Cidades

CAPITAL: Saúde da população da zona rural e distritos recebe olhar especial da Prefeitura

Investimentos na melhoria dos atendimentos passam por novas unidades, ambulâncias, veículos e ampliação dos serviços

Oferecer serviços de saúde com qualidade e atendimento digno à população é uma das metas da Prefeitura de Porto Velho. Para isso, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) tem realizado investimentos que vão desde a contratação profissional até a melhoria da infraestrutura predial e aparelhamento das unidades de saúde urbanas e rurais, principalmente nos distritos.

A rede de atenção básica do município conta com 51 unidades de atendimento (urbana e rural) que atuam, principalmente, na promoção, proteção da saúde, e prevenção de agravos. São as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e as Unidades de Saúde da Família (USF), conhecidas também como “postinho”. Somente na área rural são 32 unidades básicas, 13 delas nos distritos que vão da Ponta do Abunã ao baixo Madeira.

Essas regiões, distantes do centro urbano da capital, têm recebido um olhar especial da Semusa, com um grande esforço empregado para melhorar os serviços com obras, novos veículos e ambulâncias, capacitação profissional e reforço no quadro de servidores.

OBRAS

Foram investidos R$ 445 mil na reforma da unidadeForam investidos R$ 445 mil na reforma da unidade

Palmares: Inaugurada em agosto, a USF Palmares, localizada na região do Assentamento Joana Darc, foi aberta ao público após uma completa obra de reconstrução do prédio e reaparelhamento do mobiliário. Os atendimentos de saúde foram ampliados, com três consultórios médicos, laboratório, farmácia, consultório odontológico, sala de vacina, Same, sala de espera, copa, entre outras benfeitorias. A unidade recebeu ainda serviço de jardinagem, muro e uma nova caixa d’água. Para isso, foram investidos R$ 445 mil.

Nova Califórnia: Distante 360 quilômetros de Porto Velho, na BR-364, sentido Acre, é outro distrito que recebeu uma unidade de saúde novinha. Foi realizada melhoria em toda infraestrutura, como reforma elétrica, hidráulica e no teto, além de pinturas, substituição de louças e metais, trocas de piso, telhado e forro. Houve também a recuperação de proteção da calçada, melhor acessibilidade, ampliação e climatização de ambientes. 300 metros quadrados de área construída e investimento de R$ 500 mil.

Vista Alegre do Abunã: Prevista para inaugurar no próximo mês, a unidade de Vista Alegre do Abunã está nos ajustes finais após uma grande obra de reforma e ampliação. O projeto tem execução da Prefeitura de Porto Velho, com investimento de cerca de R$ 1,1 milhão. A antiga unidade foi demolida e tem dado espaço a uma nova estrutura, que vai atender a população com equipamentos mais modernos e de forma mais adequada.

União Bandeirantes: Mais de R$ 1,3 milhão de recursos serão investidos na obra da nova unidade de saúde em União Bandeirantes. A obra, iniciada em agosto, além de abranger reforma e ampliação da rede básica, também vai atender a um anexo que serve como sala de estabilização para casos de urgência.

EQUIPAMENTOS

As unidades recém-inauguradas também receberam mobiliário novo. Mesa, cadeira, ar-condicionado, poltronas para a espera do paciente, armários e todo tipo de equipamento para o conforto do usuário e também dos servidores. Mais de R$ 2 milhões empregados somente no último ano.

A Semusa continua investindo na aquisição de material permanente para o aparelhamento das unidades localizadas nas áreas rurais de Porto Velho. As compras são realizadas conforme o andamento das unidades que passam por reforma, para que recebam os mobiliários e equipamentos novos dentro do prazo de inauguração.

VEÍCULOS

Veículos reforçam as ações da saúdeVeículos reforçam as ações da saúde

Através da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), a Prefeitura de Porto Velho também tem investido na melhoria do transporte de pacientes e ainda no deslocamento dos servidores, na execução de atividades administrativas e visitas domiciliares realizadas pelas equipes de saúde da família.

Para suprir a necessidade, foram investidos mais de R$ 3 milhões na aquisição de 13 veículos, sendo dez caminhonetes. Uma delas foi entregue recentemente para atender as necessidades de Cujubim Grande e São Miguel. As demais serão destinadas para Vista Alegre do Abunã, Abunã, Rio Pardo, Morrinhos, Aliança, Extrema, São Carlos, União Bandeirantes e Novo Engenho.

Os outros três automóveis são do modelo sedan, um deles foi entregue em agosto para a unidade de saúde de Jaci-Paraná, os outros devem ser destinados para Nova Mutum e Santa Rita.

