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Caravana Embrapa FertBrasil chega a Minas Gerais no dia 8 de junho

A Caravana Embrapa FertBrasil é uma jornada que irá percorrer as principais regiões agrícolas do País, levando ao produtor rural tecnologias e conhecimento para aumentar a eficiência do uso de fertilizantes, enfatizar a importância do manejo sustentável dos solos e melhorar a produtividade.

Em junho e julho de 2022, cinco caravanas passarão por cidades mineiras: no dia 8 de junho, Sete Lagoas, na Embrapa Milho e Sorgo; no dia 28, Unaí; no dia 30, Patos de Minas; Passos, no dia 6 de julho; e Uberaba, no dia 7 de julho.

O principal objetivo da caravana é promover o aumento da eficiência de uso dos fertilizantes e insumos no campo. Para isso serão apresentadas tecnologias e boas práticas de manejo de solo, água e plantas. Os conteúdos e as soluções estarão organizados em cinco módulos: Planejamento agrícola, Boas práticas para o uso eficiente de fertilizantes, Novos fertilizantes e insumos, Manejo de precisão e Manejo e sustentabilidade.

De acordo com o coordenador da iniciativa em Minas Gerais, o engenheiro agrônomo da Embrapa Milho e Sorgo Fredson Ferreira Chaves, a Caravana FertBrasil é também uma oportunidade para que as instituições e o setor produtivo possam se integrar na busca de soluções para dinamizar as cadeias de valor, com novas pesquisas e resultados para que os produtores tenham opções de redução de custos com o uso eficiente de fertilizantes e novas soluções tecnológicas que proporcionem maior lucratividade da atividade agropecuária. “Com inteligência, estratégias e foco na temática de fertilizantes, aliados ao Plano Nacional de Fertilizantes, o Brasil pode tronar-se, num futuro de médio a longo prazo, menos dependente de importações desse insumo agrícola de produção”, avalia o agrônomo. Ainda segundo ele, “em Minas Gerais, estamos reunindo as principais instituições envolvidas na temática de solos, fertilizantes e grãos para entendermos cenário, contexto e desafios sobre o assunto, bem como trazermos conhecimentos sobre boas práticas e uso eficiente de fertilizantes e insumos na agricultura brasileira”.

A programação do dia 8 de junho, em Sete Lagoas-MG, começará com a apresentação do módulo 1: “Ferramentas para o planejamento agrícola, onde e como plantar”, pelo pesquisador João Herbert Moreira Viana. Ele vai iniciar pela importância de conhecer e qualificar as terras já cultivadas, com os fatores condicionantes para o desenvolvimento das lavouras e o que os solos tropicais fornecem e garantem para nossas culturas. Em seguida, mostrará ferramentas para o planejamento, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc); o aplicativo Pasto Certo e a definição do ambiente de planejamento. A paisagem e os solos regionais na macrorregião de Sete Lagoas-MG, ações possíveis para fazer em curto prazo e onde encontrar mais informações também serão apresentados por Viana.

Para falar sobre as “Boas práticas para o uso eficiente de fertilizantes e insumos para nutrição de plantas”, o convidado é o pesquisador Álvaro Vilela de Resende. “Mais do que nunca, o produtor precisará fazer um bom diagnóstico dos talhões de cultivo, principalmente usando a análise de solo, para então saber quais são as prioridades de intervenção de manejo, tendo em vista otimizar o retorno dos gastos com fertilizantes. Práticas relacionadas ao controle da acidez do solo e à utilização do sistema plantio direto com diversificação de culturas são a base para o melhor aproveitamento dos fertilizantes aplicados nas lavouras. A tomada de decisão de se trabalhar com adubação reduzida depende desse diagnóstico e requer critérios técnicos, para que uma eventual economia não resulte em perda de produtividade ou esgotamento drástico da fertilidade do solo”, explica Resende.

Em seguida, no módulo 3, a pesquisadora Christiane Abreu de Oliveira Paiva vai abordar o assunto “Novas tecnologias para suprimento eficiente de nutrientes às plantas: mitos e fatos”. Serão apresentados os principais avanços alcançados pela pesquisa, com a utilização de fontes alternativas de nutrientes, novos processos industriais e novas formulações. Esses materiais são capazes de atingir alta eficiência agronômica, podendo suprir significativa parte da demanda crescente de nutrientes pela agricultura brasileira. Dentre eles, destacam-se os fertilizantes de eficiência aumentada, os fertilizantes organominerais, os remineralizadores e os bioinsumos.

Já o módulo 4, “Manejo de Precisão – Tecnologias digitais e sistemas de informação para recomendação de fertilizantes e insumos para a nutrição das plantas”, será ministrado pelo pesquisador Antônio Marcos Coelho. Este módulo está focado em apresentar e discutir as atuais vantagens e limitações na adoção de plataformas digitais, sistemas de informação, tecnologias da agricultura de precisão em apoio à tomada de decisão no manejo do solo e recomendações técnicas para o uso eficiente de fertilizantes, corretivos e insumos para a nutrição de plantas.

E para finalizar, no módulo 5, o pesquisador Emerson Borghi apresentará as “Tecnologias e técnicas de manejo para sustentabilidade agroambiental”. Nesta seção serão abordadas as tecnologias e práticas de manejo que promovem a sustentabilidade ambiental, geram uma série de benefícios quanto à disponibilidade de nutrientes e, consequentemente, quanto à eficiência no uso de fertilizantes. Especial enfoque será dado às boas práticas de conservação do solo e aos sistemas diversificados de produção, destacando-se rotação de culturas e os sistemas integrados.

Realização e apoio

A Caravana Embrapa FertBrasil é realizada pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Embrapa e da Rede FertBrasil, com o patrocínio da Bayer, da Bioma e da Rede ILPF, e com apoio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), além dos parceiros locais. A caravana levará informações e conhecimento a técnicos, cooperativas, associações, sindicatos, consultores e produtores rurais.

Em Minas Gerais, o evento conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) e das empresas vinculadas, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater–MG) e Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), além da Associação dos Produtores de Soja, Milho, Sorgo e Outros Grãos Agrícolas do Estado de Minas Gerais (Aprosoja-MG), da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa), da Cooperativa Central dos Produtores Rurais (CCPR) e do Sistema Faemg (Faemg, Senar, INAES e Sindicatos).

Serviço

Inscrição gratuita

Caravana Embrapa FertBrasil em Sete Lagoas-MG

Data: 08/06/2022 – Quarta-feira

Horário: das 8h às 12h

Preencha o formulário no link abaixo e fique atento à confirmação que será enviada por e-mail.

https://lp-cnpso.comunica.embrapa.br/caravana-fertbrasil-08-06-sete-lagoas-mg

Mais informações sobre a caravana no link: www.embrapa.br/caravana

FONTE: ASSESSORIA EMBRAPA  – COMUNIQUESE

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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