Teia Digital

CONSTRUÇÃO PESADA RECLAMA DE DESESTÍMULO OCASIONADO PELA POLÍTICA PÚBLICA NO SETOR – por Silvio Persivo

 Exemplo inesquecível de auto-estima. “Sou apenas o meu tipo inesquecível apesar de, às vezes, me achar uma porcaria” (Elis Regina).

PLANTIO DE CASTANHEIRAS É PROPOSTO COMO ALTERNATIVA PARA RONDÔNIA

O vice-governador do Estado de Rondônia, Daniel Pereira, apresentou na segunda-feira(29), à secretária de Extrativismo e Desenvolvimento Rural do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Juliana Ferreira Simões um projeto de plantio de castanheiras, com o objetivo de tornar o Estado o maior produtor da oleaginosa no Brasil. A concepção do desenvolvimento da produção de castanheiras segue o mapeamento das áreas onde as árvores nativas não produzem mais. Segundo Daniel Pereira, o estudo começou com a viabilidade de replantio em reservas extrativista e reservas indígenas, e, em seguida, foram incluídas áreas de pastagens e lavouras que possuam castanheiras estéreis. Ao detalhar o tema, o vice-governador explicou que estas castanheiras improdutivas serão abatidas e sua madeira utilizada pelo setor madeireiro. Deste modo, os recursos obtidos fomentarão a produção de mudas e o plantio. A idéia é boa, mas, é preciso atentar, no entanto, que será preciso modificar a legislação vigente, pois, por decreto federal não são passíveis de exploração para fins madeireiros a castanheira (Betholetia excelsa) e a seringueira (Hevea spp) em florestas naturais, primitivas ou regeneradas.

KANINDÉ TEM MÉRITO RECONHECIDO PELO IBAM

A Kanindé recebeu o certificado de reconhecimento de mérito do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM) no Prêmio Gestão Ambiental no Bioma Amazônia. O projeto apresentado foi o Diagnóstico Etnoambiental Participativo, Etnozoneamento e Plano de Gestão da Terra Indígena Nhamudá-Mapuera e Trombetas-Mapuera, inscrito na categoria Ordenamento Territorial e Fundiário.

REGULAÇÃO MELHORA AMBIENTE ECONÔMICO E SEGURANÇA JURIDÍCA

A pauta do seminário “O papel das agências reguladoras no Brasil”, que a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), sediou na quarta-feira, 31 de agosto, foi a de debater e divulgar a função das agências reguladoras e sua importância para o desenvolvimento de Rondônia e do país. Realizado pela Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados do Estado de Rondônia (Agero) e Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR), com apoio da Fiero, o evento, além dos palestrantes convidados, contou com a participação do superintendente da Fiero, Gilberto Baptista, que ministrou palestra sobre a importância das Agências Reguladoras na Atração de Investimento. Baptista pontuou que atuação das agências ainda é recente no país, mas, que trouxe uma segurança jurídica maior para os investimentos externos no país. Em seu ponto de vista, o principal entrave no desenvolvimento, em atração de investimentos, é a falta de segurança jurídica. “O superintendente acrescenta que a Agero possibilitará maior segurança e facilitará a atração de novos investimentos para Rondônia. Segundo o diretor presidente da Agero, Marcelo Henrique Borges, a intenção é tornar a agência conhecida e divulgar seu papel como entidade reguladora de diversos serviços. O diretor presidente da ABAR, Fábio Augusto Costa complementou dizendo que o encontro favoreceu a troca de informações sobre a atuação das agências em todo o Brasil, principalmente destacando o tripé regulatório: poder público, usuários e concessionárias. “As agências têm como competências à regulação dos serviços públicos, em especial nas áreas de geração e transmissão de energia, gás natural, combustíveis, saneamento, transportes, entre outros. Nosso papel é assegurar o equilíbrio e melhorias destes serviços contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Brasil”.

CONSTRUÇÃO PESADA RECLAMA DE DESESTÍMULO OCASIONADO PELA POLÍTICA  PÚBLICA NO SETOR

O presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Pesada do Estado de Rondônia (Sinicon-RO), o engenheiro e 1º diretor tesoureiro da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia, Alan Gurgel do Amaral, está preocupado com os novos rumos tomados pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER-RO). Em ofício enviado ao governador Confúcio Moura, o líder sindical denuncia que estas mudanças prejudicam as indústrias do segmento e o desenvolvimento do estado. Alan Gurgel do Amaral argumenta que o DER deveria projetar; disciplinar, vistoriar e fiscalizar os serviços, mas, não executar os projetos, porque isso contribuir para reduzir a pó as empresas de construção pesada. “O nosso segmento tem trabalhado em harmonia com os órgãos contratantes responsáveis pelos serviços de infraestrutura. No entanto, esta mudança de postura do DER, vai na contramão desta parceria de trabalho”. Gurgel lembra ainda que o Fundo para Infraestrutura de Transporte e Habitação (FITHA) foi criado para dar respaldo financeiro nas obras de infraestrutura como estradas, aeroportos, saneamento e eletrificação. Hoje esta sendo direcionado para adquirir maquinários pesados, para executar as obras por administração direta. “Sabemos que isso não funciona. Em meu ponto de vista, o fundamental para o desenvolvimento das obras de mobilidade pública é a Parceria Pública Privada (PPPs). Obras de infraestrutura são complexas, têm perfil de longo prazo e exigem recursos vultosos e, para que possamos atender a demanda com um padrão mínimo de qualidade, vamos precisar, cada vez mais, da iniciativa privada, daí a importância das PPPs”.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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