Esporte

Cassol retira assinatura e derruba duas CPIS importantes, BNDES e Fundos de Pensão

E com isso fica declarada aberta oficialmente a “pizzaria do PMDB” no Congresso Nacional

Matador

O senador Ivo Cassol (PP-RO) resolveu exterminar duas importantes CPIs no Senado, a CPI do BNDES e a dos Fundos de Pensão. Ambas abalariam ainda mais as estruturas do governo petista que está afundando o país. Cassol foi lá e retirou sua assinatura, permitindo desta forma que ambas fossem arquivadas. Como todo mundo sabe que o italiano não faz nada de graça, quem está aguardando a publicação de sua condenação pelo Supremo Tribunal Federal vai ter que esperar sentado. Com essa “forcinha” ao governo Dilma, Cassol ganhou um tempo precioso em Brasília.

Resultado

E essas retiradas de assinaturas tem a digital de Michel Temer, que mostrando sua força de articulação já chegou engavetando geral. A pizzaria do PMDB está aberta, e com um monte de pizzas quentinhas.

Concluso

A Ação Penal 565 que já foi julgada e está apenas aguardando a publicação do último suspiro de Ivo Cassol está conclusa a ministra relatora Cármen Lúcia desde o dia 7 de janeiro deste ano. Deve continuar dormindo por algum tempo ainda.

Virou notícia

Os questionamentos feitos por Mariana Carvalho (PSDB-RO) ao tesoureiro do PT João Vaccari foram motivos de risos, aplausos e constrangimento (para ele). O episódio aconteceu na última quinta-feira. Mariana ironizou o fato de Vaccari não ter respondido nenhuma pergunta durante todo o dia em seu depoimento na CPI da Petrobrás. Quando ele afirmou que responderia um dos questionamentos, ela declarou, “não tem problema, o senhor não respondeu nenhuma desde as 9h30, não faz diferença”. Quem estava presente riu e aplaudiu a bela, que pelo jeito está treinando para ser fera.

R$ 2 milhões

Foi quanto Confúcio Moura pagou aos advogados em Brasília para obter a liminar que está garantindo sua permanência no cargo de governador. A próxima, se ele tentar, deverá custar R$ 4. Resta saber de onde veio o dinheiro. Quem conhece Confúcio sabe que ele tem um “escorpião no bolso”. Ele pensou seriamente em não recorrer, confiando apenas na sorte. Mas apareceu algum correria pelo meio do caminho e levantou o dinheiro.

Bom lembrar

Que os autos do processo ainda não chegaram ao Tribunal Superior Eleitoral. O ministro deu a liminar baseado apenas e tão somente na conversa dos advogados de Confúcio.

Devo. Mas não pago

E o governo da enganação, ops, cooperação está devendo diversos fornecedores, principalmente postos de combustíveis no interior do Estado. Alguns estão sem receber desde novembro do ano passado, valores que vão de R$ 90 a R$ 130 mil. Contas adquiridas pelo DER. O governo não dá nenhuma justificativa nem previsão. Enquanto isso, os empresários passam por dificuldades para quitar seus débitos e pagar fornecedores.

Até que enfim

O deputado federal Luiz Claudio disse nesta sexta-feira à coluna que procurou a direção do DNIT em Brasília para solicitar um projeto de viabilidade para a duplicação da BR 364, entre Porto Velho e Vilhena. De acordo com o parlamentar a idéia é começar com os trechos mais críticos e com maiores índices de acidente. Com a realização dos estudos, que é uma das fases mais importantes, será feito o projeto e então teriam início as obras, “creio que é um trabalho de dois a três anos, portanto é melhor a gente começar o quanto antes”, declarou o parlamentar.

Rodovia da morte

A BR 364 é responsável pela morte de centenas de pessoas. Acidentes são registrados praticamente todos os dias e o volume de tráfego é imenso. O Brasil é deficiente na logística de transporte em todos os setores e isso causa prejuízos imensuráveis, sem contar com as vidas que são perdidas em função das péssimas condições das estradas. O deputado afirmou que pretende adotar a duplicação da BR 364 como uma das grandes bandeiras de seu mandato. Vamos torcer para que essa duplicação de fato seja concretizada.

