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Cotas do PIS têm R$ 23,5 bi para resgate; veja oito fontes de dinheiro ‘esquecido’

Além do dinheiro parado em contas divulgado pelo BC, renda extra pode vir de FGTS, abono e até de programas de milhas 

A notícia de que os brasileiros têm cerca de R$ 8 milhões esquecidos em contas bancárias deixou muita gente com esperança de receber uma grana extra, mas não é só esse dinheiro que pode ter ficado para trás e estar fazendo falta neste período de inflação e desemprego altos — trata-se de valores que poderiam ser aplicados em investimentos que estão rendendo mais com o aumento expressivo da taxa Selic.

Segundo a Caixa Econômica Federal, até janeiro deste ano 10,6 milhões de beneficiários das cotas do PIS/Pasep tinham disponíveis R$ 23,5 bilhões para saque. Como esse dinheiro é devido a pessoas que trabalharam de 1971 a 1988, parte dele está disponível para herdeiros de trabalhadores que tinham direito ao resgate e morreram sem fazê-lo.

Há ainda outras fontes de recursos que podem estar sendo ignoradas: contas inativas do FGTS, abono salarial, prêmios de loteria, restituições do Imposto de Renda e até milhas acumuladas são algumas das opções de renda que podem estar abandonadas.

Confira como resgatar:

1) Abono salarial

Segundo o Ministério do Trabalho e Previdência Social, o abono salarial do PIS/Pasep, exercício 2020/2021, não foi sacado por 320.423 trabalhadores, o que deixou R$ 208,5 milhões esquecidos na conta.

Têm direito ao abono salarial os trabalhadores de empresas privadas cadastrados no PIS (Programa de Integração Social) há pelo menos cinco anos ou trabalhadores de empresas públicas cadastrados no Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), também no mínimo há cinco anos, que atendam a todos os seguintes requisitos:

• Tenham trabalhado de forma remunerada para pessoa jurídica por pelo menos 30 dias seguidos ou não, no ano-base considerado para o cálculo do abono;

• Tenham recebido, em média, até dois salários mínimos durante o ano-base considerado para o cálculo do abono; e

• Que os dados tenham sido informados pelo empregador corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (Rais ou E-social).

O valor do abono é de até um salário mínimo, e o período para solicitar o abono esquecido é de até cinco anos a partir do ano em que a pessoa teve direito a recebê-lo.

2) Cotas do PIS/Pasep

As cotas do PIS/Pasep são valores devidos a quem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 4 de outubro de 1988 e nunca resgatou o dinheiro depositado nesse fundo, que distribuía o saldo na forma de cotas proporcionais ao tempo de serviço e salário.

Segundo a Caixa, até janeiro deste ano estavam disponíveis para saque R$ 23,5 bilhões correspondentes a 10,6 milhões de beneficiários.

Esse valor foi transferido para as contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), mas ainda està à disposição para resgate. A consulta ao saldo dessas cotas pode ser feita pelo site e pelo aplicativo oficial do FGTS, pelo internet banking da Caixa ou nas agências do banco.

Os valores deixados nesse fundo devem ser sacados até o dia 1º de junho de 2025 ou então passarão ao caixa da União.

Os saques podem ser feitos pelo cidadão ou também pelos herdeiros de titulares das contas falecidos. Para isso, é preciso apresentar documento com foto, certidão de óbito e declaração de dependentes (no caso de titular falecido).

3) Dinheiro esquecido em contas bancárias

O novo site valoresareceber.bcb.gov.br, criado pelo Banco Central para informar aos cidadãos se deixaram dinheiro parado em contas fechadas, começa a funcionar na segunda-feira (14).

Caso o cidadão verifique que tem mesmo valores esquecidos, poderá solicitar a transferência do dinheiro a partir do dia 7 de março. Para pedir o resgate, é preciso ter uma conta gov.br com segurança reforçada. Veja como aumentar a segurança da sua conta gov.br com este passo a passo.

4) Nota Fiscal Paulista

O programa do Governo do Estado de São Paulo funciona da seguinte maneira: ao fazer compra em um estabelecimento, o consumidor pede que seu CPF seja informado na nota, e uma parte do ICMS é devolvido na forma de créditos que devem ser resgatados no prazo de até um ano. Os valores liberados e que não forem utilizados pelos consumidores retornam ao Tesouro do Estado. O valor mínimo para transferência é de R$ 0,99.

