Teia Digital

Cursos gratuitos de Turismo e qualidade no atendimento abertas em Rondônia – Por Sílvio Persivo

As linhas são sempre imperceptíveis. “É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo” (Clarice Lispector). 

CURSOS GRATUITOS DE TURISMO E QUALIDADE NO ATENDIMENTO

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), em parceria com a Superintendência Estadual do Turismo (Setur), abriu matrículas para diversos cursos gratuitos de capacitação, voltados ao Turismo e Qualidade no Atendimento. Os cursos serão ofertados em Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Jaru, Pimenta Bueno, Vilhena, assim como em algumas cidades circunvizinhas, a partir deste mês de setembro.  Para participar, é necessário possuir idade mínima de 18 anos, estar matriculado ou ser egresso da educação básica (ensino fundamental ou ensino médio). O candidato deve levar os seguintes documentos para realização da matrícula: documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência e comprovante de escolaridade. As inscrições deverão ser efetuadas de forma presencial nas Unidades do Senac Rondônia, das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira.

AMAZÔNIA + 21 É UM MOMENTO PARA MOSTRAR O ESFORÇO DE PRESERVAÇÃO DE RONDÔNIA

No lançamento do Fórum internacional Amazônia + 21, projeto que envolve pesquisa, tecnologia e investimentos para o desenvolvimento de novas cadeias produtivas, com diálogo permanente sobre negócios sustentáveis para Amazônia, o  presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac IFPE de Rondônia, Raniery Araujo Coelho, que participou do evento apresentado oficialmente no Memorial Rondon, na capital Porto Velho, como uma prévia das ações que estão previstas pela Agência de Desenvolvimento de Porto Velho. A Prefeitura também já disponibilizou um site, o amazonia21.org, para apresentação de informações sobre as inscrições de trabalhos e outros detalhes, de vez que o evento está previsto para maio de 2020. Sobre ele, Raniery afirmou que “Sediar um Fórum internacional que vai tratar do desenvolvimento sustentável da nossa Amazônia é fundamental para envolver toda sociedade e debater o assunto, especialmente em um momento que precisamos trabalhar a conscientização para a preservação, agregando a possibilidade de negócios inovadores e sustentáveis com a rica biodiversidade que temos na região Amazônica”. Para o presidente, a iniciativa, cujo planejamento é anterior às recentes questões levantadas com o aumento dos focos de incêndio, “é uma clara demonstração de que existe permanente preocupação com a preservação e com a educação para se trilhar novos caminhos do desenvolvimento sustentável em Porto Velho”.O dirigente empresarial lembrou também que o Governo de Rondônia, na década de 1980, elaborou o primeiro zoneamento econômico-ecológico da América do Sul. “Já vamos para a terceira aproximação do zoneamento e, por isso mesmo, preservamos mais de 40% da área territorial. Existe muita desinformação sobre as ações que são feitas de preservação, e, numa estiagem como a que enfrentamos agora, é natural que aumentem os focos de incêndio, o que não representa aumento do desmatamento”, destacou.

FATURAMENTO DO PIM É O MAIOR DA SÉRIE HISTÓRICA 

O PIM-Polo Industrial de Manaus acumulou R$ 48,48 bilhões em faturamento no 1º semestre de 2019, 10,7% a mais do que no mesmo período do ano passado (R$ 43,81 bilhões). É o maior valor da série histórica iniciada em 2014, segundo  os Indicadores de Desempenho do Polo Industrial de Manaus, divulgados pela Suframa. Porém, convertido em dólares, o valor das vendas do PIM nos seis meses iniciais deste ano (US$ 12.61 bilhões) ainda não saiu do terreno negativo, ficando 0,97% abaixo do desempenho no mesmo semestre de 2018 (US$ 12.73 bilhões). E ainda está longe do patamar pré-crise registrado de janeiro a junho de 2014 (US$ 17.98 bilhões). Oito dos dez maiores segmentos em faturamento do PIM – bens de informática do polo eletroeletrônico, duas rodas, metalúrgico, termoplástico, mecânico, isqueiros, canetas e barbeadores descartáveis, relojoeiro e bebidas fecharam no azul, na medida em reais, com destaque para bens de informática (R$ 10,65 bilhões e +20,1%), duas rodas (R$ 7,16 bilhões e +17,5%) e Metalúrgico (R$ 4 bilhões e +52,9%).

TRANSPORTE COLETIVO DO CAMPUS DA UNIR 

Embora até tenha melhorado, de fato, as reclamações relacionadas ao transporte coletivo para o Campus da UNIR são procedentes. Os ônibus até, quando se iniciam as aulas, no começo da noite, atendem bem, mas, depois das 20:00 horas somente passa um ônibus por hora e não foi a primeira vez que alunos foram deixados lá. Os motoristas e os cobradores da linha são atenciosos, mas, o número de veículos é insuficiente. Como em relação a outras linhas o Consórcio SIM alega a questão da viabilidade econômica. No entanto, os ônibus que circulam por lá são muitos ruins e na ida e na volta dos alunos estão sempre lotados com um grande quantidade deles indo em pé e espremidos. Há pessoas que afirmam que o mesmo acontece em outras linhas. Bem, não devia acontecer em nenhuma e os alunos tem sim o direito de reclamar melhor tratamento e um transporte coletivo de qualidade.  

EMPRESÁRIOS DO COMÉRCIO ESTÃO MAIS OTIMISTAS 

Depois de quatro meses de queda, o otimismo do comércio voltou a se recuperar em setembro. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), subiu 1,3% na comparação com agosto e alcançou 119,1 pontos, o melhor resultado desde maio deste ano, quando chegou a 122,4. Em relação a setembro do ano passado, houve um crescimento de 12,3%. A CNC ouviu empresários de aproximadamente seis mil empresas de todas as capitais do país. Para José Roberto Tadros, presidente da CNC,  “O estudo deste mês revela uma percepção mais otimista dos empresários, tanto em relação ao futuro quanto ao momento atual. Mesmo tímido, o crescimento da economia e do comércio, aliado ao comportamento mais positivo dos consumidores, contribuiu para esse cenário”. 

 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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