Teia Digital

CESTA BÁSICA DE PORTO VELHO TEM UM DOS MENORES AUMENTOS ACUMULADOS NO ANO

E são mais eficientes. “As suposições são os cupins do relacionamento” (Henry Winkler)

RONDÔNIA É MAIS

O Governo de Rondônia abriu na segunda-feira (06) as inscrições para o concurso de fotografia “Rondônia é Mais”, direcionado a fotógrafos amadores ou profissionais de qualquer faixa etária, com o objetivo de  fomentar o turismo e produzir de imagens atrativos locais, que concederá

R$ 5 mil em premiação aos três primeiros colocados. Os participantes devem enviar imagens em formato digital de áreas localizadas no estado de Rondônia, dando destaque para atrativos como: belezas naturais, pontos históricos e culturais; cenas urbanas e rurais (arquitetura, eventos, parques, casarios, logradouros); vidas animal, mineral e vegetal; gastronomia; eventos esportivos, culturais, religiosos e tradicionais; entre outros. As fotos só podem ser enviadas por meio do e-mail: [email protected], até o dia 15 de setembro de 2016. Ao se inscrever, o fotógrafo deve incluir seu número de telefone, RG, CPF e endereço completo. A inscrição só será validada se o participante atender todas as condições previstas no regulamento. Os trabalhos devem ser originais e exclusivos do autor. A inscrição é individual, sendo vetada a coautoria. Cada participante poderá inscrever até cinco fotos e a exposição das fotos vencedoras será realizada no dia 17 de novembro, das 09h às 13h30, no Prédio do Relógio em Porto Velho.

 CESTA BÁSICA DE PORTO VELHO TEM UM DOS MENORES AUMENTOS ACUMULADOS NO ANO

O valor da cesta básica subiu em maio em 17 das 27 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) faz a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. As maiores altas foram constatadas em Porto Alegre (3,87%), Curitiba (3,46%) e Brasília (3,25%). Já as quedas mais significativas ocorreram em Florianópolis (-4,09%), Fortaleza (-2,60%) e Rio Branco (-2,49%). A cesta mais cara é a de São Paulo (R$ 449,7). O segundo maior valor de Porto Alegre (R$ 443,46), seguido de Brasília (R$ 441,60). Os menores valores médios foram observados em Rio Branco (R$ 335,31), Natal (R$ 337,49) e Aracaju (R$ 344,83). No acumulado do ano, de janeiro a maio, ocorreu queda apenas em Florianópolis (-0,81%). Entre as localidades com as maiores aumentos c estão Goiânia (14,80%), Belém (14,50%), Aracaju (12,78%), Salvador (12,69%) e João Pessoa (11,29%) e as menores variações ocorreram em Campo Grande (3,39%), Porto Velho (3,84%) e Porto Alegre (4,49%). O preço da cesta básica em Porto Velho é o oitavo mais baixo do país custando, em maio, R$ 360,81.

AUMENTINHO BÁSICO

A partir de hoje passa a valer o aumentinho básico da passagem de ônibus: 15%. Para os trabalhadores de mais baixa renda é uma senhora pancada. Podem alegar o que quiserem, mas, que dói, dói. O chororô tá grande.

 FEIJÃO É O VILÃO DOS PREÇOS ALTOS

Também, em parte por causa da quebra da safra por falta de chuvas, o preço do feijão subiu muito chegando na casa dos R$ 10,00. Agora, com a crise econômica, as famílias e, em especial, os restaurantes já buscam alternativas para substituir o insumo no prato.

 PANORAMA DA MEDICINA NO AMAZONAS

Em homenagem aos 30 anos da Academia de Letras de Rondônia (ACLER), o Departamento de História da UNIR promove o “Colóquio: Profissão do Historiador, da Licenciatura ao Bacharelado”, que terá como tema “Panorama da Medicina no Amazonas: uma retrospectiva histórica”, a ser proferida pelo médico e pesquisador amazonense Antonio Jose Souto Loureiro, no próximo dia 09 de junho, no horário de 18:30 às 21:00 horas, no Auditório da UNIR/Centro, Av. Presidente Dutra, 2965, em Porto Velho.

 FUGA DA POUPANÇA É A MAIOR DE DUAS DÉCADAS

O Banco Central (BC) informou que os brasileiros retiraram R$ 6,591 bilhões a mais do que depositaram na poupança em maio. Foi o pior resultado para o mês desde o início da série histórica do BC, em 1995. Em maio, os saques da poupança somaram R$ 167,522 bilhões, superando os depósitos, que ficaram em R$ 160,93 bilhões. O valor total nas contas ficou em R$ 637,865 bilhões. O volume dos rendimentos creditados nas cadernetas dos investidores alcançou R$ 3,969 bilhões. De janeiro a maio deste ano, a caderneta acumula uma captação negativa (mais retiradas que depósitos) de R$ 38,888 bilhões.

NOVAS TECNOLOGIAS NA WORLD OF CONCRET

No dia 16 de junho, em São Paulo, o World of Concrete (WOC), a maior feira da área do concreto nas Américas, promoverá, durante Construction Summit 2016, apresentações que vão destacar a aplicação de novas tecnologias de concreto para a construção de cidades mais sustentáveis e acessíveis. A primeira palestra “Pavimento para Cidades Sustentáveis será proferida por Chris Tull, presidente da CRT Concrete Consulting, e demonstrará como a indústria de pavimentação vem adotando novas formas de tecnologias do concreto para criar pavimentos mais econômicos, duráveis e eficientes. Uma das tecnologias que será abordada é o concreto permeável (Pervious Concrete), que está sendo utilizado em outras aplicações, além de estacionamentos e calçadas. A segunda palestra ficará a cargo de Tull e de Rick Yelton, editor-chefe do World of Concrete. Com o título “Construção em Concreto e Construção Resiliente”, os dois mostrarão como as estruturas de concreto fornecem uma solução resiliente para o planejamento urbano, uma vez que proporcionam habitações com estruturas que são resistentes ao fogo, aos ventos fortes e a abalos sísmicos. Por fim, a terceira e última apresentação do World of Concrete no Construction Summit 2016 versará sobre “Técnicas para Aumento da Vida Útil de Construções Existentes”. Ministrada por Yelton, ressaltará que a manutenção e reparação de estruturas de concreto são eficazes para assegurar cidades mais sustentáveis.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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