Para transferir os recursos para uma conta-corrente ou poupança, basta utilizar o aplicativo (app) oficial da Nota Fiscal Paulista pelo tablet ou smartphone, digitar CPF/CNPJ e senha cadastrados e solicitar a opção desejada. Quem preferir pode utilizar a página na internet: portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/nfp. Nas duas opções, os valores serão creditados na conta indicada em até 20 dias.

No mês de outubro também é possível destinar os créditos para abatimento do IPVA. Confira os detalhes em https://portal.fazenda.sp.gov.br/Noticias/Paginas/Consumidores-j%C3%A1-podem-destinar-cr%C3%A9ditos-da-Nota-Fiscal-Paulista-para-abatimento-do-IPVA-2022.aspx.

5) Prêmios de loteria

O sonho de quem aposta na loteria é ganhar o prêmio e levá-lo para casa, mas muita gente que consegue acertar as dezenas acaba se esquecendo de buscar o dinheiro. O problema é que o prazo de resgate é só de 90 dias. Depois disso, o valor vai para o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

Segundo a Caixa Econômica Federal, em 2021 os apostadores esqueceram de retirar R$ 586,8 milhões em prêmios, incluindo as apostas de todas as modalidades no país.

Como resgatar os prêmios antes que o prazo vença?

• Prêmios no valor de até R$ 1.332,78 (bruto de R$ 1.903,98) podem ser resgatados em qualquer unidade lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

• Caso o prêmio líquido seja superior a R$ 1.332,78 (bruto de R$ 1.903,98), o pagamento somente poderá ser realizado nas agências da Caixa, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e recibo de aposta original e premiada.

• Valores iguais ou acima de R$ 10.000 são pagos no prazo mínimo de D+2 (dois dias úteis) a partir de sua apresentação em Agência da Caixa.

6) Programas de milhagens

Vender milhas acumuladas em diversos programas pode ser uma fonte de renda que muitos deixam de aproveitar. Para utilizar essa fonte, o cliente do cartão deve fazer o cadastro no site de benefícios e assim vai acumular pontos a cada fatura paga. Depois, ele faz a troca por produtos em lojas e sites parceiros.

Também existem empresas que compram essas milhas e pagam em dinheiro.

7) Saque do FGTS

Quem trabalha ou trabalhou com carteira assinada pode ter saldo do FGTS a sacar. Quem for demitido e ficar três anos sem trabalhar com carteira assinada, por exemplo, poderá sacar todos os saldos das contas inativas.

Em caso de calamidades como enchentes (como as que aconteceram na Bahia e em Minas Gerais recentemente), a Caixa libera valores de até R$ 6.600, que ficam à disposição dos trabalhadores.

Pessoas com diagnóstico de câncer, Aids, doença terminal (sua ou de seus dependentes) também têm o saldo do FGTS liberado.

Da mesma forma, o saque é liberado integralmente em caso de aposentadoria. E se o titular morrer, os herdeiros também poderão fazer o saque.

Para saber se há valores disponíveis para saque, basta acessar o aplicativo do FGTS.

8) Restituição do IR

A falta de correção da tabela do Imposto de Renda tem tornado cada vez mais difícil receber restituição, mas há quem tenha tido direito a ela e não a recebeu, deixando o dinheiro para o governo. O valor da restituição é corrigido pela taxa Selic, que atualmente está em 10,75% ao ano.

A restituição de Imposto de Renda  é feita por meio do processamento da declaração. Se a  restituição de Imposto de Renda não estiver correta, ou se a pessoa não recebeu os valores, é preciso consultar o extrato para entender o que aconteceu.

Se for o caso, entregue uma declaração retificadora (nova declaração, que corrige a anterior). 

Se a restituição estiver na situação “Disponível para reagendamento”, acesse o site do Banco do Brasil ou entre em contato com a Central de Atendimento do BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Utilize esse serviço se a restituição foi depositada e você não fez o saque no banco dentro de um ano, e os valores retornaram para a Receita Federal.

Porém, se você quer obtiver restituição de imposto que foi pago indevidamente ou a maior que o devido, depois do processamento da declaração, solicite a restituição pelo sistema web, ou programa, Pedido de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação (PER/DCOMP).

Quem teve imposto de renda retido durante o ano mas não estava obrigado a declarar também pode fazer a declaração com atraso para receber 100% do imposto de volta.

Fontes: Agência Brasil, Caixa Econômica Federal, Ministério do Trabalho e Previdência Social, MaxMilhas, Ministério da Economia, Receita Federal

FONTE: R7.COM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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