Esporte

Com quatro meses de lotação, servidor do DER viaja de férias para os EUA

Filho dele, que é lotado no órgão como servidor requisitado, recebeu quinquênio de mais de R$ 47 mil

Por aqui

A Construtora Odebrecht andou fazendo doações de campanha também aqui em Rondônia. Um dos beneficiados foi o delegado Thiago Flores (PMDB) que disputou uma vaga de deputado federal pela coligação “Rondônia no Caminho Certo 1”. O estreante recebeu um cheque, declarado em sua prestação de contas, no valor de R$ 50 mil. Atualmente Flores é secretário da Paz do governo Confúcio Moura. Nas eleições de 2014, a construtora doou R$ 48,278,100 para diversos partidos, mas foi o PMDB que abocanhou a maior fatia, R$ 15,290,000, o PT levou R$ 9,495,000 e os tucanos R$ 9,090,000.

A culpa é do Confúcio #sqn

Após a divulgação por PAINEL POLÍTICO que o Detran está com mais de 50% dos servidores em cargos comissionados e ao mesmo tempo não convoca os aprovados no último concurso, a autarquia emitiu uma nota, nesta quinta-feira afirmando que “a responsabilidade pelo preenchimento dos cargos em comissão é do governador Confúcio Moura”. Ou seja, eles literalmente empurraram o abacaxi para o Chefe do Executivo. A nota informa ainda que o Detran convocou “30% dos aprovados no concurso”, e que em outubro pode ocorrer um novo chamamento, mas destacou que o certame tem validade de 2 anos, podendo ser prorrogado por mais 2 a contar de janeiro deste ano. Traduzindo, “vocês podem se preparar para esperar mais 3 anos e meio”.

Ocorre

Que dessa vez, apenas esta, o governador não tem responsabilidade. O Detran vem sendo comandado pela família Gurgacz desde o primeiro mandato de Confúcio, e virou uma espécie de “empresa familiar”. O agora deputado estadual Aírton Gurgacz foi diretor da autarquia durante os primeiros quatro anos. Quando ele se afastou para concorrer ás eleições, assumiu Solange Gurgacz, que deixou o cargo recentemente e assumiu José de Albuquerque Cavalcante, que sempre foi próximo dos Gurgacz, tendo inclusive integrado o staff do então prefeito Acir Gurgacz, em Ji-Paraná.

No passado recente

Confúcio chegou a reclamar com assessores próximos do domínio dos Gurgacz sobre a autarquia. O governador se queixava exatamente da impossibilidade de interferir no órgão, que é controlado pela família do senador de Ji-Paraná e com a eleição de Aírton, a força política da família aumentou ainda mais. Sem contar que o acordo de reeleição de Confúcio passou pela permanência do Detran com os Gurgacz. Portanto, a batata quente que estão querendo empurrar para Confúcio, para ser justo, não é dele. O povo da Cascavel pode até ter forçado, mas a responsabilidade é só deles.

Enquanto isso

Os aprovados no concurso tem que aguardar. Para quem não sabe ou não lembra, essa “convocação de 30%” está eivada de suspeitas, porque alguns dos aprovados já são comissionados no Detran. E logo após o chamamento o Detran tentou reduzir a quantidade dos convocados, uma verdadeira lambança que quase acabou na polícia. O caso foi divulgado por PAINEL POLÍTICO com exclusividade.

Grampolândia

O deputado estadual Jesuíno Boabaid quer saber quem a SESDEC anda ouvindo com o Guardião e porque. Ele afirmou nesta quinta-feira que vai apresentar um requerimento na próxima sessão da Casa para que seja realizado, por uma empresa independente, uma auditoria no sistema Guardião que está sendo usado pela Secretaria de Defesa. O parlamentar afirma que recebeu denúncia de supostas irregularidades no uso do equipamento.  Para o deputado, “é inadmissível que um sistema utilizado para combater o crime esteja sendo utilizado como ferramenta para cometer crimes”.

Log do sistema

O Guardião, assim como qualquer sistema informatizado, possui logs (registros) de uso. É possível saber, analisando esses registros, quem foi o responsável pela inserção de números de telefones em operações que estão em andamento. Evidente que se trata de uma operação interna, restrita e também é possível apagar esses registros (quem assistiu Tropa de Elite II lembra da cena do assessor do secretário de segurança do Rio de Janeiro mandando o agente lhe entregar uma gravação e apagar os registros). Assim como na ficção, o uso inadequado de escutas também é utilizado na vida real. É gravíssimo porque invade, sem autorização judicial, a intimidade do cidadão. Pior, o contexto em que são apresentados trechos de conversas são muitas vezes distorcidos, daí a necessidade de se ter um controle eficiente do sistema.

