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Coluna Notícias da Corte: Gasto com pessoal na Prefeitura de Vilhena oscila em 34% – Por Gomes Oliveira

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Opa , olha nós aqui de novo. Gratidão pela sua audiência.

A Prefeitura de Vilhena, em informação divulgada na mídia , falou que seu limite prudencial de gastos com pessoal civil, oscila na casa dos 34 por cento, Isso é inédito em Rondônia , já que muitos órgãos públicos gastam acima de 56 por cento com despesas com folha, diárias, suprimentos de fundos, encargos social, é por isso que o prefeito flori equilibrou as contas do município. Em administração pública, responsabilidade fiscal é excencial.

Gostaríamos de registrar no nosso repúdio aos ataques que a deputada Silvia Cristina vem sofrendo nas redes sociais, e em sua candidatura, é ridículo trazer uma questão de cunho pessoal para o debates tanto na política, quanto nas redes social. Quem assim age, não conhece os ensinamentos de Jesus Cristo.
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Esse Marcos Rocha é uma piada pronta, depois de lhe oferecerem a presidência do PSD, a vaga de senador, E também para ele elaborar uma nominata de deputados federal , ele agor tentou mas não conseguiu o PRD. De novo está sem partido e sem norte para abrigar o seu grupo nas eleições deste ano

Cada ação, cada movimento de marcos rocha é um desastre, e tem gente que acha que o incompetente Elias Resende, seu guru, é uma fera na articulação política. Me engana que eu gosto. Isso parece mais uma vassalagem a essa dupla ridícula.
Muita gente acha fundamental o apoio politico de Marcos Rocha e da máquina pública, na campanha política, ora se máquina pública é tão fundamental assim, porque Rocha não se candidata, é preciso conhecer a história, para não se cometer os mesmos erros. A Máquina administrativa quando é bem pilotada, eu concordo que ela agrega votos, mas quando é um desastre, ela atrapalha, é só olhar a História de Rondônia. Os votos que Marcos Rocha dá com uma mão, sua rejeição e seu desgoverno na saúde, educação, infraestrutura, tira com uma pá mecânica. Marcos Rocha não é de Rocha, tá mais para uma “pedrinha”

A privatização da br 364 ,está corroendo o capital político de muita gente, principalmente de Confúcio Moura e governador Marcos Rocha, o fato de começarem a cobrar pedágios Antes de iniciarem benfeitorias consubstanciai no trecho da br , está indignando a população .

A população está furiosa pelo preço cobrado, que acham abusivo, a média de 20 reais em todo o trecho da br, para se ter uma ideia, em Santa Catarina a cada 100 quilômetros rodados, o médio é quatro Reais e cinquenta centavos, em Rondônia a média chega a 21 reais.

E Não adianta os políticos posarem de “Poliana Toda Pura” personagem principal do livro clássico infanto-juvenil “Polyana” de 1913, de Eleanor H. Porter que não funciona.

Apesar da concessão não ter envolvido o congresso nacional, pois a concessão foi um ato do governo federal, mas todos eles , inclusive Marcos Rocha, o Poliana Toda Pura, teriam procuração do povo para exigir valores e benefícios para os usuários da br 364. E pouco fizeram.

Já tem varias ações tramitando no Judiciário federal para tentar anemizar essa sanha da concessionaria 364, em arrecadar e tirar o couto da população.

Anotem aí, o custo político dessa cobrança desses valores será alto.

O Jornalista e professor Herbert Lins, está fazendo um tour pelos nordeste, primeiro para recarregar as baterias para esse ano eleitoral, segundo colhendo subsídios para turbinar uma possível candidatura a deputado federal neste ano de 2026, a pretensão é ser candidato a deputado federal, mas outros projetos poderão , segundo especulações lhe serem apresentados quando retornar a terrinha.

Herbert Lins aproveitou para visitar seu primo o governador da Paraíba João Azevedo Lins Filho e a primeiradama Ana Lins durante inauguração do Palácio dos Despachos, antigo prédio do Comando Geralda Polícia Militar da Paraíba, a qual o seu pai, o Coronel Lins foi comandante geral.

Os poderosos carvalhos tiveram uma péssima notícia esta semana, o desempenho de sua faculdade a finca no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica o Enamed, com desempenho 2. A finca é a Joia da Coroa do Império Carvalho, sendo referência em Rondônia na formação de Médicos.

Com esse desempenho, a FINCA sofrerá sanções do MEC e de outros órgãos de controle, vamos ver como a direção da faculdade vai contornar esse problema

FONTE: COLUNA NOTICIAS DA CORTE POR GOMES OLIVEIRA –  FOLHA RONDONIENSE

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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