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Biden anuncia candidatura à reeleição para a Presidência dos EUA em 2024

Presidente lançou pré-candidatura com vídeo de campanha publicado nas redes sociais

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lançou oficialmente nesta terça-feira (25) sua candidatura para buscar um segundo mandato na Casa Branca em 2024, de acordo com um vídeo de campanha publicado online.

“Toda geração tem um momento onde deve defender a democracia. Defender suas liberdades fundamentais. Acredito que esse é o nosso momento. É por isso que estou concorrendo à reeleição como presidente dos Estados Unidos. Junte-se a nós. Vamos terminar o trabalho”, escreveu nas redes sociais.

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Em vídeo divulgado nesta terça, Biden enquadrou a disputa do próximo ano como uma luta contra o extremismo republicano, argumentando implicitamente que precisa de mais tempo para cumprir plenamente sua promessa de restaurar o caráter da nação.

“Quando concorri à presidência há quatro anos, disse que estávamos em uma batalha pela alma da América. E ainda estamos”, disse ele no vídeo, que abriu com imagens da insurreição de 6 de janeiro de 2021 e ativistas pelos direitos ao aborto protestando na Suprema Corte dos Estados Unidos.

“A questão que enfrentamos é se nos próximos anos teremos mais liberdade ou menos liberdade. Mais direitos, ou menos”, diz Biden.

“Eu sei o que quero que seja a resposta e acho que você também. Este não é um momento para ser complacente. Por isso estou concorrendo à reeleição”, completa.

A declaração oficial de Biden acaba com qualquer dúvida sobre suas intenções e dá início a uma disputa que pode evoluir para uma revanche com seu rival em 2020, o ex-presidente Donald Trump.

Ele entra na corrida com um histórico legislativo significativo, mas com baixos índices de aprovação, um enigma que seus assessores ainda não conseguiram resolver. O presidente mais velho da história americana, Biden também enfrenta questões persistentes sobre sua idade.

O lançamento ocorre quatro anos após o dia em que Biden oficializou sua candidatura para 2020. Essa corrida tornou-se uma missão para restaurar o caráter do país e impedir que Trump conquiste um segundo mandato.

A quarta e última campanha presidencial de Biden se baseará em temas semelhantes. Assim como fez em 2020, Biden está fazendo um apelo aos ideais da nação, principalmente com o espectro do retorno de Trump.

Seu vídeo de anúncio adverte contra os “extremistas do MAGA (Make America Great Again, lema de Trump)” que, segundo ele, estão “ditando quais decisões sobre saúde as mulheres podem tomar, proibindo livros e dizendo às pessoas quem elas podem amar”.

Preocupações com a idade

Aos 80 anos, Biden é o presidente mais velho do país. As pesquisas têm consistentemente refletido a preocupação com sua idade, mesmo entre os democratas.

A maioria dos americanos – e até mesmo a maioria dos democratas – em pesquisas recentes mostrou pouco entusiasmo por outra campanha de Biden.

Uma série de desafios futuros, desde a guerra em curso na Ucrânia até uma economia ainda incerta, pode representar obstáculos para a reeleição de Biden.

E agora que o poder em Washington está dividido, a Câmara controlada pelo Partido Republicano frustrou, em grande parte, as esperanças de grandes realizações legislativas nos dois anos anteriores à votação de 2024.

O mandato do presidente até agora foi marcado por triunfos importantes para sua colossal agenda política, incluindo avançar com sucesso e comprometer um amplo conjunto de legados, prioridades de alto preço com o Congresso que abordou o financiamento para a pandemia de Covid-19, reconstruindo a infraestrutura do país, reforçando a produção doméstica de chips semicondutores e abordando a mudança climática.

E sob a supervisão de Biden, os EUA tentaram desfazer o legado de diplomacia de Trump operando através de lentes nacionalistas, retornando a acordos globais e reforçando parcerias com aliados que haviam sido rejeitados por seu antecessor.

Nos próximos meses, Biden também enfrentará pressão para negociar com legisladores republicanos o aumento do limite nacional de empréstimos para evitar uma inadimplência catastrófica, uma perspectiva que já causa ansiedade em meio a uma recuperação econômica incerta.