Alto risco

Em praticamente todas as delegacias, principalmente as que restaram na capital, são apenados que fazem a limpeza. Porém, todas possuem pequenos arsenais, com pistolas, fuzis e submetralhadoras. Não faz o menor sentido a SESDEC permitir esse tipo de serviço por presos, que depois “passam a fita” para seus comparsas. A coisa já anda complicada para os agentes sem esse tipo de exposição.

Falando em polícia

A base comunitária da Polícia Militar no bairro Caladinho, na zona sul de Porto Velho foi desativada. Ninguém avisou, tampouco deu alguma explicação. Simplesmente fecharam e pronto.

Violência

A Escola Capitão Claudio, aquela que virou notícia essa semana depois que duas alunas foram esfaqueadas após uma briga, sofreu um incêndio devido a um curto-circuito na rede elétrica. O fogo começou no auditório, mas foi contido pelos bombeiros, que foram chamados para resolver o problema. Quanto a briga envolvendo as alunas, a Seduc informou que “se trata de um problema de segurança, e não de educação”. Já a Polícia Militar alega que está fazendo patrulhas, mas a gente sabe que isso é meramente paliativo.

E tem mais

A Seduc informou que “vai colocar câmeras de vigilância” na escola, como se isso resolvesse alguma coisa. A turma anda roubando essas câmeras e usando em bocas de fumo para vigiar a ação da polícia. A Seduc tinha era que trocar a rede elétrica do prédio, para evitar novos incêndios.

100 dias

Completaram nesta sexta-feira, 10, que Confúcio Moura deu início a seu segundo mandato. Ele não tem muito o que comemorar. Quase foi preso, está inelegível, com nome associado a denúncias de corrupção em todas as esferas e ainda perdeu a amizade de Mangabeira Unger, seu mentor. O agora ministro de alguma coisa ficou bem chateado por ter tido seu nome envolvido no escândalo do apartamento fantasma. Aquele imóvel que foi alugado para ele, Mangabeira, pago pelo governo de Rondônia e que vinha sendo usado como garçoniere por alguns assessores. Unger usou o apartamento por menos de 3 meses, em dias alternados em um período de 3 anos.

E para azedar

Ainda mais o bolo, Confúcio foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral que deverá rejeitar seus embargos e manter a condenação de perda de mandato. Confúcio ainda vai enfrentar nos próximos dias uma nova ação, proposta pelo Ministério Público Federal. Pelo jeito a festa foi para o ralo.

Outro

Que também faz aniversário neste dia 10 é Guajará-Mirim, e por lá que não para falar em festa mesmo. A cidade está acabada, abandonada e sem perspectiva alguma de um futuro promissor. Lamentavelmente.

Para contatos

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Estar acima do peso reduz risco de demência, diz estudo

Estar acima do peso diminui o risco de Mal de Alzheimer, de acordo com a maior e mais precisa investigação sobre essa relação. Os pesquisadores admitiram ter ficado surpresos com a descoberta, que vai contra a corrente atual dos aconselhamentos da medicina. A análise de dados de quase dois milhões de britânicos, publicada pela revista médica Lancet Diabetes & Endocrinology, mostrou que pessoas abaixo do peso correm um risco maior de desenvolver a doença. Mesmo assim, organizações dedicadas ao tratamento da demência aconselham que é preciso se exercitar, ter uma dieta balanceada e não fumar. A demência é uma das questões que gera maior pressão sobre a medicina moderna. O número total de pacientes no mundo pode triplicar e chegar a 135 milhões em 2050. Atualmente não há cura para a doença. Os médicos aconselham que se mantenha um estilo de vida saudável para tentar diminuir o risco de desenvolvê-la. Mas essa recomendação pode estar equivocada. A análise mais conservadora feita pelos pesquisadores diz que pessoas abaixo do peso têm um risco 39% maior de desenvolver demência em relação àqueles que estão com um peso saudável. Mas aqueles que estavam com sobrepeso tiveram uma taxa de redução de risco de 18%. Nos obesos, o percentual foi de 24%.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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