Cidades

CAPITAL: Gestores da Semes participam de Fórum do Desporto e Paradesporto, em São Paulo

Temas como leis de incentivo, liderança e marketing foram apresentados

O Fórum Brasileiro de Gestão Pública Municipal do Desporto e Paradesporto, voltado para o setor público esportivo, contou com as presenças dos gestores e técnicos da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semes) de Porto Velho. O evento aconteceu nos dias 8 e 9 deste mês, em São Paulo.

Durante o Fórum, os melhores especialistas da área de esporte, apresentaram diversos temas, entre leis de incentivo, liderança, marketing, plano estratégico, além de programas, projetos e ações relacionados ao esporte. “Foi um momento muito importante para aprimoramento de políticas públicas e trocar experiências exitosas na área”, destacou Ivonete Gomes, secretária da Semes.

Segundo a gestora, o Fórum teve como objetivo assegurar uma comunicação estável e dinâmica, construindo uma interação multilateral econômica, cultural, esportiva e científica nas esferas públicas e privadas e foi promovido pelo Fórum Internacional dos Municípios dos Países BRICS (Fórum IMBRICS), que é uma plataforma de cooperação internacional dos municípios dos cinco países integrantes.

Para o secretário adjunto da Semes, Edilson Pacheco, a troca de experiência com gestores do esporte de outros municípios é muito importante e proveitoso. “São esses encontros que proporcionam maior aprendizado para quem está à frente de uma secretaria de esporte. Nós precisamos cada vez mais nos aprimorar e acompanhar os grandes centros que já implantaram o esporte de alto rendimento, montaram suas vilas olímpicas, seus centros de treinamentos”.

Além da secretária da Semes, Ivonete Gomes, e do adjunto da pasta, Edilson Pacheco, participaram do Fórum Brasileiro de Gestão Pública Municipal do Desporto e Paradesporto a coordenadora da Semes, Fernanda Rocha, o diretor de Esporte e Lazer, Silvio Ricardo, e a secretária executiva, Ray Brito.

ARTICULAÇÕES

Após o Fórum Brasileiro de Gestão Pública, os gestores da Semes permaneceram em São Paulo participando de visitas a centros de treinamentos, conhecendo o funcionamento da vila olímpica, reuniões com gestores da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Recreação (Seme) de São Paulo, e em contato com os principais diretores de base dos times do Flamengo, Santos, Corinthians e São Paulo.

No Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro, a equipe da Semes vivenciou treinos e competições e conheceram os programas existentes, sobretudo subsídio para captação de recursos e capacitação dos profissionais de Educação Física. “Porto Velho está se preparando para a primeira turma de crianças e jovens cadeirantes no basquete, cegos e surdos e para ampliar o atendimento àqueles com Transtorno do Espectro Autista”, disse a secretária Ivonete Gomes.

Já na Secretaria de Esporte, Lazer e Recreação da Prefeitura de São Paulo, eles foram recepcionados pelo secretário titular, Carlos Vianna, diretores e assessores, para uma troca de experiências no âmbito do esporte, sendo o ponto alto do encontro o funcionamento do Centro Olímpico da capital paulista, mantido pela Prefeitura de SP.

Na visita ao Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP), voltado ao esporte de alto rendimento para formação de atletas com foco em esportes olímpicos, a equipe da Semes conheceu a metodologia de funcionamento do complexo que é voltado para a formação do atleta e seu desenvolvimento para aplicar aqui em Porto Velho.

“A gestão do prefeito Hildon Chaves tem priorizado crianças e adolescentes terem acesso ao esporte e essa visita foi muito importante para nós que estamos em fase de conclusão dos trabalhos para implantar a Vila Olímpica de Porto Velho, voltada ao esporte de alto rendimento, buscando o aperfeiçoamento dos atletas nos treinos com foco ao esporte olímpico”.

RESULTADOS

Para Ivonete Gomes, essa articulação com as instituições e os times de base teve um resultado fantástico, primeiro porque o diretor do Corinthians já se propôs visitar Porto Velho para realizar um curso de capacitação para áreas do desporto e esporte de alto rendimento, e segundo que o presidente do Fórum IMBRICS, Devanir Cavalcante, se comprometeu em realizar um grande Fórum da Amazônia, de discussão da área do esporte com o objetivo de reunir representantes de vários estados que compõem a Amazônia.

Ainda como resultado das articulações, a Secretaria Nacional de Incentivo e Fomento ao Esporte (Senife), Michelle Moyses Vinecky, e a coordenadora da Secretaria Nacional de Incentivo ao Fomento e Esporte, Solange Souza dos Santos, foram convidadas pela secretária da Semes, para estarem em Porto Velho e explicarem como fazem os municípios e as organizações interessadas em buscar recursos através da Lei de Incentivo ao Esporte, como se faz o projeto, como é admitido em Brasília, e como é a captação de recursos via empresas.

FONTE: ASSESSORIA COMDECOM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.