Esporte

Brasileirão terá reencontros, líder na Vila e Corinthians desfalcado

A 15ª rodada do Nacional terá o palmeirense Gustavo Scarpa contra o Flu, no Maracanã. Sem técnico, Santos pega Fla. Corinthians recebe Cruzeiro

O clássico entre Fluminense e Palmeiras, nesta quarta-feira (25), às 19h30, no Maracanã, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, marcará o reencontro entre o clube carioca e o meia Gustavo Scarpa, que precisou enfrentar uma guerra judicial para se desvincular do time tricolor e voltar a atuar pela equipe alviverde — o jogador obteve um habeas corpus no TST (Tribunal Superior do Trabalho).

“Temos que pensar no time todo do Palmeiras. O elenco deles é muito bom. Não vamos pensar em um só jogador. O Scarpa está do outro lado. Agora é pensar em ganhar no adversário. O foco não é só nele, e sim no Palmeiras”, ponderou o atacante Pedro, do Flu, artilheiro do Nacional, com nove gols.

Mas este é apenas um dos ingredientes do jogo que será disputado. O Palmeiras — sexto colocado do torneio, com 23 pontos — poderá chegar ao 200º gol da história do clube no Maracanã. O número 200 também representa a marca que o atacante Dudu alcançará se entrar em campo pelo time nesta quarta.

Além disso, a equipe deverá ter o retorno do meia Lucas Lima, que cumpriu suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo. O camisa 20 foi advertido depois de marcar o gol no empate em 1 a 1 contra o Santos, ex-clube do alteta.

No entanto, o técnico Roger Machado não confirmou a equipe titular para o duelo contra o Fluminense. O comandante fechou o treinamento realizado na Academia de Futebol antes da viagem para o Rio de Janeiro. A única certeza é a manutenção do goleiro Weverton como titular.

No Fluminense — 11º na tabela do Brasileiro, com 18 pontos —, a novidade deverá ser a estreia do atacante Luciano, de 25 anos, que teve o nome registrado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF. O jogador, anunciado pela diretoria do time tricolor no fim de junho, pertence ao Leganés-ESP, mas atuava pelo Panathinaikos-GRE.

Santos x Flamengo

Outro confronto entre paulistas e cariocas na rodada acontecerá na Vila Belmiro, também nesta quarta, às 21h45. O Santos, ainda sem treinador, depois da demissão de Jair Ventura, receberá o Flamengo, líder do Nacional. A equipe santista será comandada de forma interina por Serginho Chulapa.

Mas a equipe não será muito diferente daquela que empatou com o Palmeiras na rodada retrasada, no Pacaembu. O Santos deverá entrar em campo com: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Dodô; Alison e Diego Pituca; Gabigol, Eduardo Sasha, Rodrygo e Bruno Henrique.

No time rubro-negro, o técnico Maurício Barbieri irá promover o retorno do meia Éverton Ribeiro, que não atuou na vitória por 2 a 0 sobre o Botafogo por estar suspenso. O colombiano Marlos Moreno (lesionado) e o volante Willian Arão (próximo de ser negociado) serão desfalques na equipe, que deverá iniciar o jogo com: Diego Alves; Rodinei, Réver, Léo e Renê; Cuéllar, Paquetá e Diego; Éverton Ribeiro, Matheus Savio e Paolo Guerrero.

Corinthians x Cruzeiro

Já o Corinthians segue tentando se estabilizar no Brasileirão diante das perdas no elenco por transferências e lesões. Contra o Cruzeiro, nesta quarta, às 21h45, em Itaquera, o técnico Osmar Loss deverá fazer quatro mudanças na equipe titular.

O meia Rodriguinho foi negociado com o Pyramids-EGT e se despediu na derrota por 3 a 1 para o São Paulo, no Morumbi, na rodada passada. Além dele, o zagueiro Pedro Henrique (contundido), o volante Renê Júnior (que rompeu os ligamentos do joelho esquerdo) e o meia Marquinhos Gabriel (opção técnica) também estão fora.

Desta forma, o treinador corintiano — oitavo colocado na competição, com 18 pontos — deverá começar a partida com: Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Gabriel, Douglas, Romero, Jadson e Clayson; Jonathas.

No Cruzeiro, que ocupa o quarto posto do campeonato, com 24 pontos, o técnico Mano Menezes fez mistério e fechou o treino desta terça-feira. O lateral-direito Edilson não foi a campo e fez apenas trabalhos internos. Assim, virou dúvida para a partida.

Apesar de ainda não ter confirmado a equipe para o jogo contra o Corinthians, é possível que Mano escale o seguinte time titular: Fábio; Lucas Romero (Edilson), Dedé, Léo e Egídio; Henrique, Ariel Cabral; Robinho, Thiago Neves (Rafinha) e Arrascaeta; Barcos (Rafael Sobis).

Atlético Mineiro x Paraná

O Atlético Mineiro, ainda sob o efeito da sofrida derrota por 3 a 2 pelo Palmeiras, no Allianz Parque, com um gol sofrido no último lance da partida, terá pela frente o Paraná, que venceu o América Mineiro por 1 a 0 e luta desesperadamente para fugir da zona de rebaixamento.

Hoje, o time paranaense é o 18º colocado, com apenas 13 pontos. Já o Atlético Mineiro está na quinta posição, dentro do grupo que garante vaga na próxima edição da Copa Libertadores, com 23 pontos.

O goleiro Victor foi poupado do treinamento, mas não deverá ser problema para o técnico atleticano, Thiago Larghi, deverá escalar: Victor; Patric, Léo Silva, Gabriel e Fábio Santos; José Welison, Elias e Tomás Andrade; Chará, Terans e Ricardo Oliveira.

No Paraná, que apresentou o experiente meia-atacante Maicosuel (com passagens por Botafogo, Cruzeiro, Palmeiras, Grêmio e São Paulo), o técnico Rogério Micale poderá colocar em campo o seguinte time: Thiago Rodrigues; Júnior, Cléber Reis, Rayan e Igor (Mansur); Leandro Vilela, Caio Henrique e Nadson (Alex Santana); Silvinho, Rodolfo e Léo Itaperuna.

FONTE: R7.COM

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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