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COLUNA TEIA DIGITAL: Alta da Dívida Pública no Brasil é uma das maiores do mundo – Por Silvio Persivo

Será que separam mesmo? “Os grandes espíritos são aliados da loucura; separam-lhes finas paredes” (John Dryden).

O CIDADÃO DE PORTO VELHO HIROITO YAMAGUCHI

Não posso deixar de anotar o aniversário de nosso ilustre amigo Hiroito Yamaguchi, na última terça-feira (7) do qual participei por iniciativa José Valdir Pereira, escritor e poeta, um dos fundadores da UNIR, no sitio do Yamaguchi, na companhia de Tunai Melo. Foi uma noite para lá especial. Yamaguchi, que foi um importante membro de várias administrações municipais, entre ela de Chiquilito Erse e Sebastião Assef Valadares,  teve uma participação muito grande no crescimento de Porto Velho abrindo novas ruas e avenidas, resolvendo problemas urbanos. Além da cantoria, com José Valdir & Tunai cantando também o aniversariante entoou, com muito brilho, entre elas-já não tenho certeza- Kokorono-Niji. A comida excelente, cerveja, vinho não faltaram. Nem uma boa conversa sobre a vinda implantação da colônia agrícola japonesa, em 1954, com a vinda de 29 famílias para Porto Velho. Os orientais se instalaram na Estrada 13 de Setembro, hoje conhecida como Estrada dos Japoneses. Yamaguchi contou que seus pais, Nobilyuki e Miwako Yagamuchi, criaram na mesma época do Alamanara, o Restaurante Tokyo, que foi um dos mais antigos da cidade. Tradição, aliás, de fazer boa comida que teve continuidade com ele que criou, expandiu o Restaurante Oriente, o primeiro e por muito tempo o mais importante da culinária japonesa em Porto Velho. Também dois de seus filhos deram continuidade a este tipo de talento, o Márcio, aqui, e uma filha, lá em Saco Grande, Florianópolis, que, por sinal, estava presente. Também um ex-colaborador e amigo, o empresário Heverson Sushiman Tatu, que fez um depoimento sobre sua amizade com o aniversariante. Houve um passeio por reminiscências que começaram pelo professor Maurilio Galvão, passando por José Airto Leite, que atuou na Prefeitura e no DNER, até o economista e professor José Aldenor  Neves. Por fim  do Colégio Dom Bosco, quando ainda era próximo da Catedral, e, o ponto alto das conversas foi a revelação (para mim) de que, na Companhia de Águas e de Esgotos de Rondônia-CAERD, sob a administração de Arduíno Melo, foi Yamaguchi quem colocou o primeiro hidrômetro da cidade, o medidor de consumo de água. De forma que este notável cidadão cuidou das ruas, da comida e das águas da população de Porto Velho.

UM FIM DE TARDE COM UMA TALENTOSA ESCRITORA

Como, quebrando a rotina, já enveredei por notas pessoais também, por dever de ofício, não posso deixar de registrar que também por culpa desta figura histórica, José Valdir Pereira, no final da quarta-feira (8) estivemos visitando e bebendo um lauto e saboroso café na residência da escritora Sandra Castiel. Falar com a professora Sandra é um prazer redobrado tanto que íamos fazer uma visita protocolar, de vez que José Valdir iria viajar de madrugada, e acabamos passando quase três horas de conversa. Uma boa parte sobre literatura, educação, história da cidade e também sobre os pais dela. A mãe dispensa comentários, Marise Castiel, faz parte da história de Rondônia por sua atuação na educação e também no carnaval, embora, aqui é preciso lembrar que por trás de toda grande mulher sempre existe um grande homem, o judeu Raphael Jaime Costa, que, quando ela ainda usando on nome de sua família, a tradicional família Barata Magalhães, encontrou e casou-se, contra a vontade da mãe, com o então jovem prefeito do pequeno município de Gurupá. Conversamos sobre os governos do Território, em especial de João Carlos Marques Henrique e Humberto da Silva Guedes, bem como do senador Odacir Soares, que, ao chegar em Porto Velho, revelou uma capacidade imensa de relacionamento, casou-se com Odaléa Sadeck, que acrescentou o Soares ao nome, mais conhecida como Leinha Sadeck.  Nem sentimos o tempo passar com ela contando como, quando da pandemia, quase morre e, sabendo que iria morrer agradeceu sua vida a Deus, e não morreu-um verdadeiro milagre. Talvez tenha tido uma conversa com Deus, penso, e Ele, na sua sabedoria, resolveu que seria mais útil deixa-la viva. Fui presenteado ainda com os livros dela: “Professora Marise Castiel; Educação, Cultura e Política”; “Amor e Dor Contos e Crônicas”; “TV Cultura de Porto Velho, Canal 11-Crônicas de uma Época” e “Teatro Infantil” com 4 peças de teatro para os pequenininhos. E o suco de graviola que tive o prazer de beber foi como o fim de tarde por demais saboroso. Muito obrigado professora Sandra.

MOVIMENTO EM PROL DA PRAÇA PADRE JOÃO NICOLETTI

A Confraria 30+, formada pelos jornalistas mais antigos de Rondônia, todos com mais de 30 anos de profissão no Estado, manifestou seu apoio ao movimento que se coloca contra a mudança do nome da Praça Padre João Nicoletti. O movimento é capitaneado pela Associação Cultural Rio Madeira que se revoltou contra a Empresa de Desenvolvimento Urbano (EMDUR), que fez um projeto de reforma da praça, mas, ao mesmo tempo, trocando o nome original do passeio público por Praça da Justiça, um nome que não acrescenta muito, principalmente apagando um nome tradicional que já tem 60 anos de idade e convivência com os moradores da capital. De fato, não faz muito sentido mudar um nome já tradicional apenas por mudar.

ENTREGADORES GANHAM PONTO DE APOIO NO PARQUE DA CIDADE

O iFood e a Prefeitura de Porto Velho inauguraram no último dia 08, um Ponto de Apoio para os entregadores do município. Instalado no Parque da Cidade, o espaço funciona das 10h às 22h, com acesso gratuito, oferecendo melhores condições para as pausas ao longo da jornada de trabalho. O Ponto de Apoio foi desenvolvido para oferecer um ambiente seguro e confortável para descanso e necessidades do dia a dia. A unidade conta com banheiros, área de descanso, pontos para recarga de celulares, espaço para hidratação e micro-ondas, proporcionando mais praticidade e bem-estar durante os intervalos entre as entregas.

ALTA DA DÍVIDA PÚBLICA DO BRASIL É UMA DAS MAIORES DO MUNDO

O Farol da Oposição, do Instituto Teotônio Vilela, órgão de estudos e formulação de políticas públicas do PSDB, divulgou que a situação atual da dívida brasileira é a pior desde a crise de 2015 e 2016, no governo de Dilma Rousseff, quando o endividamento disparou enquanto o país passava por uma recessão. Nos 2 anos, a dívida bruta brasileira passou de 61,6% para 77,4% do PIB, de acordo com o FMI. Agora a situação está muito pior com a dívida saltando de 83,9% do PIB em 2022 para 96,5% do PIB em dezembro de 2026, um aumento de 12,6 %. Maior só o descontrole da China, com uma a alta prevista é de 29,6%. O Brasil ganha só da China em uma lista com 187 países, mas perde para países, como África do Sul, México e Argentina, que conseguiram controlar melhor a dívida. Os dados usados para comparação são do Fundo Monetário Internacional.

FONTE: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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