Nas eleições de meio de mandato de novembro passado, o partido de Biden conseguiu desafiar as tendências históricas ao conquistar uma cadeira no Senado dos Estados Unidos e evitar uma dramática onda vermelha na Câmara dos Representantes.

Por muito tempo um autodenominado centrista, Biden conquistou principalmente os democratas progressistas por meio de maciços investimentos climáticos e medidas para aliviar a dívida estudantil.

Mas as preocupações – inclusive de seu partido – permanecem sobre sua capacidade de obrigar um número suficiente de eleitores a permanecer a bordo por mais um mandato.

Levantando a campanha

O esperado lançamento da campanha de Biden não provocará uma mudança repentina em sua programação diária como comandante-em-chefe, segundo assessores.

Em vez disso, acontecerá em meio a uma semana movimentada de compromissos, um sinal da abordagem de Biden para equilibrar seu trabalho diário com o trabalho de ser candidato.

O que Biden pode começar em breve é ​​um cronograma mais pesado de arrecadação de fundos.

Autoridades democratas fizeram planos provisórios para Biden iniciar um cronograma ativo de arrecadação de fundos neste verão. E ele deve se encontrar com alguns dos principais doadores de sua campanha anterior em Washington nesta semana.

Os esforços para manter a campanha se intensificaram nos dias que antecederam seu anúncio.

Nesta terça, ele nomeou Julie Chavez Rodriguez, uma funcionária sênior da Casa Branca, como sua gerente de campanha, e Quentin Fulks, que comandou a bem-sucedida corrida do senador Raphael Warnock pela Geórgia em 2022, como seu vice-gerente de campanha.

Embora Rodriguez gerencie formalmente a campanha, o esforço também será amplamente orientado pela Ala Oeste, onde os principais assessores Anita Dunn, Jen O’Malley Dillon, Mike Donilon e Steve Ricchetti também desempenharão papéis centrais.

Ele também nomeou uma lista de copresidentes de campanha, incluindo os representantes Lisa Blunt Rochester, de Delaware, Jim Clyburn, da Carolina do Sul, e Veronica Escobar, do Texas; Senadores Chris Coons, de Delaware, e Tammy Duckworth de Illinois; Jeffrey Katzenberg, CEO da DreamWorks, e a governadora de Michigan, Gretchen Whitmer.

Espera-se que a operação seja sediada em Wilmington, Delaware, onde Biden passa a maior parte dos fins de semana.

Biden disse há muito tempo que planejava concorrer novamente em 2024, mas também ressaltou com frequência que respeita o destino e que teria que conversar com sua família antes de decidir jogar seu chapéu no ringue.

Ele disse a Jake Tapper, da CNN, em outubro, que planejava processar se concorreria à reeleição após as eleições de meio de mandato.

Os principais conselheiros de Biden revelaram no outono passado que estavam fazendo planos para construir uma campanha em 2024. E a vice-presidente Kamala Harris sempre disse esperar ser a companheira de chapa de Biden se ele concorrer à reeleição.

Biden, um político de carreira com décadas de experiência em Washington, iniciou seu primeiro mandato presidencial em 2021 à sombra de uma insurreição e do negacionismo eleitoral generalizado que o perseguiu durante seu mandato.

Sua campanha presidencial de 2020 foi construída com base na crença de que a eleição foi uma batalha pela alma da nação após quatro anos sob Trump.

E é um tema que ele abordou repetidamente ao longo de seu mandato, chegando ao ponto de fazer uma repreensão urgente a Trump e àqueles alinhados com suas tentativas de minar a democracia antes das eleições de 2022, essencialmente argumentando que as eleições foram um referendo sobre o negacionismo eleitoral.

Saindo de uma pandemia única em uma geração e assumindo o cargo dias após um ato histórico de agitação pública e violência em Washington, Biden enfrenta dois desafios únicos na campanha de 2024.

Primeiro, o ex-parlamentar eleito para o cargo como o sexto senador mais jovem da história dos Estados Unidos será o primeiro octogenário em exercício a pedir ao público americano que o reconduza para um mandato que terminaria quando ele tivesse 86 anos.

