Teia Digital

Crescimento do emprego é melhor desde 2013 – Por Sílvio Persivo

Deus me livre de ser chato. De ser ridículo sei que não tenho salvação. “A imperfeição é bela, a loucura genial, e é melhor ser absolutamente ridículo que absolutamente chato” (Marilyn Monroe). 

PORTO VELHO COMPLETA 105 ANOS 

E a nossa Porto Velho completa hoje,  sexta-feira 24, 105 anos. O município, que tem sua história ligada à assinatura do tratado de Petrópolis e da exploração da navegabilidade do rio Madeira, somente surgiu por causa  das 

dificuldades de ancorar grandes embarcações na extinta cidade de Santo Antônio do Rio Madeira. Foi empresário norte americano Percival Farquhar, investidor  responsável pela construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, que planejou, com uma equipe, as primeiras ruas da capital do futuro Estado de Rondônia para utilizar o porto, que hoje é conhecido como o Porto do Cai n’água, classificado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) como Instalação portuária pública de pequeno porte – IP4. Assim, embora o porto fosse o motivo para a mudança, tudo girou em torno da construção da ferrovia. O porto era para abastecer sua construção de insumos. Porto Velho, portanto, nasceu planejada e, na época da construção da estrada, era a cidade mais moderna do país, com energia elétrica, saneamento, as máquinas pesadas mais modernas e até jornal em inglês. 

40 ANOS DE FOLIA

Na última quarta-feira (22) a Banda do Vai Quem Quer (BVQQ) lançou a camiseta 2020, na Casa de Cultura Ivan Marrocos, lançando sua  camiseta de 2020 e apresentando o tema do seu carnaval. Este ano será de homenagens e de grandes comemorações para Banda do Vai Quem Quer,  que vem com o tema “40 anos de folia”. Para a presidente da BVQQ, Sicília Andrade, o maior bloco da região Norte tem muito a comemorar. “São 40 anos de desfile, sem deixar de oferecer alegria ao folião nenhum ano se quer”. O evento foi marcado também pela divulgação da programação de aniversário dos 40 anos. O desfile está marcado para o dia 22 de fevereiro, mas, até lá, serão realizadas diversas comemorações que visam dar maior brilho aos 40 anos da BVQQ.

PISO DOS TRABALHADORES DE FARMÁCIAS E DROGARIAS É REAJUSTADO NA CAPITAL 

O piso salarial dos trabalhadores de farmácias e drogarias da capital será, este ano,  de R$ 1.170,00. O reajuste foi definido na última quarta-feira (22), na primeira rodada de negociações do Termo Aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho 2019/2021, realizada entre o Sindicato dos Trabalhadores em Drogarias do Município de Porto Velho –  SINTDROG e o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Rondônia – SINFARMÁCIA. Para as farmácias e drogarias que aderiram ao Regime Especial de Piso Salarial – Repis, o piso será de R$ 1.079,00. Já os empregados que ganham acima do piso salarial, a reposição acordada entre as partes foi de 3,5%. Os valores passaram a vigorar a partir de 1° de Janeiro de 2020. Já, depois da terceira rodada de negociação, da Convenção Coletiva de Trabalho entre a Fecomércio, Sindicatos Patronais e o Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Bens e Serviços do Estado de Rondônia – Sitracom, ainda não ficou definido o piso salarial dos comerciários do interior. Segundo divulgado o principal impedimento é a exigência do Sitracom para que a homologação fosse obrigatória dentro da convenção coletiva de trabalho, porém a comissão de negociação coletiva da Fecomércio não concordou, afirmando que em decisão unânime em assembleia, a cláusula da homologação não terá caráter obrigatório, conforme determina a lei trabalhista.

CRESCIMENTO DO EMPREGO É O MELHOR DESDE 2013

O Ministério da Economia, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgando que o Brasil criou 644 mil novas vagas de emprego formal no ano passado, 21,63% a mais que em 2018. É o maior saldo de emprego com carteira assinada em números absolutos desde 2013. O estoque de empregos formais chegou a 39 milhões de vínculos. Em 2018, o número tinha sido de 38,4 milhões. Os oitos setores da economia tiveram saldo positivo no último ano. O destaque ficou com o setor de serviços, responsável pela geração de 382,5 mil postos. No comércio, foram 145,4 mil novas vagas e na construção civil, 71,1 mil. O menor desempenho foi o da administração pública, com 822 novas vagas. Em termos regionais, as cinco regiões fecharam o ano com saldo positivo. O melhor resultado foi o da Região Sudeste, com a criação de 318,2 mil novas vagas. Na Região Sul, houve 143,2 mil novos postos; no Nordeste, 76,5 mil; no Centro-Oeste, 73,4 mil; e no Norte, 32,5 mil. Considerando a variação relativa do estoque de empregos, as regiões com melhores desempenhos foram Centro-Oeste, que cresceu 2,30%; Sul (2,01%); Norte (1,82%); Sudeste (1,59%) e Nordeste (1,21%). Em 2019, o saldo foi positivo para todas as unidades da federação, com destaque para São Paulo, com a geração de 184,1 mil novos postos, Minas Gerais, com 97,7 mil, e Santa Catarina, com 71,4 mil.

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA VÃO CRESCER EM 2020

O ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, classificou 2019 como um ano “interessante demais” para a infraestrutura brasileira, com a venda de 27 ativos, porém, disse que 2020 será ainda melhor. A estimativa de seu ministério é de uma arrecadação de R$ 101 bilhões com 44 leilões de ferrovias, rodovias e aeroportos. Um estudo da Inter.B Consultoria também projeta uma melhora dos investimentos na área no ano.  O economista Claudio Frischtak, sócio da Inter.B, estima que o valor investido em infraestrutura pode ficar entre 2,2% e 2,3% do PIB em 2020 – um aumento de cerca de R$ 25 a R$ 30 bilhões a mais na comparação com o ano passado, quando o investimento foi de 1,87%. Ele ressalta, no entanto, que a maior parte desse dinheiro deve vir do setor privado. “A nossa situação de crise fiscal, que afeta tanto o governo federal quanto estaduais e municipais, não leva a uma perspectiva de que os aumentos dos investimentos no setor serão por obra de investimentos públicas. Na realidade, hoje, 2/3 dos investimentos já são privados. Daqui pra frente a tendência é de que os investimentos privados sejam mais dominantes.”

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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