AMBULANCHA

Quem vive nas comunidades ribeirinhas distantes de Porto Velho sabe a importância de contar com transporte adequado durante as emergências de saúde. Para suprir a necessidade daquela população, a Prefeitura de Porto Velho investiu quase R$ 1 milhão na compra de duas ambulanchas, uma para Calama e outra para São Carlos.

A embarcação do distrito de Calama presta apoio aos moradores das localidades na adjacência, como Demarcação, Gleba Rio Preto, Papagaios, Nova Esperança, Maici, entre outras. Em São Carlos, as comunidades Resex do Cuniã, Bom Será, Cavalcante, Brasileira e Nazaré também são atendidas.

Embarcação presta apoio aos moradoresEmbarcação presta apoio aos moradores

Ainda como reforço no transporte de pacientes e profissionais de saúde no baixo Madeira, a Semusa adquiriu oito motores de popa para as lanchas e voadeiras, e recebeu a doação de mais dois da Usina Jirau, para a melhor prestação dos serviços de saúde nas localidades ribeirinhas.

AMBULÂNCIA

Os distritos de Porto Velho contam com 14 ambulâncias para o transporte de pacientes. Os veículos foram entregues na pandemia para garantir o rápido socorro da população durante a emergência sanitária da Covid-19. Rio Pardo deve receber, nos próximos dias, mais uma nova ambulância para melhorar o serviço na região.

URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

UPA Jaci-Paraná: Com localização estratégica, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jaci-Paraná é referência nos atendimentos de urgência e emergência para toda a população do eixo da BR-364. Inaugurada durante a pandemia, a estrutura foi um importante reforço no atendimento às vítimas da covid-19 dos distritos e linhas rurais.

Samu: A estrutura, que funciona 24 horas todos os dias da semana, também conta com o apoio do Serviço Móvel de Urgência (Samu), que possui uma base própria para o transporte e socorro de pacientes até unidades hospitalares de Porto Velho.

Base do Samu em Jaci-Paraná funciona 24 horas, todos os dia da semanaBase do Samu em Jaci-Paraná funciona 24 horas, todos os dia da semana

Antes da instalação da unidade, o transporte de pacientes do serviço de urgência e emergência era realizado por ambulância da própria UPA. Com a base descentralizada do Samu, e os equipamentos específicos de uma unidade móvel de urgência, ampliam as chances de sucesso no atendimento.

União Bandeirantes: Devido a distância e dificuldades de acesso, a Prefeitura de Porto Velho sempre buscou superar as dificuldades impostas para atender as necessidades da saúde daquela população, principalmente no transporte de casos mais graves até a unidade mais próxima.

Para resolver o problema, a reforma da unidade, iniciada recentemente, contempla a construção de um anexo que serve como sala de estabilização para casos de urgência e emergência.

CAPACITAÇÃO

Proporcionar novos conhecimentos e atualizar as habilidades dos profissionais de saúde gera impactos positivos, desde o fluxo de processos de trabalho até na qualidade da assistência aos usuários. Servidores públicos capacitados e atualizados possuem as competências necessárias para desempenhar suas funções de forma mais eficiente e eficaz, isso reflete na qualidade dos serviços prestados.

Capacitação dos servidores reflete na qualidade dos serviços prestadosCapacitação dos servidores reflete na qualidade dos serviços prestados

Para isso, a Semusa busca a melhoria contínua por meio da Educação permanente e continuada, desenvolvida pelos Núcleos Descentralizados de Educação (NEP), implantados nas unidades de saúde, inclusive nas rurais. Das 19 unidades de saúde rurais, 17 delas contam com o núcleo, que articula as capacitações baseadas nas necessidades da unidade ou da população onde atua, no modelo presencial ou on-line, para garantir o acesso das unidades mais distantes.

Através da educação permanente, a Semusa estabelece o compromisso de buscar a excelência do serviço público de saúde municipal utilizando, para isto, o conhecimento técnico científico, permeado pelo acolhimento e humanização.

Para a secretária municipal de saúde, Eliana Pasini, os esforços e investimentos distribuídos ao longo dos anos comprovam a dedicação e o comprometimento da Prefeitura de Porto Velho em busca de garantir acesso digno à saúde em toda a extensão do município.

“Podemos dizer com orgulho que a saúde dos nossos distritos nunca esteve tão acolhida e bem cuidada. Entendemos a dificuldade geográfica que temos em muitas localidades, mas trabalhamos com o compromisso de diminuir as limitações e assegurar o máximo de suporte possível para aqueles que vivem distante da capital, sempre com investimentos que visam o maior conforto e bem-estar da nossa população”, destacou.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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