A CNN informou em agosto que uma campanha é um trabalho pesado que nem todos na família estavam inicialmente a bordo. Mas a primeira-dama, Jill Biden, disse à CNN durante uma entrevista em fevereiro que ela era “totalmente a favor”.

Em outubro, o presidente afirmou que os eleitores preocupados com sua idade deveriam ver seu histórico de realizações desde que assumiu o cargo.

“Bem, eles estão preocupados se eu consigo ou não fazer alguma coisa. Veja o que eu fiz”, disse Biden a Tapper. “Diga-me um presidente na história recente que fez tanto quanto eu nos primeiros dois anos.”

Biden também enfrentará a perspectiva única de possivelmente enfrentar um ex-presidente como seu potencial adversário.

Trump, que foi indiciado por acusações de fraude empresarial em Nova York e continua sob investigação por suas ações como presidente, teria que desafiar probabilidades históricas para retomar a presidência.

O único presidente dos EUA a perder uma eleição presidencial e reconquistar a Casa Branca quatro anos depois foi Grover Cleveland.

E até agora, alguns republicanos têm sido mornos sobre a candidatura presidencial de Trump, especialmente depois do desempenho ruim dos candidatos apoiados por Trump em corridas importantes nas eleições de meio mandato do outono passado.

No entanto, nesta fase, Trump continua sendo o favorito republicano claro, liderando seus rivais por dois dígitos.

Biden disse que acredita que pode vencer Trump novamente, mas sua candidatura não acalma os temores recentes de colegas democratas incertos sobre como ele se sairá contra um republicano diferente liderando a chapa.

Alguns democratas disseram à CNN temer que isso possa levar a uma campanha mais difícil em 2024 contra um republicano mais jovem.

FONTE: CNN 

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: As perspectiva de inflação pioram segundo Boletim Focus – Por Silvio Persivo

