Cultura

#CulturaEmCasa apresenta série especial com personalidades que se reinventaram após os 60 anos

Nélida Piñon, Jean-Claude Bernardet, Nicole Puzzi, José Gregori e Monge Sato integram especial da plataforma #CulturaEmCasa 

#CulturaEmCasa apresenta série especial com personalidades que se reinventaram após os 60 anos

Nélida Piñon, Jean-Claude Bernardet, Nicole Puzzi, José Gregori e Monge Sato integram especial da plataforma #CulturaEmCasa 

Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1MUT0I1N7njN4h9TPdTU_w0ToqG_YQwuX?usp=sharing 

#CulturaEmCasa, plataforma de streaming e vídeo por demanda gerida pela Amigos da Arte, apresenta “Transversal do Tempo”, uma série documental em 13 episódios que investiga a vida após os 60 a partir da história   de 14 brasileiros contemporâneos, famosos ou  anônimos. Fazem parte da série, o ex-secretário de Direitos Humanos advogado e jurista José Gregori ; a atriz e apresentadora Nicole Puzzi ; a ativista Vicky Tavares ; o músico e líder religioso Lumumba ; o cineasta Jean-Claude Bernardet ; a escritora Nélida Piñon ; Monge Sato e Dinah Rodrigues .  

O documentário, uma produção da Miração Filmes, fala das angústias da idade em cidades brasileiras, a constante exigência da vitalidade juvenil e, ao mesmo tempo que a expectativa de vida avança.

Transversal do Tempo está disponível por demanda pela #CulturaEmCasa que pode ser baixada na GooglePlay e AppleStore gratuitamente, e  acessada também pelo site. 

 

Os 14 perfis

Vicky Tavares: a terceira idade traz a experiência e a capacidade de aprender com todas as idades. Ex-empresária de moda, Vicky, aos 70 anos, atua como presidente de uma instituição criada para garantir a defesa, a efetivação e a garantia dos direitos socioassistenciais das pessoas que vivem com HIV, o Instituto Positiva. As obras sociais sempre fizeram parte da sua vida e o avançar da idade lhe concedeu ainda mais tempo para se dedicar ao servir.

José Gregori: advogado, jurista e político brasileiro, foi Secretário Nacional dos Direitos Humanos do Brasil e Ministro da Justiça. Mesmo com esse currículo, começou a sentir a idade apenas aos 80 anos, em comparação com o que vivia na mocidade. Ufa, quanta vitalidade! Aos 88 anos, Gregori nos conta sua trajetória e diz sempre ter acreditado na vida.

Nicole Puzzi: encara a velhice como algo físico, não mental. Aos 61 anos, ela conta sua trajetória, desde a infância no sítio da família, no Paraná, até o momento em que se torna atriz em São Paulo, estrela da pornochanchada e apresentadora. Nicole continua a fazer o que ama e acredita que desprezar a idade é desprezar a própria maturidade.

Lumumba: Uma nova maneira de receber o tempo. É assim que Benedito Luiz Amauro, vulgo Mestre Lumumba, classificou o início da melhor idade. Músico, ativista e líder religioso, fez parte da primeira geração de negros que pôde frequentar a escola, proibído por lei em sua época. Com mais de 70 anos de experiência, Lumumba conta que não se sente com a idade que tem e acredita que a vida não acaba após a morte.

Maurílio Ferreira: Quem vive o céu na Terra, como o mineiro Maurílio Ferreira, não quer guerra com ninguém. Maurílio é morador de Itabira, a Capital Estadual do Tropeirismo, no interior de Minas Gerais, e várias vezes vencedor do concurso “Mister Terceira Idade”. O tropeiro tem gosto pela vida e diz, aos 82 anos, que seu medo é ficar velho.

Centenárias (María e Lívia): Este episódio traz histórias de quem já viveu um século de vida. Dona Maria Amorim nos ensina, pelo próprio exemplo, que rasgar fotos e documentos ao presumir a morte não é a melhor das ideias. Já dona Lívia reflete sobre a própria vida, ao ser perguntada, pela primeira vez, sobre como tem vivido.

Elca Rubinstein: Ph.D. em Economia, formada pela USP, onde foi professora até ir para o Banco Mundial, em Washington. Para quem, segundo ela, foi planejada para ser uma princesinha, ousou querer mais e alçou voos mais altos que o esperado, levando consigo a bandeira do feminismo. Aos 73 anos, Elca retoma ideias, gostos e prazeres de uma vida sem tabus. 

