Esporte

Crescem rumores sobre candidatura de Mariana à prefeitura de Porto Velho

Mas confirmação oficial ainda não aconteceu

Medo

Abro meu e-mail e me deparo com o seguinte título em uma mensagem, “Projeto do deputado federal Lúcio Mosquini poderá mudar o futuro das terras em Rondônia”. Se ele mudar “o futuro das terras” igual mudou o “futuro do DER” quando foi responsável pelo órgão, temos que nos preocupar de verdade. o DER virou uma zona (e continua). E nem li o restante do e-mail. Vai saber o que o “futuro” nos reserva…

Falando em Mosquini

O Tribunal de Contas do Estado multou o ex-diretor do DER em R$ 3.240 por uma série de irregularidades cometidas no período em que comandou o órgão. Ele atrasou, em 7 dias, a entrega dos balancetes do DER.

Dentro do prazo

A Ação Penal 644, que apura a participação do deputado federal Nilton Capixaba no chamado “Escândalo das Sanguessugas” está correndo rigorosamente dentro dos prazos e praticamente toda a semana tem uma movimentação, coisa rara de acontecer em processos que envolvem políticos. Mas, parece que o afilhado de Roberto Jefferson não vai conseguir encerrar o atual mandato. A ação já está com o relator, ministro Gilmar Mendes que anda com pressa de resolver o assunto. A revisora é a ministra Carmén Lúcia, que despachou no dia 29 de junho a abertura de prazo de 5 dias para a defesa se manifestar, o que ainda não aconteceu, ao menos no sistema do STF…

Falando em Capixaba

O deputado é relator das obras de esgotamento sanitário em Porto Velho, que foram paralisadas pelo Tribunal de Contas da União ainda em 2010 por denúncias apontadas pelo ex-vereador Cláudio Carvalho. O TCU havia pedido informações sobre o caso quando concluiu que haviam “irregularidades insanáveis” no processo. Como relator, Capixaba apresentou parecer pelo arquivamento do pedido do TCU, alegando que “os órgãos responsáveis já estão tomando as providências”. Não sei quais foram as “providências”, mas sei que por causa de trapalhadas iniciadas no governo Cassol e continuadas no governo Confúcio, até hoje Porto Velho continua com 3% de saneamento.

Polêmica

PAINEL POLÍTICO publicou na manhã desta segunda-feira fotos que foram feitas por leitores indignados por terem encontrado centenas de ‘vademecuns’ em uma lixeira próxima a Defensoria Pública. Qualquer pessoa de bom senso suspeitaria que os livros pertenceriam à instituição. Minutos após a publicação, o defensor esclareceu que na verdade se tratavam de livros que pertenceriam à Ulbra e a versão foi publicada também. Porém, na Defensoria e redes sociais, passaram o dia inteiro falando sobre o assunto, divulgando notas de esclarecimentos e outras bobagens, como se a defensoria não tivesse trabalho, e muito, para fazer. Mas, pelo jeito, perder tempo sobre um tema já esclarecido parece que é mais importante.

Lenda

Até hoje usuários reclamam do tal “SUS Mediado”, uma lenda que o governo do Estado criou no início desse ano mas que até hoje não saiu do papel. A idéia é que ao invés de recorrer à Justiça, quem necessitar de um atendimento que considera diferenciado e urgente aciona a Câmara de Mediação da DPE, formada por um médico, farmacêutico, procurador de Justiça e  defensor público. Como eu disse, lenda. Isso é mais importante que o debate sobre os livros que não são da DPE.

R$ 5 mil

Foi o valor da  multa aplicada pelo Tribunal Regional Eleitoral ao pré-candidato peemedebista à prefeitura de Porto Velho Williames Pimentel, na semana passada. O Tribunal também determinou a retirada do ar das páginas williamespimentel.com.br do ar. A representação, movida pelo prefeito Mauro Naizf, candidato à reeleição, apontou que Pimentel vinha fazendo campanha eleitoral antecipada.

Falando em TRE

Depois de terem abandonado o prédio do Tribunal, após a enchente de 2014 e ficarem “acampados” no CPA, o TRE retornou a sua sede, em Porto Velho esta semana. O prédio foi liberado para uso. Durante os últimos dois anos, muita confusão aconteceu sobre a discussão de voltar ou não para a sede. As desavenças foram parar no CNJ e no STJ. Mas, pelo jeito, a coisa já foi resolvida.

Ela vem?

Mariana Carvalho pode ser candidata do PSDB à prefeitura de Porto Velho. Desde o fim de semana passado, que aumentaram os rumores sobre sua definição. Mas, confirmação oficial mesmo, nenhuma. Caso ela não venha, os tucanos devem lançar Hildon Chaves, empresário e ex-promotor. Sobre uma chapa “puro sangue” encabeçada por Mariana e Chaves, a possibilidade é remota.

Passagem

Faleceu em São Paulo a advogada rondoniense Carina Fortes, vítima de acidente de trânsito. Seu corpo foi trasladado para Porto Velho e o enterro deve acontecer nesta terça-feira, no cemitério Jardim da Saudade. A advogada tinha 30 anos.

Clínica Mais Saúde informa – Obesidade diminui expectativa de vida em até 10 anos, diz estudo

Estar acima do peso diminui cerca de um ano da expectativa de vida de um indivíduo, um preço que sobe para cerca de 10 anos nos casos de obesidade severa. É o que diz um amplo estudo publicado nesta quinta-feira na revista médica The Lancet. A pesquisa refuta estudos anteriores que concluíram que ter alguns quilos extras não traz riscos para a saúde. Em vez disso, o novo estudo revelou evidências de que o risco de morrer antes de completar 70 anos aumenta, “de forma gradual e acentuada”, conforme a cintura se expande. “Esse estudo mostra, definitivamente, que o excesso de peso e a obesidade estão associados a um risco de morte prematura”, disse à AFP a líder da pesquisa, Emanuele Di Angelantonio, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. O risco de doença cardíaca coronária, acidente vascular cerebral, doenças respiratórias e câncer aumentaram todos os pacientes estudados. Usando dados de quase quatro milhões de adultos de quatro continentes, o estudo descobriu que as pessoas consideradas moderadamente obesas perdem cerca de três anos de vida. “Pessoas severamente obesas perdem cerca de 10 anos da expectativa de vida”, afirmou Di Angelantonio. Em 2014, de acordo com a OMS, mais de 1,9 milhão de adultos em todo o mundo estavam acima do peso. Desses, mais de 600 milhões eram obesos. O excesso de peso é associado a doenças cardíacas, derrame e a alguns tipos de câncer.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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