Teia Digital

Bolsa Brasileira com desempenho superior aos mercados internacionais – Por Silvio Persivo

 

Recuperação da memória. “Este pessoal já mostrou que não pode ver um cofre” (Heráclito Fortes).

SENAI OFERTA CURSOS DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Rondônia (SENAI-RO) está com inscrições abertas para cursos do Programa de Gratuidade Regimental, com 1.365 vagas para a Aprendizagem Industrial Básica e 622 para Aprendizagem Industrial Técnica, nas unidades do SENAI Rondônia dos municípios de Porto Velho Ariquemes, Jaru, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena. São 490 vagas na modalidade presencial e 1.497 vagas para  Educação a Distância (EAD). Neste primeiro momento, as vagas serão preferencialmente para o atendimento das demandas das indústrias contribuintes para o cumprimento da cota de jovens aprendizes, conforme o Decreto nº 6.635 de 2008 e as diretrizes do SENAI.  As Indústrias poderão reservar vagas nos Cursos de Aprendizagem Industrial (listados no item 8 dos Editais nº 23.2023.1 – para os Cursos Básicos e 24.2023.1 para os Cursos Técnicos) e matricular os jovens aprendizes, por elas selecionados, obedecendo os requisitos necessários para ingresso dos cursos. Havendo vagas possíveis não reservadas pelas indústrias, serão ofertadas para jovens da comunidade, seguindo a ordem de inscrições pelo site do SENAI-RO.

MAIS DE 680 MIL VAGAS DE TRABALHO TEMPORÁRIO SERÃO CRIADAS NO ÚLTIMO TRIMESTRE

O 2º semestre vem surpreendendo positivamente em relação às contratações temporárias. Isto é o que aponta a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM), que prevê a geração de mais de 680 mil vagas temporárias neste 4º e último trimestre (outubro, novembro e dezembro), que devem ser puxadas, principalmente, pelas datas sazonais como Black Friday, Natal e Ano Novo. Segundo o presidente da ASSERTTEM, Marcos de Abreu, “O segundo semestre está respondendo acima de nossas expectativas. Com destaque para o movimento acelerado do turismo, tanto de lazer quanto de negócios”. Segundo ele, o setor de Serviços deve ter destaque no período. Casas de eventos esportivos, shows, festivais; hotéis; feiras gastronômicas; cinemas; casas noturnas; bares que demitiram muito durante a pandemia, agora estão voltando a repor seus quadros de pessoal, se apoiando na modalidade do Trabalho Temporário. “Esse setor foi muito prejudicado, mas agora possui o incentivo do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE), instituído pela Lei nº 14.148/2021. Assim, com as festas de final de ano, a tendência é aumentar a contratação de temporários”, explicou Abreu. Já a Indústria segue liderando as contratações (55%) e o Comércio (15%) terá também um incremento, principalmente, pela alta demanda da Black Friday e do Natal. Afirma Abreu que com a definição da política nacional a tendência é que as contratações temporárias decolem. “Muitas empresas seguram as contratações para uma melhor análise do cenário nacional. Porém, assim como foi durante a pandemia, em momentos de incerteza ou instabilidade econômica, o mercado se apoia na modalidade do Trabalho Temporário para seguir atendendo suas demandas. Por isso, a expectativa na geração de vagas é positiva”, concluiu. Em Rondônia a estimativa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia é de que sejam criados 4.420 empregos temporários no último trimestre.

INDÚSTRIA DO AMAZONAS CRESCE 7% EM AGOSTO

Em agosto a indústria amazonense cresceu 7% na variação mensal, um acréscimo de 13,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Com isto, o Estado ampliou sua vantagem no acumulado de janeiro a agosto (+3,6%), mas segue negativo nos últimos 12 meses (-1,2%), segundo a pesquisa mensal do IBGE para o setor. Com o aumento de 7% na atividade industrial  o Amazonas sair do 11º lugar para a liderança do ranking das 14 unidades federativas pesquisadas. Ficou com uma boa vantagem em relação ao Rio de Janeiro (+3,3%) e São Paulo (+2,6%), numa lista com apenas seis desempenhos positivos e uma estabilidade. Em contrapartida, Pará (-6,2%), Santa Catarina (-4,8%) e Espírito Santo (-3,9%) ficaram no rodapé.  O incremento anual (+13,4%) no indicador de produção industrial fez o Estado se segurar na segunda colocação no ranking, ficando muito atrás apenas do Mato Grosso (+29,9%) e logo à frente do Rio de Janeiro (+6,4%), enquanto Espírito Santo (-12,2%) e Pará (-8,7%) amargaram os piores números.

BOLSA BRASILEIRA COM DESEMPENHO SUPERIOR AOS MERCADOS INTERNACIONAIS

Com o Ibovespa acumulando uma alta de quase +10% em reais, e +20% em dólares, e os mercados globais acumulando quedas de 20% a 35%, a  Bolsa brasileira continua com um desempenho superior aos índices internacionais. Segundo os especialistas isto se deve a  1) uma grande exposição dos setores mais procurados por investidores globais como commodities e bancos, 2) os múltiplos muito atrativos, e 3) as altas nas taxas de juros, atraindo investidores estrangeiros tanto para a renda fixa e para a Bolsa. O resultado é que  setembro foi um mês positivo para o fluxo de capital estrangeiro na Bolsa brasileira, com uma entrada líquida de R$ 600 milhões. O total acumulado de 2022 é de +R$ 89,9 bilhões.

CARROS ELÉTRICOS AUMENTAM VENDAS EM 50% EM SETEMBRO

De acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), os carros elétricos e híbridos registraram o maior crescimento nas vendas entre todos os segmentos do mercado nacional no mês de setembro, com o aumento de 50,3% no número de emplacamentos em comparação a agosto. No mês de setembro, 6.391 unidades foram emplacadas, impulsionadas pelas versões híbridas de carros como o Toyota Corolla Cross e Toyota Corolla, os mais vendidos dos eletrificados. O Caoa Chery iCar anotou 571 emplacamentos nos últimos 30 dias e modelos como o Renault Kwid E-Tech, Audi e-Tron e Volvo XC40 Recharge também se destacaram. No acumulado do ano, os carros eletrificados alcançaram 32.242 unidades emplacadas, 41,75% a mais do que no ano passado.

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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