Olga Quiroga: nasceu no Chile e se mudou para o Brasil nos anos 1960, quando se tornou referência na luta pelas causas sociais em São Paulo. Integrante do Grupo de Articulação para a Moradia dos Idosos da Capital (Garmic), Olga explica que moradia é sinônimo de dignidade, principalmente para os idosos, que desejam um lugar onde terminar a sua vida.

Jean-Claude Bernardet: teórico de cinema, crítico cinematográfico, cineasta e escritor, é referência no pensamento e na reflexão do cinema no Brasil desde os anos 1960. Jean-Claude conta sua trajetória de vida e as dificuldades que enfrentou ao longo de seus 82 anos, principalmente em relação à sua saúde. Segundo o cineasta, a longevidade tornou-se um produto e uma fonte geradora de riqueza para a indústria farmacêutica e a indústria de saúde.

Nélida Piñon: filha de uma dupla cultura — brasileira e espanhola (galega) —, nasceu no Rio de Janeiro e autointitula-se uma sentimental realista. Escritora consagrada e ex-presidente da Academia Brasileira de Letras, aos 81 anos, mantém-se em atividade e potente. Nélida fala sobre o passado e o presente, através da própria história, e afirma: “Não há história sem memória”. 

Neuza Guerreiro de Carvalho: Insegurança e medo do desconhecido. É assim que ela enxergava a entrada na terceira idade. Aos 88 anos de idade, afirma que o conhecimento e a cultura são os maiores segredos para uma longevidade repleta de autoestima. Neuza comenta sobre seu passado e seu presente transcritos em páginas de diários e um blog na internet. 

Ademar Kyotoshi Sato: mais conhecido como Monge Sato, encara o envelhecimento como algo orgânico, e não apenas físico. Aos 77 anos, Sato acredita que a maior necessidade dos idosos é o afeto, a consideração e o respeito dos mais jovens, um encontro mútuo entre gerações. 

Dinah Rodrigues: ao longo de seus 91 anos de longevidade, formada em Filosofia e Psicologia pela Universidade de São Paulo, tornou-se yogaterapeuta e dedica seu tempo a ajudar mulheres que sofrem com as consequências da baixa produção hormonal. 

“Transversal do Tempo”

Direção geral: Sérgio Roizenblit. Produção executiva: Caetano Simões. Direção de produção: Marisa Reis. Produtora: Miração Filmes. 

#CulturaEmCasa

A plataforma de streaming e vídeo por demanda #CulturaEmCasa tem a missão de ampliar o acesso da população a conteúdos culturais de qualidade, 100% gratuitos e difundir a intensa produção cultural do Estado de São Paulo, seus equipamentos e municípios. Em dois anos, a #CulturaEmCasa atingiu 4,4 mil cidades do Brasil e 166 países. A plataforma foi responsável pelo emprego direto e indireto de mais de 21 mil profissionais do setor, entre artistas, produtores e técnicos.

A ferramenta reúne também conteúdos do Teatro Sérgio Cardoso, do Teatro Estadual de Araras, além de diversos programas de difusão cultural como o Festival de Circo Online de São Paulo, o #CircuitoSP Online, a #ViradaSP Online, e o #SPGastronomia. Integram ainda a programação da plataforma, diversas iniciativas das instituições da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, entre as quais a Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a Jazz Sinfônica, a Pinacoteca, a São Paulo Companhia de Dança, o Conservatório de Tatuí, o Projeto Guri, Fábricas de Cultura, TV Cultura, Bibliotecas, e os Museus da Imagem e do Som, MIS Experience, do Futebol, Índia Vanuíre, Casa de Portinari, Felícia Leirner/ Auditório Claudio Santoro, além dos museus casa-literários, Casa das Rosas, Casa Mário de Andrade e Casa Guilherme de Almeida.

Plataforma #CulturaEmCasa

www.culturaemcasa.com.br

 Redes Sociais:

https://www.facebook.com/culturaemcasasp/

https://www.instragram.com/culturaemcasasp/

https://twitter.com/culturaemcasasp

Amigos da Arte

A Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão do Teatro Sérgio Cardoso, Teatro Sérgio Cardoso Digital e Teatro de Araras, além da plataforma de streaming e vídeo por demanda #CulturaEmCasa,  trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a iniciativa privada desde 2004. Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo fomentar a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em seus mais de 17 anos de atuação, a Organização desenvolveu cerca de 60 mil ações que impactaram mais de 30 milhões de pessoas.

FONTE: ASSESSORIA AMIGOS DA ARTE

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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