Cidades

CAPITAL: Prefeitura intensifica combate a alagamentos utilizando “tatuzão” para desobstruir bocas de lobo

Entre as ações estão mutirão de limpeza, desobstrução de bocas de lobo e ampliação da capacidade de escoamento dos principais canais da capital

Uma efetiva frente de trabalho da Operação Cidade Limpa está realizando a desobstrução de bocas de lobo, ação fundamental para evitar alagamentos em Porto Velho. O trabalho, realizado pela Secretaria Municipal de Saneamento e Serviços Básicos (Semusb), inclui o levantamento de cada estrutura, limpeza e retificação de caixas, instalação de tampas de concreto e gaiolas protetoras e, caso haja necessidade de substituição de tubulações danificadas, a Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação (Semob) é acionada para o serviço.

Para o comerciante local, Alexandre Pereira, a limpeza dos bueiros vai mudar a realidade do bairro

Com a eficiência do tatuzão para a desobstrução de bocas de lobo, na terça-feira (8), os trabalhos atenderam à rua Daniela, entre as avenidas Vieira Caúla e Amazonas, seguindo até a Raimundo Cantuária, perfazendo três ou quatro limpezas por dia. O serviço conta com mais de 20 trabalhadores envolvidos.

O mutirão, além da limpeza e desobstrução dos bueiros, realiza roçagem, reparos, recolhimento dos entulhos e lixo em vários pontos da cidade, como avenida Jorge Teixeira, Parque da Cidade, Pinheiro Machado, Praça Aponiã, Praça Aluízio Ferreira, avenida Presidente Dutra, entre outros locais.

Primeiro, a limpeza das bocas de lobo é manual e depois com o tatuzão responsável pela limpeza com uma mangueira de alta sucção. Foram retiradas garrafas de plástico, sacolas plásticas, pneus, sapatos, tênis e fraldas usadas. A quantidade de lixo é enorme e em consequência, as bocas de lobo entopem, causando os alagamentos quando a chuva cai.

O secretário da Semusb, Giovanni Marini reitera o apelo feito pelo prefeito Léo Moraes à população. “É fundamental que as pessoas não joguem mais lixo nos bueiros ou nas ruas, e sim em locais adequados. Se todos cooperarem, certamente o problema das alagações e os transtornos cessarão”, disse.

TATUZÃO

Marini acrescentou que nessa ação, mais uma da Operação Cidade Limpa, a equipe utiliza o equipamento conhecido como “tatuzão”, cujo objetivo é desobstruir bocas de lobo e melhorar a vazão das águas pluviais. O serviço será realizado em toda cidade e de forma contínua. O equipamento, usado em diversos pontos críticos da cidade, reforça a prevenção e garante o fluxo adequado das águas.

Conforme o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, essa união é essencial para alcançar resultados mais rápidos e efetivos. “Estamos trabalhando juntos, de forma integrada, para resolver um problema que afeta a vida das pessoas. A limpeza é um passo importante para diminuir os alagamentos e trazer mais qualidade de vida. O tatuzão está de volta, e vamos trabalhar dia e noite para atender e melhorar a nossa cidade”, afirmou.

O trabalho reúne esforços de várias secretarias municipais, como Secretaria-Geral de Governo (SGG), Secretaria Municipal de Saneamento e Serviços Básicos (Semusb), Secretaria Municipal de Obras (Semob), Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) e Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur).

MORADORES

Residente há 33 anos em Porto Velho, Gizelda Soares, comentou que a ação da Prefeitura vai trazer benefícios para a rua onde reside. “Pelo tempo que estou aqui, essa é a primeira vez esse trabalho sendo realizado. Quando chove não conseguimos sair de casa e como cidadã porto-velhense, estou orgulhosa da atual gestão do prefeito Léo Moraes e aproveito para agradecer e dizer que estou torcendo por ele, pois podemos ver o quanto ele e sua equipe estão trabalhando e há muito para fazer, e sei que não é fácil. Afinal, ele entrou agora, mas já está fazendo muito mais que os prefeitos anteriores”, afirmou.

Para o comerciante local, Alexandre Pereira, a limpeza dos bueiros vai mudar a realidade do bairro. “Aqui quando chove, as ruas alagam e entram nas casas causando prejuízos. Acredito que agora isso vai mudar. Essa limpeza vai ajudar muito, inclusive o comércio local, pois com os alagamentos, os clientes reclamam e com isso deixamos de vender. O prefeito está trabalhando bem para melhorar nossa cidade”, disse.

Edna da Costa Lima, moradora há mais de duas décadas na capital, também demonstrou otimismo e entusiasmo com a gestão e o trabalho do prefeito Léo Moraes. “Ele renovou a esperança da nossa comunidade, que sofre muito com o problema das alagações”.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM –  SMC PREFEITURA MUNICIPAL DA CAPITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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