Teia Digital

Conab apontam um aumento da produção de soja 18,7% em relação à última safra – por Silvio Persivo

Ah! Coração vagabundo. “Como é frágil o coração humano-/espelhado poço de pensamentos./Tão profundo e trêmulo instrumento/de vidro, que canta/ou chora” (Sylvia Plath).

 PRODUÇÃO DA SOJA CRESCE NO SUL DO ESTADO

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam um aumento da produção de soja 18,7% em relação à última safra. Na última safra, foram plantados 289 mil hectares de soja no estado, produzindo 908,3 mil toneladas. Este Volume é recorde do Estado de Rondônia. A produtividade rondoniense também é maior que a média regional. Na safra 2016/2017, o estado produziu, em média, 3.143 quilos por hectare. Já a média da região Norte foi de 3.042 quilos por hectare. Segundo a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), os três municípios com as maiores áreas de produção de soja estão  no Sul do Estado: Vilhena (47.352 ha), Corumbiara (41.165 ha) e Pimenteiras do Oeste (33.073 ha). O Sul rondoniense também tem os seis municípios com mais propriedades rurais produtoras de soja: Cerejeiras, Corumbiara, Pimenteiras do Oeste, Cabixi, Vilhena e Colorado do Oeste. No total, Rondônia tem 1.243 propriedades rurais produtoras de soja.

PROGRAMA DE FIM DE SEMANA, AGORA, É PASSEIO DE CAIAQUE

Apesar de considerar um programa muito bom, com certeza, não é para mim, mas, não posso deixar de recomendar para quem gosta de aventura a mais nova onda, criada pelo Saulo Giordane, um jovem empreendedor e diretor da Amazônia Adventure, que acontece nos finais de semana que são os passeios de caiaque no Candeias e Rio Preto. Quem se interessar pode contatar Saint Louis-Café Bistrô, na Calama, 4.085    ou no https://www.facebook.com/pg/amazoniadventure/ ou no e-mail [email protected].

DICA DE FRUTOS DO MAR

Também quem está fazendo sucesso, em especial nas quartas-feiras, com frutos do mar é a Moqueca Capixaba, na Rua Quintino Bocaiuva, 1711, São Cristovão, na lateral da Cervejaria Public Haus. Inclusive com um excelente Tambaqui assado na brasa sem espinha. A partir de hoje aberto até domingo. E tem caranguejo todos os dias.

 FABRICANTES ESTRANGEIROS TEM EXPRESSIVA PARTICIPAÇÃO NO PIM

A Suframa divulgou que o polo industrial possui cerca de 450 indústrias, entre nacionais e internacionais. Também que é significativa a participação de fabricantes de origem estrangeira que, em 2015, eram de 214 fabricantes, ou seja, cerca de 48% do parque fabril. O Japão aparecem em primeiro lugar com um total de 40 empresas instaladas em Manaus. Os EUA ocupam a segunda classificação com o 36 indústrias. Os fabricantes de origem estrangeira se destacam no polo duas rodas, setor de eletroeletrônicos, informática, entre outros. Conforme a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), em 2015 (últimos dados existentes), as empresas internacionais investiram US$8,2 bilhões no parque fabril.  Os EUA (Estados Unidos da América) e o Japão são os maiores investidores em relação ao número de indústrias e ao repasse de valores ao PIM, mas, quem destina maiores valores ao polo industrial são os EUA, que há 2 anos registrou o repasse de valores acima de US$1,2 bilhões. O Japão investiu US$808,5 milhões. Os Países Baixos aparecem em terceira classificação na lista dos investidores da Suframa com o capital investido de US$362 milhões e dez empresas instaladas na capital.

MIGRAÇÃO FORÇADA

Por falar em Manaus a cidade foi invadida por venezuelanos da tribo Warao, que, segundo a Secretaria Estadual de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) apurou, em número superior a 500 pessoas desde o início do ano. O motivo é a crise econômica e a falta de alimentos na Venezuela fizeram com que indígenas nativos deixassem o país em direção aos países vizinhos. A viagem para o Brasil foi a saída encontrada pelos índios diante da grave crise atravessada no país, que vive uma escassez severa de produtos básicos e hiperinflação, além de uma crise política que resultou em dezenas de mortos em protestos contra o governo de Nicolás Maduro nas últimas semanas.

TRANSCONTINENTAL EM COMPASSO DE ESPERA

Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o Banco Industrial e Comercial da China (ICBC) demonstrou interesse em investir em projetos de longo prazo no Brasil. Os chineses estão interessados, segundo o ministro, nas áreas de infraestrutura, como energia, portos e estradas. Meirelles se reuniu com os representantes do banco na semana passada. Também uma série de empresários chineses se reuniram com representantes do governo brasileiro para discutir novas possibilidades de concessão em obras de infraestrutura. A ideia é estabelecer, nos próximos meses, uma lista de projetos de interesse de ambos os países para submetê-los ao Fundo Brasil-China na próxima reunião, em agosto. O Ministério do Planejamento já sinalizou que poderão entrar nessa lista as ferrovias Norte-Sul e Ferrogrão. A ferrovia Transcontinental ainda está sob estudo.

COMÉRCIO PODERÁ COBRAR MAIS BARATO EM PAGAMENTOS À VISTA

Os comerciantes e empresários poderão cobrar, para um mesmo produto, preços diferentes conforme o meio de pagamento. O presidente da República, Michel Temer, sancionou ontem (26/6) a conversão em lei da Medida Provisória 764, que vigora desde dezembro do ano passado e dispõe sobre a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou da forma de pagamento utilizada pelo consumidor. Na prática, a nova lei regulamenta os descontos em compras à vista ou pagas em dinheiro em espécie. Antes da Medida Provisória (MP), os varejistas não tinham permissão legal para cobrar valores menores em produtos pagos à vista. A medida tem como objetivo melhorar o ambiente de negócios, estimular a economia em meio à crise e oferecer um maior poder de barganha aos consumidores.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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