O deputado

Está coberto de razão em cobrar essa auditoria, que foi cobrada também pelo Ministério Público do Estado, mas os trabalhos não foram concluídos devido ao grande volume de grampos que estavam sendo feitos. Mas uma coisa é certa, pelo que havia sido auditado já tinha coisa errada.

Até quando?

Um servidor comissionado no DER, cuja lotação completou quatro meses agora, entrou de férias e viajou para os Estados Unidos.O filho deste servidor, que é bombeiro militar foi requisitado para o DER há pouco mais de dois meses e recebeu agora, à título de quinquênio R$ 47.394,87. Não tenho certeza, mas não sei se o funcionário pode receber quinquênio de órgão que não seja o seu de origem. Qual foi o critério para pagamento desse benefício, sendo que existem dezenas de servidores públicos que até hoje não receberam o quinquênio?

E as férias?

E como um servidor (no caso o pai) consegue tirar férias após 4 meses de trabalho apenas? Só para esclarecer, pai e filho são amigos próximos de Lioberto Ubirajara Caetano de Souza, o diretor do DER. Será que Confúcio não sabe dessa? Acelera governador, passou da hora de trocar essa equipe que não consegue fazer as coisas funcionarem, exceto, é claro, os favores para os amigos.

Preventivo

Um habeas corpus preventivo impetrado no final da tarde de quarta-feira na Justiça Federal em Curitiba (PA) causou maior rebuliço no país nesta quinta-feira. O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) divulgou pela manhã, em sua conta no Twitter, uma foto do pedido que estava no sistema do TRF, tratava-se de um HC preventivo em nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele não fosse preso na Operação Lava-Jato. PAINEL POLÍTICO, que acompanha Caiado na rede social foi o primeiro a publicar, em todo o país, a informação. Cerca de 20 minutos depois a Folha de São Paulo também divulgou. Quase uma hora depois, o Instituto Lula, que administra a vida do ex-presidente informou que não havia sido ele o autor do pedido.

O caso

Gerou uma confusão e como o brasileiro ultimamente só tem lido títulos de links, Lula vai pagar esse pato. O ex-presidente esteve reunido no último fim de semana com seus advogados em São Paulo e ele foi aconselhado a assumir um ministério, pois assim ficaria com foro privilegiado (o STF teria que autorizar qualquer ação contra ele). Lula não teria dado resposta, mas pensa no assunto. Já é dada como certa a prisão dele como o “gran finale” da Operação Lava-Jato. Resta saber se ele vai pagar para ver.

Para contatos

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Tomar AAS quando estiver infartando e tossir a cada dois segundos é eficaz?

De tempos em tempos, alguma recomendação popular intriga e a pergunta fica no ar: será que funciona? Grande parte delas é falsa e chega até a oferecer risco à saúde. Seria esse o caso da crença de muita gente de que, quando alguém perceber que está infartando, deve tomar comprimidos de ácido acetilsalicílico (AAS), começar a tossir a cada dois segundos e correr para o hospital? Quando se fala do AAS, essa informação procede, sim. Os especialistas explicam que o AAS é um excelente prolongador de vida. O cardiologista do Instituto do Coração de São Paulo (Incor) Alexandre Soeiro conta que o medicamento é fundamental no tratamento do infarto e que diminui as taxas de mortalidade quando administrado nas doses de 200 a 300 mg. O cardiologista do Hospital do Coração (HCor) César Jardim explica que estudos mostraram que o AAS é capaz de reduzir a mortalidade em até 25%. Já quando se fala da recomendação de tossir a cada dois segundos para interromper um infarto, a avaliação dos profissionais é outra: ela não procede, segundo os cardiologistas. Entretanto, segundo César Jardim, em alguns casos muito específicos, forçar uma tosse poderia ajudar. “São situações específicas que só o médico percebe, como quando há alguma alteração do ritmo, em que vai ter um reflexo vagal. É uma questão muito técnica”, diz ele, ressaltando que a pessoa que está infartando não conseguirá perceber isso. O cardiologista do Incor explica que tossir, ao menos, não fará nenhum mal a quem está infartando. Se tossir não traz riscos, o mesmo não se pode falar de deitar e dormir. Os profissionais também categóricos: é proibido deitar, dormir e deixar de ir ao hospital quando se está infartando.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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