Cidades

Com o tema “Os filhos do motociclista”, Escola Pública de Trânsito realiza parada educativa em Porto Velho

A parada educativa aconteceu na quarta (14) e quinta-feira (15), com a abordagem de 310 veículos em importantes avenidas de Porto Velho

Em conformidade com a Resolução nº 980 do Conselho Nacional de Trânsito – Contran, que estabelece a mensagem, os temas e o cronograma das campanhas educativas de trânsito a serem realizadas de janeiro a dezembro de 2023, o Departamento Estadual de Trânsito – Detran Rondônia, por meio da Escola Pública de Trânsito – EPT realizou parada educativa com o tema do mês de junho: “Os filhos do motociclista”, na quarta (14) e quinta-feira (15), nas Avenidas Rio Madeira e Tiradentes, em Porto Velho. As duas noites de ação resultaram na abordagem de 310 veículos, sensibilizando 540 pessoas, entre motociclistas e motoristas.

O coordenador da equipe de voluntários da EPT na quarta-feira, Tiago Gomes de Medeiros, falou da importância de conscientizar a população sobre os riscos que os motociclistas enfrentam no trânsito. “Eles são os mais expostos a acidentes e mortes nas vias. Os dados da Coordenadoria de Registros de Estatística e Acidentes de Trânsito – Renaest do Detran/RO mostram que, em 2021 foram registrados 7.422 sinistros envolvendo motociclistas, e em 2022 foram 9.657. Somando os dois anos, o número chega a 17.079 motociclistas acidentados no trânsito”, alertou.

O governador Marcos Rocha destacou que a presença dos pais é fundamental para o desenvolvimento dos filhos, e lembrou quantos filhos têm perdido seus pais motociclistas no trânsito.  “Vamos fazer um apelo aos filhos para que mandem mensagens aos seus pais e mães que andam de motocicleta, e a todos os que dirigem nas vias, para que sigam as normas do trânsito. Eles irão pedir aos que estão nos outros veículos, que sejam cuidadosos com as motos, pois os filhos estarão em casa aguardando o seu retorno”, sensibilizou. É essencial lembrar aos pais que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro – CTB, para levar crianças em garupa de motocicletas é necessário que a criança tenha no mínimo 10 anos de idade.

Motociclistas foram sensibilizados sobre a importância de obedecer às leis de trânsito para sua segurança

São atitudes importantes para os motociclistas evitarem sinistros no trânsito:

  • Usar o capacete com a cinta jugular bem presa ao pescoço e a viseira fechada, para evitar acidentes com insetos nos olhos;
  • Usar roupas de cores claras ou vivas, ou com faixas refletivas, para ficar mais visível aos outros motoristas;
  • Evitar o ponto cego dos veículos maiores, como caminhões e ônibus, e olhar nos olhos dos motoristas pelos espelhos laterais;
  • Prestar atenção aos motoristas perdidos ou distraídos, que podem mudar de faixa ou fazer conversões sem sinalizar;
  • Manter o farol sempre aceso e sinalizar as manobras com antecedência ;
  • Ter cuidado nos cruzamentos, reduzindo a velocidade e não ultrapassando perigosamente ;
  • Checar os retrovisores e ajustá-los antes de sair com a moto;
  • Em dias de chuva ou à noite, diminuir a velocidade e manter uma distância maior dos outros veículos ;
  • Fazer a manutenção constante da moto, verificando pneus, freios, faróis, óleo do motor e outros aspectos;
  • Praticar a direção defensiva, respeitando a sinalização e os pedestres .

O diretor-geral do Detran/RO, Léo Moraes ressaltou que, as ações educativas da EPT fazem parte do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito- Pnatrans, ao qual a Autarquia aderiu em 2022. “O Pnatrans se alinha com as iniciativas da Organização das Nações Unidas – ONU para a Nova Década de Segurança no Trânsito, e com as políticas nacionais de trânsito e de mobilidade urbana; e estabelece  metas para a redução de no mínimo 50% das taxas de mortes por grupo de habitantes e por grupo de veículos, no período de dez anos, de 2018 a 2028. O Detran está nas ruas, seja educando ou fiscalizando, fazendo a parte que lhe cabe, e contamos com a sociedade para que também faça a sua, obedecendo as leis de trânsito e primando pela segurança. No trânsito, escolha a vida”,  finalizou.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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