Noticias

Delação da Odebrecht aponta irregularidades na construção das hidrelétricas do Madeira

Segundo delatores, uma construtora foi beneficiada na licitação da UHE Jirau. Propinas e formação de ‘caixa dois’ envolvem Usina de Santo Antônio.

 Citadas em duas delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato, por irregularidades na licitação e formação de ‘caixa dois’ para a empresa, as duas usinas hidrelétricas do Rio Madeira foram obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que foram finalizadas. Ambos os empreendimentos, Santo Antônio e Jirau, localizadas em Porto Velho, apresentam diferenças entre os valores previstos para a realização das obras e o que realmente foi gasto na construção.

As Usinas Hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, que compõem o Complexo Madeira, foram citadas nas delações de Emílio Alves Odebrecht, presidente do conselho de administração do Grupo Odebrecht, e Henrique Valladares. Segundo os delatores, houve irregularidades na licitação da Jirau e formação de ‘caixa dois’ e pagamento de propinas na licitação ou construção da Hidrelérica Santo Antônio.

Jirau

A Usina Hidrelétrica Jirau, leiloada em 19 de maio de 2008 em um pregão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em Brasília, foi orçada em R$ 16,631 bilhões, segundo anunciado pelo PAC, mas foi finalizada oito anos depois ao custo de R$ 19 bilhões, de acordo com informações do próprio empreendimento, divulgadas no evento de inauguração, em dezembro do ano passado.

Em um trecho do depoimento, Emílio Odebrecht diz que, durante a licitação para a obra de Jirau, a então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, teria, de alguma forma, beneficiado a Tractebel-Suez, empresa vencedora do certame. Segundo ele, o resultado do leilão teria como base “uma proposta que contrariava frontalmente as regras do edital do leilão, em especial no tocante à localização do eixo da barragem, modificado unilateralmente pela Tractebel”.

Emílio Odebrecht relatou ainda ter participado de reunião com o ex-presidente Lula para tratar do assunto. Lula teria se comprometido em buscar “reverter o resultado do leilão de Jirau”, mas depois declinou, dizendo que preferia não contrariar Dilma Rousseff.

O delator concluiu o depoimento dizendo ter dificuldade de compreender as razões que levaram Dilma e a equipe dela a atuar em benefício da Tractebel-Suez.

Jirau, localizada no Rio Madeira, a 120 km de Porto Velho, é considerada a terceira maior geradora de energia elétrica do Brasil. Inaugurada oficialmente em dezembro de 2016, o projeto possui 50 unidades geradoras do tipo bulbo distribuídas em duas casas de força, com potência instalada de 3.750 megawatts.

Jirau começou a gerar energia em 2013, com o início do funcionamento da primeira unidade geradora. A 50ª e última unidade geradora começou a operar no dia 23 de novembro do ano passado, com 20 meses de atraso em relação ao cronograma, conforme informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) à Rede Amazônica, em dezembro de 2016.

À época, o presidente do conselho da Energia Sustentável do Brasil (ESBR), Maurício Bähr, explicou que os motivos do atraso foram algumas dificuldades enfrentadas pelo projeto, como atos de vandalismo em períodos de greve.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Usina Hidrelétrica Jirau para um posicionamento sobre o aumento do valor final da obra, mas até a publicação desta matéria não obteve nenhum retorno.

Santo Antônio

Hidrelétrica Santo Antonio está gerando energia desde 2012 (Foto: Beethoven Delano/Arquivo Pessoal)

Hidrelétrica Santo Antonio está gerando energia desde 2012 (Foto: Beethoven Delano/Arquivo Pessoal)

A Hidrelétrica Santo Antônio está localizada no Rio Madeira, distante sete quilômetros de Porto Velho. A construção começou em setembro de 2008 e terminou em dezembro de 2016. O custo inicial da obra, segundo a Santo Antônio Energia, era de R$ 12,2 bilhões em 2007. Entretanto, o valor saltou no final da obra para R$ 20 bilhões, segundo a concessionária.

Em um dos depoimentos, Emílio Odebrecht diz que solicitou ao ex-presidente Lula que não houvesse atraso na contratação e no desembolso do financiamento da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio no Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele diz que pediu ainda que fossem agilizadas as concessões das licenças ambientais necessárias.

Em seu depoimento, Henrique Valladares falou sobre formação de ‘caixa dois’ para a empresa Odebrecht na obra de Santo Antônio. Segundo ele, o dinheiro que era usado para pagar dragagem no Rio Madeira foi parar no ‘caixa dois’ da empresa, para pagamento de propina, sem identificação da operação na contabilidade oficial da Odebrecht.

Henrique Valladares diz que foi feito pagamento de propina a diversas autoridades políticas, inclusive que faziam parte do executivo de Rondônia na época.

A hidrelétrica começou a funcionar em 2012 e é a quarta maior geradora de energia do país. Assim como Jirau, Santo Antônio também possui 50 unidades geradoras do tipo bulbo, distribuídas em quatro casas de força, com 3.568 megawatts de potência instalada.

Procurada pelo G1, a Santo Antônio Energia, concessionária da hidrelétrica, informou que o valor previsto de R$ 12,2 bilhões sofreu correções oficiais previstas em contrato, mas não especificou o valor e nem a que se refere.

“Por se tratar de uma obra de longo prazo, mais de oito anos de construção, este valor sofreu correções oficiais previstas em contrato”, diz o trecho da nota.

A empresa informou ainda que, além do valor de R$ 12,2 bilhões corrigido, foram acrescentados cerca de R$ 1,5 bilhão referente à ampliação do projeto, com a adição de seis turbinas e aquisição de propriedades para elevação do nível do reservatório. A empresa citou ainda o custo adicional de aproximadamente R$ 1,2 bilhão referentes a ações na área de sustentabilidade, chegando ao valor final de R$ 20 bilhões.

Posicionamento da Odebrecht

Em nota ao G1, a Odebrecht diz entender que é de responsabilidade da Justiça a avaliação de relatos de seus executivos e ex-executivos. E ressalta que a empresa está colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua. “Já reconheceu os seus erros, pediu desculpas públicas, assinou um Acordo de Leniência com as autoridades brasileiras e da Suíça e com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, e está comprometida a combater e não tolerar a corrupção em quaisquer de suas formas”, completa a nota.

Aneel

Segundo os relatórios de fiscalização da Aneel, atualmente, as usinas hidrelétricas Jirau e Santo Antônio, que somadas possuem 7.318 MW de capacidade instalada, se encontram com todas as unidades geradoras em operação comercial desde os meses de novembro de 2016 e janeiro de 2017, respectivamente.

Quanto à geração de energia, de acordo com a Aneel, existem alguns empreendimentos de transmissão que estão afetando o escoamento das usinas. Ainda segundo a agência, até a entrada em operação da Linha de Transmissão 500 kV Araraquara 2 – Taubaté, a capacidade de escoamento da geração das Hidrelétricas Jirau e Santo Antônio ficará limitada a cerca de 5.600 MW, sendo 4.900 MW para o Sudeste pelo Sistema de Corrente Contínua e os outros 700 MW para a região Acre e Rondônia.

A previsão da fiscalização da Agência, de acordo com a assessoria, é que essa linha fique pronta no final de dezembro deste ano.

Fonte: G1

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.