Extra

Declaração do IR termina hoje (29)

Até a véspera do fim do prazo, cerca de 6 milhões de brasileiros ainda não tinham enviado a declaração

Para começar, é necessário ter os principais documentos em mãos: informes de rendimentos de empregadores, bancos e corretoras, comprovantes de despesas dedutíveis (saúde, educação, aluguéis, serviços de autônomos) e registros de bens, dívidas, investimentos e doações.

Os informes de rendimentos funcionam como um “espelho” de tudo que foi recebido ao longo de 2025. Caso o contribuinte não tenha recebido o informe dentro do prazo legal ou identifique erros nas informações, o primeiro passo é contatar a fonte pagadora para solicitar a entrega ou a retificação do documento.

Não ter todos os documentos em mãos não é desculpa para deixar de enviar a declaração. Contribuintes atrasados que ainda não conseguiram reunir tudo podem transmitir uma declaração incompleta e corrigir depois. O sistema da Receita Federal, porém, não aceita uma declaração completamente vazia — há um mínimo obrigatório para o botão de transmissão ser habilitado.

Tanto o programa instalado no computador quanto o sistema online bloqueiam o envio se qualquer um destes três itens estiver faltando:

– Dados de identificação: nome completo, CPF, data de nascimento, endereço e título de eleitor. Na maioria dos casos, já vêm preenchidos automaticamente ao abrir a declaração com login no Gov.br;

– Pelo menos uma ficha de rendimentos preenchida: com o CNPJ da empresa, o valor total recebido no ano e o imposto retido na fonte. Esse documento é fornecido pelo RH da empresa ou pelo portal do eSocial;

– Conta bancária ou chave Pix para eventual restituição.

Com esses três elementos preenchidos, a declaração pode ser transmitida dentro do prazo. Tudo que ficou de fora, como uma despesa médica, um informe de investimento que chegou tarde ou um bem cujos dados não estavam em mãos, pode entrar depois na declaração retificadora.

Não existe cobrança de multa pela retificação em si, e o prazo para retificar é de até cinco anos contados a partir do prazo final de entrega da declaração original.

Há, porém, uma regra que exige atenção especial: enquanto o prazo de entrega ainda estiver aberto, é possível trocar o modelo entre simplificado e completo. Depois do encerramento do prazo, essa troca não é mais permitida. Por isso, antes de transmitir, vale deixar o sistema calcular qual opção é mais vantajosa.

Passo 2 — Escolha onde e como declarar

Para declarar, basta acessar gov.br/receitafederal e clicar em “Meu Imposto de Renda”. O contribuinte pode escolher entre o programa para computador, o aplicativo para celular ou o preenchimento online.

Para quem quer mais agilidade, a declaração pré-preenchida é a melhor aposta. O modelo carrega automaticamente rendimentos, deduções, bens, direitos e dívidas, oferecendo mais segurança. No entanto, embora reduza o risco de erros, ela não garante que todas as informações estejam completas ou corretas. Por isso, a revisão também é necessária.

Para acessar o sistema Meu Imposto de Renda, o contribuinte precisa ter uma conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Uma novidade de 2026: investidores do mercado de renda variável, que antes estavam impedidos de usar o MIR (fazer a declaração on-line pelo próprio site, sem baixar o programa ou aplicativo), agora podem utilizar a plataforma para declarar.

A liberação, porém, não é total. Seguem fora do MIR quem teve ganhos de capital com a venda de bens e direitos, quem precisa declarar atividade rural e quem entrega declaração de saída definitiva do país. Para esses casos, o programa continua sendo caminho obrigatório.

Passo 3 — Preencha a declaração

O passo a passo para fazer a declaração, seja manual ou pela pré-preenchida, é:

– Baixe o programa pelo site da Receita Federal ou acesse o sistema online;

– Faça login com CPF e senha gov.br (nível prata ou ouro);

– Inicie a declaração escolhendo “Nova” e preenchendo os dados solicitados (ou optando pela pré-preenchida);

– Cheque todas as informações cuidadosamente, conferindo valores e documentos;

– Valide a declaração com a ferramenta do programa para identificar possíveis erros;

– Envie a declaração à Receita Federal e aguarde a confirmação.

