Teia Digital

DataAgro prevê safra recorde de soja na América do Sul – Por Silvio Persivo

Se ele não conseguia, então, imagine eu, que nunca tive nem 2% de sua capacidade matemática. “Eu consigo calcular o movimento dos corpos celestiais, mas não a loucura das pessoas” (Isaac Newton). 

JOSÉ ROBERTO TADROS É REELEITO PRESIDENTE DA CNC

O empresário amazonense José Roberto Tadros foi reeleito na última quinta-feira, 22/09, por unanimidade, Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O mandato vai até novembro de 2026. Tadros foi candidato em chapa única, construída em consenso dentro da entidade. A gestão da Diretoria liderada por Tadros tem sido marcada pela modernização administrativa da Confederação, pelo fortalecimento da unidade do Sistema Comércio, pela valorização do trabalho do Sesc e do Senac e por uma intensa atuação na representação e defesa dos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Também foi reeleito como um dos vice-presidentes da CNC, o empresário e presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia, Raniery Araujo Coelho. Foi um consenso da categoria que ao referendar a chapa única da entidade reconheceu não apenas a gestão de Tadros como demonstrou a força e a união do setor comercial, de serviços e de turismo.

RONDÔNIA TEM SAFRA RECORDE DE CAFÉ 

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a colheita para a safra de café 2022 de Rondônia obteve um recorde de produção de 2,8 milhões de sacas, segundo  o terceiro levantamento nacional do produto, o que representa um crescimento de 23,7 % na produção em comparação a 2021. O resultado é o melhor desempenho desde 2001, ano de início da série histórica de levantamentos da Conab. A área total de café plantado em Rondônia é de 71.207 hectares (2,9% maior que a de 2021), sendo 6.230 hectares em formação e 64.977 hectares em produção, correspondendo um acréscimo de 10,7% e 2,2%, respectivamente, em relação à safra anterior. Esta expansão de áreas se dá por conta  da renovação de lavouras, com a implantação de clones mais produtivos e resistentes, pela substituição de antigas lavouras de cafés seminais (implantadas por sementes) por cafés clonais e a incorporação de novas áreas em substituição as de pastagem. É atribuído o melhor desempenho ao aumento da produtividade média, que atingiu 43,1 sacas/ha, um aumento de 21,1% em relação à safra passada, graças a fatores como o clima e um melhor manejo da cultura. A colheita se estendeu até o início de agosto e já foi concluída. Rondônia é o segundo maior produtor nacional de café conilon.

PRORROGADA REDUÇÃO DE ICMS PARA SAÍDA DE GADO BOVINO

Divulgado que, nesta quinta-feira, 22, o governador Marcos Rocha decidiu manter a redução de 66,67% na base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), para a saída de gado bovino para outros estados brasileiros. Com a prorrogação a alíquota permanecerá em 4% até o fim do ano. A manutenção da redução facilita e contribui para a pecuária local, no que diz respeito ao transporte de gado de Rondônia, para o Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Roraima, Santa Catarina e São Paulo. 

ICMS PUXA RECEITA TRIBUTÁRIA DO AMAZONAS 

A receita tributária do Amazonas cresceu 6,7% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado. A soma de impostos, taxas e contribuições foi de R$ 1,24 bilhão para R$ 1,33 bilhão, já descontada a inflação. O acumulado do ano somou R$ 10,25 bilhões ficando 1,6% acima do acumulado do ano passado (R$ 8,87 bilhões). Ainda assim, o recolhimento desacelerou 5,7% ante julho de 2022 (R$ 1,41 bilhão), mesmo contando com dois dias úteis a mais. A expansão foi liderada pela recuperação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), e pelas altas do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação), taxas e IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte). 

CONSTRUÇÃO CIVIL TEM RITMO MAIS ELEVADO EM 2022

De julho para agosto a construção civil apresentou uma expansão da atividade e do emprego, segundo a Sondagem Indústria da Construção, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que fez o índice da evolução do nível de atividade da construção alcançar 55 pontos em agosto.  É o terceiro mês de uma sequência crescente de avanços. Na sondagem anterior, o indicador estava em 52,5 pontos. Acima da linha divisória dos 50 pontos, o número indica expansão da atividade. A Utilização da Capacidade Operacional (UCO) se manteve estável entre julho e agosto e permanece em 68%. É o nível mais elevado de utilização da capacidade para agosto desde 2013. Com o crescimento do setor, o Índice de Confiança do Empresário (Icei) da indústria da construção avançou 2,7 pontos, para 62,7 pontos. É a sexta alta consecutiva do índice, que acumula um crescimento de 5,9 pontos só nos últimos dois meses. A expansão se verifica em todos os setores da construção civil, mas é maior na construção de edifícios. 

DATAGRO PREVÊ SAFRA RECORDE DE SOJA NA AMÉRICA DO SUL

A Consultoria Datagro, especializada em agronegócio, fez seu primeiro levantamento para a safra de soja 2022/23 da América do Sul estimando uma produção de 219,34 milhões de toneladas. Caso se confirme, significaria uma elevação de 21% sobre as 181,95 mi de t da  temporada 2021/22. Para área, prevê-se 66,09 milhões de hectares, alta de 3% sobre os 63,87 mi de ha da revisada safra 2021/22. Em caso de confirmação, configuraria um novo recorde histórico e o sexto aumento consecutivo. O potencial inicial de produção do Brasil, o maior produtor global da oleaginosa, é de 151,83 mi de t, um avanço de 9% sobre o recorde de 138,82 mi de t da safra 2020/21. Será o 16º ano consecutivo de ampliação na área de soja, passando de 41,80 mi de ha para 43,03 mi de ha. Os números preliminares da Argentina indicam recuperação na área plantada depois de dois anos seguidos de recuo, saindo de 16,20 mi de ha para 17,00 mi de ha e, se o clima não atrapalhar em demasiado, a área colhida poderá ser de 16,55 mi de ha, ante 15,70 mi de ha na temporada 2021/22. O potencial de produção é de 49,65 mi de t, o que representaria crescimento de 14% ante a safra atual.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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