Justiça

‘Centrão’ racha e deve lançar mais de um candidato para presidência da Câmara

Bloco de partidos de centro-direita buscava candidatura única, mas líderes de PTB e PSD anunciaram que irão disputar cargo mesmo sem aval do grupo; Maia tenta obter apoio de siglas do ‘Centrão’.

ano do chamado “Centrão” de lançar uma candidatura única para a presidência da Câmara deve esbarrar nas pretensões dos líderes de duas das principais legendas do bloco de centro-direita de se sentar na cadeira ocupada atualmente pelo deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Após conquistarem protagonismo no processo de impeachment de Dilma Rousseff, os deputados Jovair Arantes (PTB-GO) e Rogério Rosso (PSD-DF) afirmaram ao G1 que irão disputar o comando da Casa independentemente de aval do grupo de centro-direita.

Em novembro, os líderes do bloco idealizado por Eduardo Cunha (PMDB-RJ) anunciaram que iriam negociar até o fim do ano uma candidatura que representasse as 12 legendas do grupo (PP, PR, PSD, PTB, PROS, PSC, SD, PRB, PEN, PTN, PHS e PSL).

No entanto, após diversas rodadas de negociações, o bloco de partidos conservadores ainda não conseguiu definir um nome de consenso. A maior dificuldade tem sido convencer os líderes do PTB e do PSD a desistir da candidatura em favor do outro.

Jovair e Rosso disseram ao G1 nesta segunda-feira (26) que não vão abrir mão de concorrer à presidência da Câmara na eleição marcada para o dia 2 de fevereiro.

Relator do processo de impeachment de Dilma na Câmara, o líder do PTB disse que sua candidatura é “avulsa”. Ele enfatizou que não vai esperar um consenso do “Centrão” para se lançar na disputa.

Segundo Jovair, como o plano de lançar um candidato único do “Centrão” não se viabilizou, os pré-candidatos do bloco já estão buscando apoio dos demais partidos.

“Não existe candidatura do ‘Centrão’. A minha candidatura é individual, estamos jogando nessa direção. Uma candidatura avulsa não precisa do apoio de partidos, até porque na Câmara temos um colégio eleitoral grande, de 512 deputados”, ressaltou Jovair Arantes.

“Não existe essa de que eu vou esperar para alguém recuar. Quanto mais apoio tiver, melhor. Hoje eu sou candidato”, complementou.

Ex-governador-tampão do Distrito Federal, Rogério Rosso ganhou projeção nacional ao presidir, neste ano, a comissão especial criada na Câmara para analisar se o processo de afastamento de Dilma deveria ser encaminhado para o Senado.

Logo após a renúncia de Eduardo Cunha da presidência da Câmara, o líder do PSD disputou o comando da casa legislativa para um mandato-tampão de seis meses, mas acabou derrotado no segundo turno por Rodrigo Maia.

Desde então, ele vem articulando apoio nos bastidores para concorrer novamente à presidência da Câmara. Porém, Rosso tem encontrado dificuldade para aglutinar as legendas conservadoras em torno da sua candidatura.

Diante da insistência de Jovair de concorrer à presidência da Casa, Rogério Rosso decidiu quebrar o tom diplomático que vinha adotando nos últimos meses e afirmou que manterá sua candidatura mesmo se o líder do PTB entrar na corrida pela sucessão de Maia.

“Mantenho minha candidatura. Porém, vou buscar o consenso e o bom senso de todos”, destacou.

Reeleição de Maia

Embora tenha sido eleito para um mandato-tampão de apenas seis meses, Rodrigo Maia tem buscado apoio nos bastidores para emplacar uma candidatura de reeleição. Oficialmente, entretanto, ele diz que só irá decidir em janeiro se entrará na disputa pela presidência da Câmara.

Pelo regimento interno da Casa, a reeleição só é permitida quando há mudança de legislatura – a atual acaba somente em fevereiro de 2019.

Na tentiva de conter as articulações de Maia para permanecer mais dois anos à frente da Câmara, Rosso enviou uma consulta para a Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) questionando a legalidade da candidatura do atual presidente da Casa.

O relator da consulta na CCJ, deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA), apresentou na semana passada parecer favorável à reeleição de Maia. O parlamentar maranhense avaliou que Rodrigo Maia cumpriu um “mandato-tampão”.