Na hora de preencher, atenção especial às deduções. Para a declaração do IR 2026, o limite de dedução anual por dependente foi fixado em R$ 2.275,08, enquanto o limite anual de despesa com instrução é de R$ 3.561,50. Gastos com saúde não têm limite de dedução, o que explica a atenção redobrada do Fisco em relação ao tema.

Passo 4 — Use o modelo mais vantajoso

O programa da Receita Federal oferece duas opções principais. A regra de ouro é: preencha todas as suas receitas e despesas comprovadas. O sistema fará a simulação em tempo real para indicar a melhor opção.

Modelo completo: o imposto é calculado sobre os rendimentos totais com a dedução das despesas informadas (saúde, educação, pensão alimentícia, dependentes). Ideal para quem tem muitos recibos e notas fiscais;

Desconto simplificado: aplica-se um desconto-padrão de 20% sobre a renda tributável, limitado ao teto de R$ 16.754,34. Costuma ser a melhor via para contribuintes solteiros, sem dependentes e com poucas despesas dedutíveis.

A troca de modelo só pode ser feita até 29 de maio. Após o encerramento do prazo, a opção tributária não pode mais ser alterada via retificadora.

Passo 5 — Revise antes de enviar

Antes de transmitir a declaração, percorra cada item com cuidado. A advogada Debora Santos, consultada pela Exame, reuniu os pontos mais críticos de verificação, para que inconsistências não te leve à malha fina:

– Verificação de pendências: use a ferramenta “Verificar Pendências” do programa (ícone vermelho indica erros impeditivos; ícone amarelo, avisos);

– Dados cadastrais: confira se nome, CPF, estado civil, endereço, e-mail, ocupação e dados bancários estão corretos e atualizados;

– Erros de digitação: verifique se os valores de rendimentos, despesas, bens e direitos estão corretos — zeros a mais são um erro comum;

– Dependentes: é bastante comum informar o dependente apenas na ficha própria e esquecer de incluir os rendimentos dele na declaração;

– Despesas dedutíveis: cheque se as despesas médicas têm previsão legal para dedução e se não foram reembolsadas pelo plano de saúde;

– Bens e direitos: confirme se bens vendidos durante 2025 foram zerados na coluna “Situação em 31/12/2025”;

– Dados bancários: confira a conta bancária ou chave Pix (CPF) indicada para receber a restituição.

O que acontece com quem perder o prazo?

Em caso de não cumprimento do prazo, a Receita Federal cobra uma multa de 1% por mês de atraso, calculada sobre o valor do imposto devido, mesmo que ele já tenha sido pago. Esse valor pode chegar, no máximo, a 20% do imposto. A multa mínima é de R$ 165,74 e é cobrada mesmo quando não há imposto a pagar.

A Receita destaca que não entregar a declaração não implica em punições mais graves como restrições bancárias, indiciamento criminal ou prisão. Mas o CPF fica pendente de regularização, o que pode gerar dificuldades em transações financeiras e em declarações futuras.

Restituição: quando recebo?

A Receita Federal definiu o calendário de restituição do IR 2026 com um formato mais enxuto e antecipado: serão quatro lotes, em vez de cinco, com as seguintes datas de pagamento:

29 de maio de 2026

30 de junho de 2026

31 de julho de 2026

28 de agosto de 2026

Os dois primeiros lotes devem concentrar quase todos os contribuintes com direito à restituição. Em 2026, 80% dos beneficiários receberão os valores nos dois primeiros lotes — no ano passado, esse índice era de 57%. Quem declarar com erros ou cair em malha fina deverá aguardar os lotes residuais, distribuídos nos últimos dias úteis dos meses seguintes.

FONTE: SBT NEWS

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by