    Sobre os fatos hediondos e lamentáveis. “Aconteceu e, portanto, pode voltar a acontecer: está a essência do que temos para dizer” (Primo Levi). BLACK FRIDAY IMPULSIONA COMÉRCIO DE RONDÔNIA Segundo a  Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio/RO). a Black Friday de 2026 deve movimentar cerca de R$ 736 milhões em Rondônia. Para Porto Velho, a estimativa é de R$ 147 milhões em vendas, com um crescimento previsto de 3,2%.  No cenário nacional, um estudo da Stefanini Marketing estimou que a data poderá gerar R$ 14,47 bilhões em vendas e 18,3 milhões de pedidos. Uma sondagem da Fecomércio/RO aponta que 68,4% dos consumidores pretendem fazer compras. Entre os produtos mais procurados estão roupas (51,8%), eletrodomésticos (31,9%) e eletrônicos (23%). A pesquisa também aponta que 48,1% planejam pagar à vista, enquanto 50,9% pretendem antecipar as compras para a semana anterior à Black Friday. Para a Fecomércio/RO, a movimentação antecipada pode estender o período de promoções e contribuir para as vendas de fim de ano. “A antecipação das compras deve ampliar o período de promoções e, este ano, inclusive com o apoio direto do Sebrae de Rondônia, os empresários se prepararam mais. Daí a suposição de que a Black Friday deve impulsionar as vendas de fim de ano”, disse o presidente da entidade, Raniery Araújo Coêlho. PREÇO DO DIESEL AUMENTA QUASE 2% EM RONDÔNIA O Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que acompanha o comportamento de preços nos postos de combustível, aponta que Rondônia registrou um cenário de alta nos preços dos combustíveis em outubro, na comparação com setembro, com exceção do etanol.  O diesel comum subiu 1,93%, custando em média R$ 7,39 já o S-10 ficou 1,87% mais caro, com preço médio de R$ 7,61, enquanto a gasolina subiu 0,13%, alcançando R$ 7,45. No sentido oposto, o etanol recuou 0,58%, cotado a R$ 5,14. Segundo Vinicios Fernandes, Diretor de Unidades de Negócios da Edenred Mobilidade, “Em outubro, Rondônia apresentou uma tendência de alta nos preços da maior parte dos combustíveis, com destaque para o diesel, que registrou os avanços mais expressivos no período. Com a queda registrada no período, o etanol se consolida como a opção mais econômica e sustentável para os motoristas rondonienses”. ENCONTRO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE RONDÔNIA O governo do estado realizou na segunda-feira (2) o 4º Encontro Estadual de Catadores de Materiais Recicláveis, entre os municípios de Presidente Médici e Ji-Paraná. Durante o evento, encerrado na terça-feira (3), cerca de 100 profissionais organizados em cooperativas, associações ou de forma individual participaram da programação, coordenada pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), com palestras, visita técnica, atividades práticas e levantamento de demandas que ampliem a geração de renda, qualifiquem a atuação das cooperativas e associações, difundam práticas seguras de trabalho e consolidem propostas para o desenvolvimento da política pública de reciclagem inclusiva no estado.  A titular da Seas, Luana Rocha reforçou, que com estes encontros o governo, por meio da Seas, contribui com a organização dos catadores no estado para o fortalecimento das cooperativas e a construção de uma pauta unificada em defesa da reciclagem inclusiva em Rondônia. ““A escolha de Presidente Médici atendeu ao pedido dos próprios catadores, apresentado no Fórum Estadual de Lixo e Cidadania, pelo fato de o município estar mais centralizado, favorecendo a participação de um número maior de catadores. Nesta edição foi inserida pela primeira vez a oficina do projeto “Recicla ON”, do Instituto Gea, do estado de São Paulo, focada na capacitação e estruturação de cooperativas de catadores para a destinação correta de resíduos eletroeletrônicos (lixo eletrônico). AS PERSPECTIVAS DE INFLAÇÃO PIORAM SEGUNDO O BOLETIM FOCUS A mais recente edição do Boletim Focus mostra uma piora drástica das expectativas dos investidores com relação à inflação, aos juros e à taxa de câmbio. A piora se inicia pela inflação. Há quatro semanas, a estimativa este ano foi de 5,01%. Na semana passada, subiu para 5,19% e, nesta edição, avançou para 5,22%, bastante acima do teto da meta.  A projeção para 2027 também piorou. Nas últimas semanas, a expectativa estave ao redor de 4,3%. Acima da meta de 3%, mas dentro do limite aceitável. Agora, a projeção avançou para 4,76%, acima do teto de 1,5% da meta. A alta prevista é menos intensa nos anos de 2028 e de 2029. Porém, as estimativas para esses dois anos se situavam ao redor de 3,5% e agora estão ao redor de 4%, também  acima da meta. RESILIÊNCIA DA ECONOMIA GLOBAL DIMINUI AFIRMA FMI O documento final da 54ª reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), nas reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, alerta que a economia global resiste a choques, mas sua capacidade de absorver novas turbulências diminui, após o desmantelamento da ordem geopolítica, conflitos e danos às cadeias de suprimentos, pela pandemia e por guerras. Assim o FMI pede políticas mais consistentes, reconstrução das reservas fiscais, estabilidade de preços e cooperação entre nações. O World Economic Outlook projeta um crescimento mundial de 3,1% em 2026 e 3,4% em 2027, e inflação global de 4,7% neste ano, recuando para 4,1% no próximo. Há diferenças: países beneficiados por investimentos em IA e condições comerciais favoráveis têm perspectivas melhores do que importadores de energia e economias de baixa renda. Interessante é que o documento destaca os riscos do endividamento público: a alta dos rendimentos dos títulos soberanos, somada à dívida elevada, pode encarecer o crédito. Recomenda consolidação fiscal e marcos fiscais, preservando investimentos prioritários e a proteção social; transferências temporárias e direcionadas seriam mais eficientes do que controles generalizados de preços. Na política monetária, pede estabilidade de preços, decisões baseadas em dados, comunicação clara e independência dos bancos centrais. A inteligência artificial impulsiona investimentos, comércio e produtividade, mas seus benefícios tendem a ser desiguais; revisões nas expectativas de rentabilidade podem provocar correções nos mercados e ampliar disparidades. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  TEIA DIGITAL

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