Teia Digital

CHINESES DE OLHO NAS OPORTUNIDADES BRASILEIRAS – Por Silvio Persivo

 O que há de resistir, minha linda. “Muita coisa que ontem parecia importante ou significativa amanhã virará pó no filtro da memória. Mas o sorriso ah, esse resistirá a todas as ciladas do tempo” (Caio Fernando Abreu)

ORQUESTRA HARMONIA CELESTE NO PALÁCIO DAS ARTES

No próximo sábado, num espetáculo gratuito, com a presença de músicos de renome nacional, a Orquestra Harmonia Celeste apresentará, às 19h30, no Teatro Estadual Palácio das Artes, em Porto Velho, o Concerto Castelo Forte. Os ingressos podem ser retirados, sem qualquer custo, na bilheteria do teatro, no sábado, em dois horários, sendo às 9h e às 18h30. O espetáculo terá a presença do trompetista da Orquestra Sinfônica de Brasília, Moisés Alves, que fará solos na apresentação. Referência no Brasil, o músico é licenciado e bacharel em trompete pela Universidade Federal de Brasília (UnB), com passagens por sinfônicas nacionais e internacionais. Para o evento, também estão confirmadas as presenças do maestro Isaac Leite, de Brasília (DF), e músicos de Ji-Paraná e Cacoal. Sob a regência do Maestro Mário Sidney, o grupo executará grandes clássicos da música cristã, com adaptações e releituras contemporâneas, em naipes de cordas, madeiras, metais, base e percussão. A Orquestra Harmonia Celeste é composta por alunos e professores de uma escola de música sem fins lucrativos, ligada à Fundação da Igreja Evangélica Assembleia de Deus (Fundad). Segundo os organizadores, o evento tem como propósito promover o acesso da comunidade à música instrumental, contribuir para formação de público e valorizar artistas locais.

 AS MULHERES DE ALUÁ É ATRAÇÃO NO CAMPUS DA UNIR

Acontece, hoje, quinta-feira, 28, às 18h, no Auditório Paulo Freire, lá no Campus José Ribeiro Filho da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), o espetáculo “As Mulheres do Aluá”, do grupo O Imaginário. A apresentação integra a programação do Projeto “Depois do Palco”, promovido pela Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Assuntos Estudantis (PROCEA), com objetivo de difundir a produção artística local junto à comunidade universitária, trazendo, como diferencial, a interação dos artistas e produtores culturais com o público, através de um diálogo intermediado por pessoas ligadas às respectivas áreas. A montagem traz em seu elenco as atrizes Agrael de Jesus e Amanara Brandão, discentes do Curso de Licenciatura em Teatro da UNIR. Também integram o elenco as atrizes Flavia Diniz e Zaine Diniz. A dramaturgia é de Euler Lopes Teles, com pesquisa de Chicão Santos e Nilza Menezes e direção e produção de Chicão Santos.

CONSELHO DE GOVERNANÇA DE RONDÔNIA PELA EDUCAÇÃO

Composto por 25 membros, o Conselho de Governança do Movimento Rondônia Pela Educação, tomou posse ontem, quarta-feira (27), em solenidade que aconteceu no salão de convenções da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero). O Movimento Rondônia pela Educação, lançado em maio deste ano, na capital, conta com a adesão de mais de cinquenta instituições e órgãos privados e públicos, que assinaram o termo de adesão com o objetivo de melhorar os indicadores da educação local. A Federação das Indústrias de Rondônia tenta replicar no Estado, o Movimento Rondônia pela Educação com a proposta reunir representantes dos setores econômicos, dos sindicatos patronais e de trabalhadores, dos setores educacionais, da sociedade civil e do Poder Público, comprometidos com a causa de contribuir para Rondônia, entrar em uma rota de inovação e de desenvolvimento social econômico, tendo como mola propulsora a educação.

Cabe ao Conselho de Governança do Movimento Rondônia pela Educação, acompanhar a evolução das metas do Movimento, tomando como referência o Plano Estadual de Educação, e propor ações complementares para o alcance das metas e a melhoria dos indicadores educacionais.

CHINESES DE OLHO NAS OPORTUNIDADES BRASILEIRAS

É esperada uma forte onda de investimentos de empresas chinesas no Brasil nos próximos meses, sobretudo em infraestrutura e commodities.  O desmonte de ativos da Eletrobrás, como as subsidiárias Eletrosul e Celg, é considerado muito atraente e foram oferecidos a diversos investidores, chineses ou não. Também estão à venda importantes negócios do setor, como a Hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, que até dizem que já foi vendida pelo grupo Odebrecht, bem como a participação da Light na Renova, ativos da Abengoa e Duke Energy. As empresas, de fato, não comentam. Se ventila, no entanto, que a State Grid e sua conterrânea China Three Gorges (CTG), ambas estatais, são apontadas como compradoras de vários ativos no Brasil. A CTG foi a última a aportar por aqui. Chegou em 2013 e comprou participação em várias hidrelétricas e, nos últimos meses, arrematou as Usinas Jupiá e Ilha Solteira, da Cesp. O Estadão de São Paulo informa que, nas últimas semanas, representantes da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China fizeram um “road show” em território chinês para atrair investidores. “Há grupos que ainda não têm investimentos no Brasil e que estão sendo apresentadas aos diversos negócios à venda (de infraestrutura ao agronegócio)”, disse Charles Tang, presidente da entidade, que está na China nesta comissão e deve voltar no início de agosto. Entre 2010 e 2015, investidores chineses colocaram entre US$ 30 bilhões e US$ 35 bilhões no País, segundo Roberto Dumas Damas, professor de economia chinesa do Insper. “Estão nessa conta investimentos diretos e em empresas”, diz. “Os chineses buscam negócios, principalmente, em recursos naturais e commodities.”

 SABER NOTÁVEL E OPINIÃO VOLÚVEL

Ninguém discute o notável conhecimento econômico de Delfim Netto. Reconhecidamente é um dos luminares da economia no país. O problema é que virou mais político do que economista. Agora mesmo me sai com a opinião de que o presidente interino, Michel Temer (PMDB) está conseguindo despertar a esperança dos brasileiros na superação dos graves problemas. E afirma com todas as letras: “Com todas as idas e vindas, os fatos mostram que a visão interna e externa do Brasil está mudando — e para melhor — numa velocidade nada desprezível”. Depois cita que “a queda do PIB e a queda do emprego estão diminuindo; a expectativa de retração de 2016 está menor e, para 2017, se generaliza a esperança de um crescimento positivo; a expectativa de inflação continua a reduzir-se (efeito de que a “meta” é o objetivo em 2017)”. Concordo com ele, é claro, mas, não se pode esquecer que, não faz muito tempo, tecia loas à Dilma Roussef. Em suma, qualquer coisa que diga é preciso ver quais os interesses do momento que reflete. O que fica evidente é que não consegue se desapegar de quem está no poder.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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