Noticias

Brasil vai mudar estratégia caso coronavírus seja declarado pandemia

Passengers wearing masks as a precautionary measure to avoid contracting the new coronavirus, COVID-19, arrive on a flight from Italy at Guarulhos International Airport, in Guarulhos, Sao Paulo, Brazil on March 2, 2020. - The death toll from the new coronavirus epidemic surpassed 3,000 on Monday. The virus has now infected more than 89,000, spread to over 60 countries and threatens to cause a global economic slowdown -- after first emerging in China late last year. (Photo by Nelson ALMEIDA / AFP)

“O coronavírus (Covid-19) já se espalhou por todos os continentes e infectou 98,2 mil pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mas até a manhã desta sexta-feira (6) ainda não foi declarado uma pandemia. O governo brasileiro tem pressionado a OMS por essa classificação desde o início da semana. Caso isso aconteça, a estratégia para lidar com o vírus sofre uma alteração.

Segundo dados da OMS atualizados até o fechamento desta reportagem, a Covid-19 já se espalhou por 88 países no mundo, provocando 3,3 mil mortes desde o seu surgimento. Além da China, que concentra 80,7 mil casos, os países mais afetados são a Coréia do Sul (6,2 mil infectados), Itália (3,8 mil) e o Irã (3,5 mil).

A OMS é o organismo máximo para classificar esse tipo de doença no cenário internacional. Caso a organização declare que o coronavírus se tornou uma pandemia, o foco deixa de ser conter a doença e identificar por onde os pacientes passaram e passa a ser tratar os casos mais graves.”

“Surto, epidemia, pandemia: qual a diferença?
Segundo a classificação da OMS, a Covid-19 é uma “emergência internacional”. A pandemia é a classificação mais grave para a doença.

O surto acontece quando o número de casos aumenta rápido, em uma área geográfica restrita. Foi o que aconteceu no início da disseminação da doença, quando apenas a China tinha casos confirmados. A partir do momento em que os casos começam a se espalhar por outros países, há uma epidemia.

Uma pandemia acontece quando os casos começam a aparecer em todos os continentes, inclusive com transmissão local. A OMS considera que ainda não há uma pandemia de coronavírus, já que há continentes em que foram confirmados pouquíssimos casos, como na América do Sul.

Segundo dados da OMS, apenas quatro países da América do Sul tiveram casos confirmados até agora: Brasil, Equador (com 13 casos), Argentina e Chile (com um caso confirmado em cada um).”

“Estratégia para tratar pandemia de coronavírus muda
Segundo o ministro da saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta, a OMS já deveria ter declarado uma pandemia de coronavírus. “Demora para que a Organização Mundial da Saúde fale: ‘Olha, temos uma pandemia’, para que a gente possa trabalhar com critérios pandêmicos”, disse em uma coletiva na quarta-feira (4).

A OMS, por outro lado, insiste que a estratégia de conter a doença ainda é possível. Ao declarar uma pandemia, a estratégia passa a ser tratar os casos mais graves.

“No momento, não estamos testemunhando uma disseminação mundial sem controle. Esse vírus tem potencial pandêmico? Absolutamente, mas usar a palavra pandemia agora não se encaixa nos fatos. Isso pode causar medo. Este não é o momento de focar em qual palavra vamos usar. Isso não vai prevenir uma única infecção hoje ou salvar uma única vida”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante coletiva de imprensa ainda em fevereiro.

Caso seja declarada uma pandemia, a estratégia de isolar cidades, como aconteceu na China, e deixar pacientes em quarentena, por exemplo, perde o sentido. Essas medidas são adotadas para evitar que a doença se espalhe. Em caso de pandemia, a doença já se espalhou e a estratégia é tratar os doentes mais graves, evitando mortes.

“Com uma pandemia, seguramente vamos ter que adotar medidas mais restritivas no país. Já é uma pandemia, então temos que nos preparar para piores dias”, avalia o diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia, o médico Marcos Cyrillo.”

“Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que “busca compreender a dinâmica do vírus em relação a sua transmissibilidade e mortalidade”. “Ao que as evidências indicam, o vírus possui uma transmissibilidade maior e uma letalidade menor do que a apresentada inicialmente, conforme novos estudos apontam”, diz a pasta.

O Ministério da Saúde também afirma que já está se preparando “para uma fase de transição entre a contenção do vírus e o atendimento à população afetada”.

Como o Brasil deve lidar com o coronavírus
Segundo Cyrillo, a melhor estratégia no caso brasileiro ainda é tentar evitar o avanço do vírus. “A melhor estratégia é adotar todas as medidas de segurança, de tratamento, de isolamento de contato, cuidados dentro dos hospitais com doentes com a doença, os hábitos de higiene da população. Essas são as maneiras de conter”, disse.

Segundo o diretor da SBI, o Brasil tem lidado bem com a situação até agora. Mas ele acredita que o país não tem condições de lidar com um número alto de doentes. “O Brasil tem lidado bem com o vírus e tem feito bastante documento, protocolo, tem feito muito as diretrizes. Talvez nós não tenhamos pessoas, hospitais, centros cirúrgicos, talvez não tenhamos leitos de UTI, álcool gel. Não é a parte burocrática, é a parte de colocar a mão na massa que está com problema, eu acredito”, diz. “O país não tem condições de lidar com um grande número de infectados, não. Tem que aguardar para ver”, completa.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que “tem trabalhado para garantir insumos e medicamentos com diferentes fornecedores nacionais e internacionais para os pacientes atendidos no Sistema Único de Saúde (SUS)”. “A pasta dimensiona as aquisições, a partir da necessidade de estados e municípios, quais e quantos tipos de medicamentos podem ser comprados de forma central e distribuídos aos estados e os que podem ser comprados com recurso descentralizado. O Ministério da Saúde continuará se adaptando conforme a avaliação de novos cenários da doença dentro do país”, completou a pasta.”

“O ministério também afirma que melhorou os processos de compra para garantir melhor montagem de estoque e maior capacidade de reposição de insumos e medicamentos no país. “A pasta mudou, ainda, a logística, melhorou o acondicionamento e reduziu as perdas. Com essas ações há maior garantia de abastecimento na rede pública, inclusive para os momentos de emergência de saúde”, ressalta a nota enviada à reportagem.

Casos de coronavírus no Brasil
O caso mais recente confirmado no Brasil é de uma mulher de 34 anos que mora em Feira de Santana, na Bahia. É o primeiro caso registrado no Nordeste. Ela retornou da Itália no último dia 25 e seria assintomática.

Outro caso assintomático foi registrado em São Paulo. Trata-se de uma estudante de 13 anos, que também estava de férias na Itália.

Outros dois casos confirmados são pacientes que tiveram transmissão local do vírus. Um deles estava em um churrasco com um paciente que foi infectado pelo vírus no exterior. Outro caso teve contato com uma pessoa que esteve no mesmo churrasco.

Ao todo, são seis casos em São Paulo, um no Rio de Janeiro, um no Espírito Santo e um na Bahia. Também há um paciente no Distrito Federal que aguarda o resultado de uma contraprova.”

“O primeiro caso brasileiro surgiu no dia 26 de fevereiro, em São Paulo – estado que tem o maior número de casos suspeitos no país.”

FONTE: GAZETA DO POVO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.