Brasil Produtivo

Ceva Saúde Animal incorpora novidades ao portfólio para crescer 17% em 2019 e se tornar a 5ª indústria veterinária no mercado brasileiro

A Ceva Saúde Animal, 6ª maior indústria de produtos para saúde animal do mundo, leva à 42ª Expointer (Esteio, RS) o seu novo e exclusivo protocolo reprodutivo para bovinos, o novo e potente endectocida Eprecis e suas eficazes soluções contra parasitas para bovinos, secagem de vacas e articulações dos equinos. São dois lançamentos.

·         O protocolo de IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo) Ceva HBE, parte do programa ReprodAction, que incorpora de maneira inédita o hormônio hCG (gonadotrófica coriônica humana) em substituição ao hormônio eCG. “O pacote Ceva HBE para vacas a campo em anestro mostrou-se extremamente competitivo nos experimentos feitos a campo, com excelente retorno do investimento e, o que criadores e técnicos mais desejam, com eficácia e respeito ao bem-estar animal”, explica Rudsen Pimenta, gerente da linha de produtos para gado de corte da Ceva Saúde Animal.

·         O endectocida Eprecis, solução injetável pronta para uso, com baixo volume de dose, eficaz para o tratamento dos principais parasitas em bovinos, como berne, carrapato e mosca-do-chifre, importantes vermes gastrointestinais e larvas microfilárias da Stephanofilaria spp, que causam a úlcera do úbere ou estefanofilariose. O produto não apresenta período de carência para o leite das vacas tratadas e apenas 12 dias para o abate dos bovinos de corte e pode ser usado em fêmeas gestantes, em qualquer fase da gestação.

A Ceva também reforça na Expointer os produtos Puritec Gold e Ticson 3.5, potentes para combater os parasitas de bovinos, especialmente os carrapatos, que tantos problemas causam à pecuária gaúcha e nacional. “O controle estratégico dos carrapatos é essencial para o sucesso da atividade. Importante destacar sempre que só enxergamos um pequeno percentual de carrapatos. A maior parte está nas pastagens. Dessa forma, é preciso fazer um manejo estratégico nos animais para reduzir no ambiente. Puritec Gold e Ticson 3.5 compõem uma dupla muito eficaz, inclusive nas épocas do ano mais impactantes”, explica Marcos Malacco, gerente técnico de bovinos de corte da Ceva Saúde Animal.

O facilitador de secagem para vacas de alta produção Velactis, da Ceva Saúde Animal, é outro produto apresentado pela empresa na Expointer. Velactis apresenta consistentes benefícios em termos de bem-estar das vacas (redução de sinais de dor, fome e eventuais problemas metabólicos) e diminuição dos níveis de estresse, além de retorno econômico superior para os produtores de leite em comparação à redução gradual na alimentação e à redução gradual na frequência de ordenha na fase final da lactação.

“Interromper abruptamente a ordenha com o uso simultâneo de Velactis também representa mais leite nos últimos dias de ordenha. Ingurgitamento do úbere, vazamento de leite, infecções intramamárias, dor e desconforto do úbere são problemas comuns observados após a secagem. O medicamento reduz a ingurgitamento do úbere após a secagem em 50% Isso significa redução das infecções de vazamento de leite e no período seco. Além disso, a vaca fica mais confortável”, aponta recente trabalho científico realizado na Europa.

Outro produto de destaque da Ceva na maior exposição agropecuária da América Latina é o suplemento nutricional injetável Roboforte, potente ativador de metabolismo dos bovinos, que conta com 18 dos 20 aminoácidos necessários para o bom funcionamento do organismo dos animais. “Os aminoácidos são os pilares para a produção das proteínas. Dos 20 necessários, 10 são considerados essenciais, ou seja, o organismo não tem como produzi-los, e os outros 10 são chamados não essenciais, pois o organismo pode sintetizá-los a partir de outros aminoácidos. O suplemento da Ceva fornece todos os 10 aminoácidos essenciais e oito não essenciais. Aqueles dois não essenciais não presentes na formulação são sintetizados no organismo dos animais a partir de outros dois aminoácidos presentes em Roboforte”, explica o gerente técnico Marcos Malacco.

A linha de produtos para equinos da Ceva na Expointer inclui, entre outros, Tildren, o único bifosfonato do mercado brasileiro para o tratamento das dores e inflamações ósseas dos equinos. Tildren é um terapêutico eficaz para claudicações (manqueiras) de evolução recente associadas a alterações ósseas e de cartilagem como observadas no esparavão ósseo e síndrome do navicular.

Além disso, a Ceva dá atenção especial ao Freio de Ouro, com transmissão ao vivo pelas mídias da empresa, incluindo imagens de cavalos distribuídas pelo parque de exposições.

Objetivo da Ceva é crescer 17% em 2019

A Ceva Saúde Animal teve receita de R$ 358 milhões em 2018, posicionando-se como a 6ª indústria veterinária do país. Em 2019, a empresa dá novo salto e projeta crescimento superior a 15%. O objetivo é atingir ao redor de R$ 420 milhões de faturamento e disputar a 5ª posição do ranking nacional.

“A Ceva é uma empresa jovem, cuja presença no Brasil cresce ano após ano. Já estamos entre os maiores players do mercado nacional e temos a ambição de evoluir ainda mais. Para isso, reconhecemos a importância do contínuo investimento em inovação, serviços exclusivos, portfólio moderno e proximidade com os parceiros comerciais, além da valorização e reconhecimento da equipe interna”, destaca Giankleber Diniz, o novo diretor geral da Ceva Saúde Animal no Brasil. Giankleber substitui Fernando De Mori, que passou a comandar as operações da Ceva na América Latina nos países da Argentina, Brasil, Colômbia, México, Peru e a mais recente operação no Chile, além dos demais países da região com operação de distribuição.

Líder em produtos veterinários para equinos e em vacinas avícolas no Brasil, a Ceva Saúde Animal também está entre os maiores do mercado nacional em ruminantes, suínos e pequenos animais.

Sobre a Ceva

 

Com faturamento global de € 1.2 bilhão, a Ceva Saúde Animal é a 6ª maior empresa de saúde animal do mundo, está presente em mais de 110 países e tem atuação focada na pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de produtos farmacêuticos e biológicos para animais de companhia e animais de produção (bovinos, suínos, equinos e aves). Mais informações: www.ceva.com.br.

FONTE: ASSESSORIA TEXTO COMUNICAÇÃO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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