Brasil Produtivo

CERES Agrobank: Fintech cria atendimento exclusivo para o agro e com operações de CPRs

A CERES Agrobank será a primeira agência do gênero no segmento no Brasil

 

A fintech CERES Investimentos, que atualmente possui mais de R$700 milhões sob gestão, terá um canal exclusivo para atender os clientes do agronegócio que precisam de soluções financeiras. A empresa criou a CERES Agrobank para ser a conexão entre as tecnologias em soluções financeiras e os investidores do setor agrícola, sendo o canal direto entre as mesas de operações e o produtor rural.

A CERES Agrobank terá ainda a oferta de opções de negociação de Cédula do Produtor Rural (CPR). A empresa terá uma agência física, com atendimento dedicado à esse tipo de operação. A primeira unidade será implantada em Uberaba/MG, um dos maiores municípios produtores de grãos de Minas Gerais e maior polo de genética bovina de raças zebuínas do mundo. Em Uberaba, está a sede operacional da CERES Investimentos.

O intuito é ter uma agência bancária com cara de fintech, saindo até mesmo da tradicional onda de bancos digitais que tomaram o mercado nestes últimos anos. “Essa é uma forma de oferecer um atendimento High-tech e, ainda assim, estarmos próximos do produtor, já que este público valoriza um atendimento personalizado, do tradicional cafezinho e de trocar ideias sobre o campo”, destaca o CEO da fintech, Guilherme Cunha.

Segundo ele, atualmente o produtor pode negociar a CPR na compra de insumos e no custeio de sua safra, seguindo atendimento tradicional em grandes bancos comerciais, sejam públicos ou privados. Com essa nova característica, a empresa passa a oferecer uma opção a mais aos produtores rurais.

O projeto está previsto para ser lançado oficialmente no primeiro trimestre de 2021, e inclui um treinamento constante de toda a equipe de atendimento, para que cada vez mais se tornem especialistas em um segmento que demanda conhecimento, não apenas na questão financeira, mas também na dinâmica do setor.

Com o processo 100% digital, a CERES Agrobank aposta na consolidação do mercado das fintechs como uma solução e redução de taxas, visto que o processo passa a ser menos burocratizado, com o aumento da tecnologia empregada no setor. “Com mais tecnologia, os processos estão menos burocráticos e a garantia ainda mais eficiente. Não basta olhar agro como mais uma opção de tomadores de recursos, temos que oferecer algo inovador que facilite a vida do cliente e que o aproxime mais de nós”, assegura o CEO da CERES Investimentos.

Hoje, todo o processo de envio de documentos e consolidação das operações é feito 100% online, com um sistema inteligente e responsivo, contudo sem perder a pegada presencial que é um diferencial para os produtores e também uma das características da CERES.

Sobre a CERES Investimentos

A CERES Investimentos surgiu em 2018 com o objetivo principal de ajudar outras empresas a superarem os desafios financeiros em operações com prazos diferenciados e alongados. Fundada por dois amigos de infância que trabalharam juntos em uma empresa do agronegócio, a empresa vem expandindo rapidamente os negócios pelo Brasil e já atua em praticamente todas as regiões do país. Seus principais clientes são empresas agroindustriais e comerciais do agronegócio.

Oferece desde soluções mais simples como Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs), com operações rápidas e desburocratizadas de antecipação de recebíveis, bem como soluções mais complexas e sob medida para necessidades específicas como o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), neste caso as operações são estruturadas em parceria com uma importante securitizadora brasileira.

Hoje, a empresa está abrindo horizontes e investindo em outros promissores setores, como o setor imobiliário.

FONTE:  ASSESSORIA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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