Esporte

CONFÚCIO MANDA ACABAR COM GRUPOS DE TRABALHO, MAS SEDAM RESISTE

Situação no órgão é tensa com insistência em manter equipe onde alguns nunca apareceram para trabalhar

Game over

O “guru” de sabe-se lá o que Mangabeira Unger deu o pinote do governo Dilma antes que dêem o pinote nele. Alegando “problemas de saúde na família”, se empirulitou para os Estados Unidos e não volta mais. Seu ministério, cujo resultado foi zero elevado a 10ª potência será extinto na reforma administrativa do governo. Os índices de produtividade de Mangabeira para o governo brasileiro foram exatamente os mesmos que ele atingiu aqui em Rondônia…por aí percebe-se o nível de falta que ele vai fazer indo embora do Brasil.

De volta

O ex-deputado federal Natan Donadon avisou a seus “amigos e correligionários” através de mensagemd e áudio via whatsapp que em breve estará em Vilhena, para onde conseguiu transferência. Quem ouviu o áudio diz que ele estava “fazendo exercícios pelo tom da sua voz ofegante”. Segundo Natan, quando ele estiver em Vilhena, “vai trabalhar durante o dia e se recolher na carceragem durante a noite”. É bom alguém avisar o deputado que as coisas andam “quentes” em Vilhena.

O "inocente" Natan Donadon esta ofegante e garante, "agora vai trabalhar"

Na fogueira

O senador Valdir Raupp foi destaque em reportagem do jornal Folha de São Paulo nesta segunda-feira, cuja manchete destacou, “PF investiga senador Valdir Raupp por suspeita de corrupção”, e trouxe informações sobre uma suposta investigação contra Raupp, em uma operação envolvendo uma gráfica e a refinaria de Manguinhos (RJ). Segundo o jornal paulista, “No mesmo dia que a gráfica de Porto Velho emitiu uma nota nota, o escritório de advocacia Almeida e Almeida também emitiu uma nota de R$ 100 mil para a Refinaria de Manguinhos. O destinatário dos supostos honorários seria José de Almeida Júnior, concunhado de Raupp. “Seis dias após os pagamentos da Refinaria [de] Manguinhos, o casal Raupp quitou o valor de R$ 339 mil junto à Graff Norte”, diz o relatório de inteligência da PF ao qual a Folha teve acesso e que integra o inquérito de Raupp que corre no STF (Supremo Tribunal Federal)”. A gráfica informou ter cancelado a nota “por falta de pagamento”.

Contraponto

Em contato com a coluna PAINEL POLÍTICO por telefone, o senador informou que “não tem nada a ver com o caso”, que segundo ele, “tratou-se de uma transação entre empresas privadas e um escritório de advocacia”. Para o senador, “é natural que durante um momento político tão conturbado surjam todos os tipos de informações”. Ele declarou ainda estar tranquilo e garantiu que suas relações com o PMDB “são as melhores possíveis”. E disse o mesmo sobre o vice-presidente da República, “Michel Temer vem declarando que me apóia, caso decida disputar a presidência do PMDB em 2016. Tenho despachado quase que diariamente na sede do partido, atendendo a um pedido dele (Temer). Portanto, não existe essa conversa de isolamento dentro da legenda, conforme andam espalhando” declarou o senador.

O certo

De toda essa história é que o óleo está esquentando cada vez mais para cima do senador rondoniense, que pode até, de fato, nada ter a ver com a tal operação em Manguinhos, mas que essa história vai dar ainda muito para para manga, isso vai.

"Não tenho nada a ver com isso", declarou Raupp à PAINEL POLÍTICO

Até quando?

Apagões, quando ocorrem nas regiões sul e sudeste do país, causam uma confusão daquelas, mas quando é porque aqui, ninguém tá nem aí. Já registramos três apagões nos últimos 30 dias e aEletrobrás não consegue dar uma explicação convincente. O último foi no domingo, 13, quando Acre e Rondônia ficaram sem energia. Por aqui, os termômetros marcavam 38 graus em plena tarde ensolarada e enfumaçada. Nos grupos de whatsapp e redes sociais a indignação era geral. Pior é que pagamos valores exorbitantes, que não são cobrados em nenhum outro estado e temos 2 grandes usinas hidrelétricas, além de pelo menos uma dezena de PCHs e usinas térmicas. E continuamos no escuro. A tal Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) não serve para nada, exceto para ser um imenso cabide de empregos de petistas e peemedebistas.

853.327

É o número de pessoas que já haviam assinado o pedido de impeachment de Dilma Roussef no movimento da Câmara dos Deputados. Se você ainda não assinou, está esperando o que? CLIQUE AQUI para fazer esse favor ao Brasil.

