Agronegócio

Desafios sanitários da pecuária de corte e leite exigem soluções de ação rápida e eficaz, indicam produtores e veterinários

O descuido com a sanidade dos bovinos pode ter custo alto para o pecuarista. Afinal, para cada dia de tratamento, perde-se um dia de produção, em média – seja em ganho de peso ou em produção de leite. Por isso, é preciso estar atento a soluções de ação rápida e eficaz, que minimizam as perdas e potencializam a saúde do rebanho, para que os bovinos alcancem seu máximo potencial produtivo, evitando e tratando as mais diversas enfermidades, como pneumonias, mastites, diarreias e pododermatites.

Ricardo Malheiros, da Peregrino Agropecuária, sediada em Morro da Garça (MG), conta que a mastite tem sido um desafio constante em seus 30 anos de atuação na produção de leite. O mesmo problema foi enfrentado pelo veterinário Augusto Barp Menegat, que atua em Gaurama (RS), com a Agropecuária Balde Cheio e a Consultoria Veterinária Feijó. Menegat passou por situações graves de perda de tetos e seca do quarto mamário das vacas. Sozinha, essa infecção pode causar prejuízo de 40% na produção leiteira.

Já o veterinário Juarez Silva, de Luz (MG), destaca uma constante preocupação com as infecções respiratórias. Ele relata que o manejo do problema durava até cinco dias, causando perda imensa na produção. O cenário mudou quando ele conheceu o antibiótico Forcyl®, que exigiu apenas uma dose para solucionar o desafio. O antibiótico Forcyl® da Vetoquinol Saúde Animal, uma das 10 maiores indústrias veterinárias do mundo e que está completando 10 anos de presença no Brasil, é produzido na França, sob controle rígido de qualidade e com características especificas, patenteadas pela empresa, além de ter sido o primeiro produto com esse posicionamento no mercado brasileiro.

“Tivemos uma taxa de cura muito boa. A partir disso, no bezerreiro, a primeira opção para o tratamento de pneumonia é Forcyl®, porque facilita demais o manejo e o resultado é muito bom”, destaca Silva. Com alta eficácia já reconhecida por estudos científicos, o medicamento é indicado para o tratamento de infecções respiratórias causadas em bovinos pelas bactérias Pasteurella multocida e Mannheimia haemolytica, sendo uma importante solução para os rebanhos que enfrentam obstáculos ambientais constantes.

Outro produto exclusivo da Vetoquinol Saúde Animal, também produzido na França, é o Tolfedine®, reconhecido como aliado da rápida recuperação dos animais em rebanhos leiteiros. “Uma aplicação de dose única fez a vaca ficar em pé no dia seguinte. Os produtos estão sendo acrescentados na farmácia da fazenda, especialmente para a mastite ambiental, que é bem complicada”, pontua Ricardo Malheiros, da Peregrino Agropecuária.

“Forcyl® é o que tem de melhor para mastite ambiental. Associado a Tolfedine®, os quadros de perda de teto e seca do quarto mamário desaparecem”, complementa Augusto Barp Menegat. Os pecuaristas avaliam que em um cenário de desafios diários é preciso investir em soluções de ação rápida e eficaz – uma garantia de que as propriedades alcançarão seu máximo potencial de produção e lucratividade, bem como de sustentabilidade.

Antimicrobianos

 

“Quando um problema de casco surge na fazenda, a dor de cabeça é certa”. É o que diz Aleixo Alves, proprietário da Fazenda São Bento de Baixo, em Pontalina (GO). O problema se disseminou no seu rebanho e nenhum medicamento resolveu o problema. Foi então que ele conheceu Acura®, antimicrobiano da Vetoquinol®. “Daí em diante não fiquei mais sem porque resolveu o problema que eu tinha. É um produto que eu uso e indico. O resultado é muito positivo”, relata o pecuarista.

Contra infecções desse tipo, Acura® e Acura Max® são soluções definitivas. Ambos são compostos por ceftiofur e atuam em bactérias gram positivas e gram negativas, e podem ser utilizados em infecções respiratórias e no tratamento das mastites, diarreias, metrites e pododermatites. Por sua vez, Acura Max® também possui meloxicam, de ação anti-inflamatória, e é de dose única.

Vitor Beneli, da Maré Agropecuária, de Avaré (SP), enfatiza que as duas soluções compõem sua primeira opção para tratar doenças infecciosas nos bovinos. “Acura® tem formulação inovadora e carência zero para o leite. Já Acura Max® promove a recuperação rápida com baixa carência. Com essa dupla da Vetoquinol® o retorno dos animais à produção é rápido e a lucratividade do rebanho também.”

A linha terapêutica da Vetoquinol® está disponível em todo o país. “Nossa linha contra infecções em bovinos de corte e leite é completa e eficaz. Com antimicrobianos, anti-inflamatórios e antibiótico, temos um dos mais completos e eficazes portfólios do mercado, conforme os depoimentos de nossos parceiros”, afirma Antônio Coutinho, gerente de produtos de animais de produção da Vetoquinol®.

VÍDEO – Vetoquinol completa 10 anos no Brasil: https://youtu.be/OECpa4y1tKE

Sobre a Vetoquinol – Entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Grupo independente, projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos, destinados à produção animal (bovinos e suínos), a animais de companhia (cães e gatos) e a equinos. Desde sua fundação, em 1933, a Vetoquinol combina inovação com diversificação geográfica. O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de produtos associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a Clarion Biociências, ocorrida em Abril/2019. A Vetoquinol gera 2.372 empregos e está listada na Euronext Paris desde 2006 (símbolo: VETO). A Vetoquinol conta com SAC formado por profissionais da área veterinária para auxílio aos clientes. A ligação é gratuita – 0800 741 1005. Site: www.vetoquinol.com.br

FONTE: ASSESSORIA TEXTO COMUNICAÇÃO

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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