteamento Parque Amazônia (já iniciado), Juscelino Kubistchek, Lagoa, Planalto, Jardim Ipanema e Loteamento Luiene.

“Se a União fizer a doação à Prefeitura, da área do bairro Nova Esperança, pretendemos realizar toda a localidade. Caso tudo transcorra dentro da normalidade aqui no distrito-sede, a Semur pretende ainda descer ao baixo Madeira, no distrito de São Carlos”, acrescentou.

Segundo ele, apenas núcleos urbanos da região do baixo Madeira já receberam essa ação, que são a Agrovila Aliança, Agrovila Caldeirita, Agrovila Rio Verde e o núcleo urbano Cujubim.

16 MIL TÍTULOS

Desde 2017, primeiro ano da gestão do prefeito Hildon Chaves, até 2023, foram cerca de 16 mil títulos definitivos entregues no município, incluindo a sede e os distritos, permitindo que os proprietários sejam donos de fato e de direito dos imóveis, dando segurança jurídica e valorizando as moradias.

“Ao final de 2024, deveremos ter mais 20 mil títulos entregues nesta gestão. Mesmo com todo esse trabalho, faltarão ainda cerca de 40 mil imóveis para serem regularizados em Porto Velho. Lembrando que essa é uma política de Estado, não de Governo, e que portanto deve ter sua sequência e em cerca de 15 anos ser concluída em toda a cidade”, salientou.

Brasil também observou que utilizando o georreferenciamento executado na cidade, a Semur pretende agilizar os processos de regularização espontâneos, que são aqueles proprietários que por algum motivo não tiveram o imóvel regularizado, e que devem procurar a Prefeitura para fazer esse trabalho.

“Em 2024, vamos iniciar um projeto de intervenção urbanística do bairro Baixa da União. É uma área da União, mas pretendemos fazer um trabalho nos canais que passam pelo bairro e a regularização da avenida Farqhuar”, disse.

A programação em 2024 é extensa, com início das regularizações fundiárias nos seguintes núcleos urbanos: Bairro Jardim Santana I, II e III; Bairro Nova Esperança; Bairro Juscelino Kubistchek; Bairro Lagoa; Bairro Planalto; Comunidade Agrovila Rio Verde; Comunidade Calderita; Comunidade São Miguel; Comunidade Cavalcante; Comunidade Parque Ceará; Comunidade Aliança; Distrito Vista Alegre; Distrito de São Carlos; Empreendimento Morar Melhor; Empreendimento Candelária I; Empreendimento Veredas II; Loteamento Jardim Ipanema (Novacap); Loteamento Parque Amazônia; Loteamento Luiene (Areia Branca); Ocupação Aliança; Ocupação Lagoa; Ocupação Bom Sucesso; Lagoa Azul; e Rancho Maritana.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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