Cidades

Deputados definem hoje os 65 membros da comissão especial do impeachment

Por decisão de Eduardo Cunha, sessão foi adiada de segunda para terça

A Câmara dos Deputados deve definir nesta terça-feira (8) os 65 membros da comissão especial que vai analisar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. O grupo vai ouvir a defesa da mandatária e elaborar um parecer contrário ou favorável ao pedido. O documento será posteriormente votado no plenário.

A sessão está marcada para as 17h, horário previsto para começar a Ordem do Dia, momento em que o plenário discute e vota projetos — antes, por volta das 14h, o Conselho de Ética da Câmara decide se inicia ou não o processo de cassação do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A escolha dos integrantes deveria ter ocorrido na segunda-feira (7), mas foi adiada por decisão de Cunha, que alegou falta de quórum no fim da tarde — havia 185 deputados presentes.

Segundo Cunha, também pesou o fato de partidos da oposição articularem a apresentação de uma chapa alternativa para integrar a comissão especial.

A comissão

O que a Câmara faz é avaliar se o procedimento de impeachment deve ser de fato iniciado.

A Comissão Especial, em particular, colhe a defesa da presidente e relata um parecer contrário ou favorável ao impeachment. Independentemente do teor do documento, ele será levado para votação em plenário.

A comissão é formada por 65 deputados, com representantes de todos os partidos. Assim que instalada, são eleitos o presidente e o relator do processo.

No dia seguinte, começa a contar o prazo de dez sessões (dez dias) para a presidente da República apresentar a sua defesa.

Após analisar a manifestação de Dilma, a comissão terá cinco sessões para votar o parecer do relator, que, em seguida, será levado a plenário.

Dilma quer Congresso sem recesso para votar impeachment

Leia mais notícias de Brasil e Política

Se o parecer da comissão for contrário à abertura do impeachment, bastará maioria simples no plenário (257 deputados) para que o parecer seja confirmado e o impeachment, arquivado.

Entretanto, para o plenário decidir contra o parecer e dar seguimento ao impeachment, serão necessários 2/3 dos votos (342 deputados).

Já se a comissão emitir parecer favorável ao impeachment, também serão necessários 2/3 dos votos (342 deputados) para que o processo seja confirmado. Se não houver essa quantidade de votos, o pedido é rejeitado.

Se passar pela Câmara, o processo é instaurado no Senado e a presidente é afastada do cargo por 180 dias.

O Senado formará uma nova comissão e as sessões serão presididas pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal).

Fonte: R7

FRNEWS TV: Intercâmbio técnico fortalece parceria entre SENAR Rondônia e SENAR Mato Grosso

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • Coluna Teia Digita: Micro e Pequenas empresas exige mudanças para enfrentar 2027 – Por Silvio Persivo

    Que nem promessa de político depois das eleições. “Estou tentando escrever uma autobiografia. Mas, não me lembro nem de ontem” (Keith Richard). BANCOS DE RONDÔNIA SUSPENDERAM ATENDIMENTO PRESENCIAL NA QUINTA-FEIRA Os bancários de Rondônia, que reivindicam reajuste salarial, mudanças nos benefícios, entre eles o vale-alimentação, e manutenção dos postos de trabalho, deixaram as agências bancárias […]