Teia Digital

Chance de eleição de Bolsonaro é de 75%, afirma Eurásia – Por Sílvio Persivo

O problema é que sem a máscara você não é Zorro. “Entenda isto: o mundo quer lhe atribuir um papel na vida. E uma vez que você aceita esse papel, você está condenado” (Robert Greene).

PRESIDENTE ELEITO DA CNC PARTICIPOU DE INAUGURAÇÃO DE NOVO CENTRO DE ATIVIDADES DO SESC EM JI-PARANÁ

O presidente eleito da Confederação Nacional do Comércio – CNC e presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo do estado do Amazonas, José Roberto Tadros, participou, na última quinta-feira (04) da inauguração do novo Centro de Atividades Sesc Clementina Galina Coleto, no município de Ji-Paraná. A mais nova unidade do Sesc do Estado de Rondônia, tem 18 mil m2 de área total, sendo 6 mil de área construída, com equipamentos e estruturas de última geração.  Tadros não poupou esforços para vir assistir a inauguração, pois, logo depois de ser eleito, em Brasília, e ter tido uma reunião com o presidente Temer, viajou correndo para, no coração de Rondônia, prestigiando a inauguração do novo centro de atividades do Sistema Fecomércio/Sesc. No seu discurso, Tadros disse que a obra é fruto do trabalho incansável do presidente Raniery Coelho e do apoio da classe empresarial rondoniense que luta por dias melhores na economia e reflete o rumo que pretende dar ao Sistema do Comércio.  Já o presidente Raniery Coelho, ao agradecer a presença de Tadros, lembrou que a obra teve grande participação dele e que se sentia muito honrado com a presença do presidente eleito da CNC, “demonstrando que fará um trabalho diferenciado e que pretende avançar para a nova vanguarda tecnológica, com a atividade empresarial 4.0 (combinação de máquinas inteligentes, produção, processos e sistemas que formam uma sofisticada rede interconectada)”.

SERVIDOR DO INCRA DE RONDÔNIA ASSUME DIRETORIA

O servidor da superintendência do Incra de Rondônia, Cletho Muniz de Brito, tomou posse como novo diretor de Ordenamento da Estrutura Fundiária, dia 9 de outubro, em Brasília (DF). A diretoria gerencia e promove o ordenamento do território nacional. É responsável pelo cadastro e certificação de imóveis rurais públicos e privados, assim como o controle da aquisição de terras por estrangeiros. Coordena também as ações de regularização fundiária de terras públicas federais fora da Amazônia Legal e a execução das atividades de identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das áreas ocupadas pelos remanescentes de quilombos no país. Na assinatura do termo de posse, Brito destacou que pretende dar continuidade às ações da área com atenção especial para a regularização fundiária de terras públicas rurais.

CHANCE DE ELEIÇÃO DE BOLSONARO É DE 75% AFIRMA EURÁSIA

A combinação de força do candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, no primeiro turno da eleição presidencial com o aumento da onda anti-petista aumenta as chances de vitória do capitão da reserva no segundo turno de 60% para 75%, avalia a consultoria norte-americana de risco político Eurásia. Bolsonaro recebeu 46% dos votos válidos, e Fernando Haddad (PT) em segundo lugar, teve 29%. Anteriormente, a empresa chegou a trabalhar com 20% de chances de vitória de Bolsonaro no primeiro turno. No segundo turno, o aumento da probabilidade de Bolsonaro ganhar decorre do fato de ele ter ficado muito perto de alcançar a metade de todos os votos válidos neste domingo (7), justifica a consultoria. Na prática, ele precisa convencer uma parcela relativamente pequena de eleitores de outros candidatos, continua a Eurasia. “Mas o ponto é que Haddad agora enfrenta um caminho difícil pela frente”, acrescenta, pontuando que mesmo que o petista recebesse todos os votos de Ciro Gomes – o que é uma visão otimista -, ainda segundo a consultoria, ele alcançaria 41% de apoio contra os 46% de Bolsonaro. “E olhando para o perfil dos eleitores dos próximos quatro candidatos que receberam mais votos, Geraldo Alckmin, João Amoêdo, Cabo Daciolo e Henrique Meirelles, eles tendem a ser mais conservadores e inclinar-se mais fortemente para o Bolsonaro”, completa. Nem os votos herdados de Marina Silva e Guilherme Boulos ajudariam Haddad.

A ELEIÇÃO DA PURIFICAÇÃO

Não há dúvida de que Bolsonaro e seu partido, o PSL, deram um notável salto no cenário nacional com a eleição de senadores e 52 deputados. Além do mais, com a perspectiva de extinção de 14 partidos por causa das cláusula de barreira (exigência de, pelo menos, 1,5% dos votos válidos nacionais ou 9 deputados, em nove estados), pode atrair ainda mais parlamentares. Em parte isto se deve ao perfil de Bolsonaro, mas, também ao esfacelamento dos partidos tradicionais, pois, o eleitor demonstrou muito maior autonomia no último pleito, principalmente, em razão do antipetismo. Esta eleição assim funcionou como uma espécie de purgatório para as velhas lideranças, em especial as com problemas na Lavajato. Foi uma limpa que começou por jogar no ostracismo a ex-presidente Dilma Roussef, mas, passou por Romero Jucá, Raupp, Requião e outros menos votados, só para mostrar o tamanho do estrago nos políticos profissionais. É improvável que Haddad consiga reverter o jogo. Há um sensível ranço antipetista imune aos argumentos ou as emoções. A conferir, mas, a tendência é que a diferença seja maior ainda mesmo que os institutos de pesquisa voltem a cometer os mesmos pecados do primeiro turno. O sentimento nacional anti-PT está mais forte do que nunca. A única dúvida é se no Nordeste vai se fazer sentir mais ainda. Mas, não será surpresa se Haddad tiver menos votos do que conseguiu no primeiro turno.

ESTÃO CHAMANDO OS OUTROS DE FASCISTAS NEM SABER O QUE É

O discurso democracia x ditadura é abstrato para a população. É inútil, e mal educado, o que fazem, inclusive com fake news nas redes sociais, tentando afirmar que quem votar Bolsonaro é um apoio à ditadura e um engano porque votar nele é ser fascista. É tão sem noção como dizer que quem vota em Haddal é comunista. Priorizar este tipo de debate ideológico genérico é fazer o jogo de quem não tem qualquer proposta para melhorar a vida dos brasileiros e desenvolver o país. Que se usem argumentos razoáveis invés de xingar os adversários de fascista, que 99% das pessoas nem mesmo sabe o que significa.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR, JORNALISTA E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by