Devido ao recesso parlamentar, os integrantes da comissão não tiveram tempo de discutir e votar o relatório de Rubens Pereira.

Na opinião de Jovair Arantes, o atual presidente da Câmara está “rasgando” a Constituição ao cogitar a reeleição.

“Ele [Maia] não poderá ser candidato, está quebrando a regra. Ele está fazendo casuísmo o tempo todo, rasgando a Constituição”, acusou o líder do PTB.

Apesar do esforço de Jovair e Rosso para barrar a candidatura de Rodrigo Maia, o deputado do DEM tem conseguido garantir apoio de partidos do próprio “Centrão” para tentar a reeleição.

O líder do PT do B, deputado Luis Tibé (MG), já anunciou que os quatro integrantes de sua bancada irão votar em Maia caso ele confirme a candidatura para a presidência da Câmara.

“Existe uma possibilidade real do Rodrigo ser candidato. O PT do B vai apoiar Rodrigo Maia se ele for oficializado candidato.”

O líder do PRB, deputado Márcio Marinho (BA), relatou que Maia está promovendo uma ofensiva sobre os partidos que têm representação na Câmara para pedir apoio.

“Não sabemos que lado vamos apoiar. Rogério Rosso, Jovair e Maia estão nos procurando. Estamos discutindo ainda com cada um deles”, disse Marinho.

O PRB é a sigla do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara, deputado Beto Mansur (SP), que havia anunciado candidatura à presidência da Casa, mas recuou na semana passada por não ter conseguido o apoio do próprio partido.

“No caso do Beto Mansur, ele se antecipou ao lançar seu nome, o que é compreensível porque todos queremos ser presidentes, mas não teve a anuência do partido. Até porque todos os colegas do partido precisam ter a oportunidade de ocupar um lugar na Mesa”, ressaltou o líder do PRB.

Apesar de compor um bloco partidário com o PTB de Jovair Arantes, o líder do PP, Aguinaldo Ribeiro (PB), disse que sua bancada ainda não definiu quem irá apoiar na eleição de fevereiro.

Candidatura da oposição

Ex-ministro das Comunicações do governo Dilma, o deputado André Figueiredo (PDT-CE) disse ao G1 no último sábado (24) que pretende ingressar na disputa pela presidência da Câmara.

A eventual candidatura do parlamentar pedetista pode enfraquecer a tentativa de reeleição de Rodrigo Maia na medida em que teria condições de atrair votos de partidos que fazem oposição ao governo Michel Temer, como PT, PC do B, Rede e PSOL.

Sem um candidato natural, os oposicionistas cogitavam voltar a dar votos para o deputado do DEM na eleição interna. Porém, o cenário pode mudar se um integrante da oposição se lançar candidato ao comando da Casa.

Fonte: G1

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Gomes Oliveira

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  • TEM QUE TER OPOSIÇÃO AO GOVERNO, SE NÃO ESSE MICHEL TEMER FICA AÍ TIPO UM GALO DONO TERREIRO, QUANDO TODOS ESTÃO DO LADO DO GOVERNO, AÍ A CORRUPÇÃO ROLA SOLTA,FICA TODO MUNDO ACOBERTANDO E PRONTO. PARECE QUE ESSES POLÍTICOS SÓ SABEM SER PUXA-SACO, NINGUEM PROCURA FAZER ALGO QUE SE APROVEITE OU QUE DEFENDA O ELEITOR. ESSE PMDB É UM MARIA VAI COM AS OUTRAS, TODOS NO MESMO BARCO DA CORRUPÇÃO, TANTO NACIONAL QUANTO ESTADUAL, É SÓ FALAR EM DINHEIRO QUE CADA UM QUER SUA PARTE.

  • SERÁ QUE EM 2017 O POVO BRASILEIRO AINDA VAI QUERER OUVIR FALAR EM CERTOS CANDIDATOS QUE AÍ ESTÃO ENROLADOS COM A JUSTIÇA? OLHO VIVO PESSOAL, VOCÊ NÃO É CRIANÇA PARA DORMIR DE TOCAR.ANOTE BEM OS NOMES DE QUEM GOSTA DA PETROBRÁS E QUEM GOSTA DA SAÚDE, ENTENDEU?

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  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

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  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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