Pelas redes

A hashtag #estamosaordem viralizou nesta segunda-feira. A hashtag faz parte da campanha de reeleição de Andrey Cavalcante à seccional Rondônia da Ordem dos Advogados do Brasil.

Fim dos grupos

Confúcio Moura teria determinado a extinção dos grupos de trabalho da SEDAM e da Folha de Pagamento. Na SEDAM a resistência para extinguir o grupo é forte, sob a alegação de que o programa do CAR, bancado pelo BNDES (aquele que compraram as camionetes irregularmente) exige um “grupo de acompanhamento”. Ocorre que o banco não diz que esse grupo precisa ser remunerado. O grupo passaria a se reunir a partir das 15 horas, quando o trabalho na SEDAM já está encerrado ao público externo. A Controladoria já deu parecer favorável para essa extinção, mas lá pela SEDAM estão teimando.

Na SEDAM

Pelo menos três membros do grupo de trabalho atual nunca apareceram por lá. Trabalham em outras secretarias e não passaram por lá nem para bater o ponto. Só a título de comparação, na SEPOG existe um grupo de trabalho que gerencia um programa de R$ 500 milhões e não é remunerado. Na SEDAM eles querem mante remunerações acima de R$ 6 mil para gerenciar um programa de R$ 35 milhões. Não faz sentido.

Vai voltar

E o governo federal presenteou os brasileiros nesta segunda-feira com um “pacotaço” daqueles dignos dos anos 80, com direito a novos impostos e a possibilidade real do retorno da famigeradaCPMF, aquele imposto sem-vergonha que você paga ao realizar qualquer movimentação financeira. A CPMF, segundo os cálculos divulgados pelo governo, vai ser responsável por metade do ajuste nas contas públicas anunciado nesta segunda-feira para o ano de 2016, que é de R$ 64,9 bilhões. “O objetivo é que a CPMF não dure mais do que quatro anos”, disse o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Concursos públicos suspensos

O ministro Joaquim Levy anunciou ainda a criação de um imposto sobre “ganho de capital progressivo”, que será cobrado sobre aumentos de receita das pessoas físicas. Esse tributo vai afetar, por exemplo, os recursos gerados com a venda de um imóvel. Além disso, também haverásuspensão de concursos públicos, que estavam estimados em R$ 1,5 bilhão em gastos em 2016. O governo anunciou ainda uma redução de R$ 2 bilhões em despesas discricionárias com DAS (cargos comissionados). Pois é…agora vota 13 de confirma!

Certeza da impunidade

Uma operação policial ocorrida em Cuiabá (MT) comprova que a polícia brasileira (salvo exceções) ainda não pode ser enquadrada no quesito “polícia cidadã”. Imagens feitas por celular mostram um policial militar agredindo, aos tapas, um homem algemado dirante de dezenas de testemunhas, sem nenhum pudor. A operação terminou em tragédia, com um trabalhador morto por um tiro de escopeta nas costas, e o outro espancado. O vídeo abaixo mostra a agressão. Minutos depois o outro foi morto. A violência – a tortura escancarada na frente de muita gente -, e a morte brutal durante um tumulto na construção de um Resort no exótico paraíso, ao lado da lagoa de Manso, em Chapada dos Guimarães. O governo do MT ainda não se manifestou sobre o episódio.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Clínica Mais Saúde informa: Pular por dois minutos todo os dias reduz risco de osteoporose

Pular por dois minutos diariamente pode fortalecer os ossos do quadril de pessoas mais velhas, reduzir o risco de fratura após uma queda e diminuir a probabilidade de desenvolver osteoporose. É o que diz um estudo publicado na edição de setembro da revista científica Journal of Bone and Mineral Research e conduzido por pesquisadores da Universidade de Loughborough, na Grã-Bretanha. Participaram da pesquisa 34 homens com idade entre 65 e 80 anos que, durante um ano, executaram um programa de exercícios distribuídos aleatoriamente que envolviam saltar em apenas uma perna. Os voluntários foram orientados a evitar quaisquer outras alterações em sua atividade física ou hábitos alimentares durante o período do estudo. Os resultados mostraram que houve uma melhora de até 7% na densidade óssea da parte externa do osso e também na densidade da camada de osso esponjoso. De acordo com os pesquisadores, a melhoria mais importante foi o aumento de massa nas áreas mais finas do osso, que consequentemente correm maior risco de fratura após uma queda. Segundo os autores, estes resultados têm implicações importantes para a prevenção e tratamento da osteoporose, que afeta os idosos e está associada a um risco aumentado de fratura no quadril. Apesar dos resultados, os autores ressaltam que, como qualquer exercício, é preciso começar a pular devagar e com cautela, pois uma queda poderia causar uma fratura em alguém com ossos fracos.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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