Esporte

Bandidos que trabalham em Delegacias estão Roubando….. as Delegacias

Três já foram presos novamente por furtos e assalto a mão armada; policiais estão com medo de ficar nas delegacias

Passando a fita

Nesta quinta-feira a Polícia Militar prendeu Jhonatam L.S., de 22 anos, acusado de assalto à mão armada. Ele e outros dois comparsas teriam invadido um estabelecimento comercial na leste de Porto Velho. Até ai, nada demais, ocorrência corriqueira, exceto por um detalhe, ele prestava serviços na Direção Geral de Polícia Civil (DGPC), como pagamento de sentença. Ou seja, a raposa cuidando do galinheiro.

Mas esse caso

Não é isolado. Ele foi o terceiro caso registrado nos últimos dias de “prestador de serviços” preso por roubo. Um outro que estava “trabalhando” no 4º DP foi capturado em uma ocorrência portando diversas armas, entre elas uma submetralhadora Uzi. Ele também havia sido preso anteriormente por furtar o sistema de som de um carro que estava guardado em um dos depósitos laterais da delegacia.

Na Central de Polícia

Um outro foi preso, de novo, por furtar material apreendido, ou seja, provas de crimes, pertences de terceiros. Foi registrada uma ocorrência administrativa, na manhã desta quarta-feira, porque um policial passou a noite inteira do lado de fora de uma delegacia da capital vigiando de longe, pois circulava a informação que a mesma seria invadida. A que ponto chegamos.

Não é de hoje

Que a coluna vem mostrando a fragilidade, e pior, o total descaso por parte do governo com o setor de segurança pública de Rondônia. Com planejamento zero, falta de efetivo nas ruas, delegacias sucateadas e sendo fechadas e pior, a pouca estrutura que resta sendo “cuidada” (?) por criminosos dos mais diversos tipos. Colocando em risco a vida dos poucos policiais que ainda se arriscam nas abandonadas estruturas. Dias atrás chegou a informação que o 4º DP está com graves problemas estruturais no prédio, inclusive com a fiação exposta e cheio de gambiarras. Um verdadeiro pardieiro.

O sistema

Não ajuda em nada. Preso pagando prestação de serviços em delegacia é igual colocar um pedófilo para cuidar de uma creche. Vai terminar em tragédia. Preso tem que trabalhar sim, mas o melhor exemplo vem do vizinho EUA, que coloca seus detentos para capinar estradas, varrer ruas e trabalhar em situações que não ofereçam riscos aos que estão sendo atendidos, sejam eles policiais ou a própria sociedade.

Enquanto isso

O governo recontratou para o DER o ex-residente do órgão, que está sendo investigado por enriquecimento ilícito, Rodrigo Tadeu Cordeiro Viana, braço direito do ex-diretor e atual deputado federal Lúcio Mosquini. Ele será uma espécie de “interlocutor” entre os prefeitos e o atual diretor-geral (?) coronel Caetano. Essa contratação teve a participação direta de Mosquini, que continua dando as cartas no órgão. O deputado foi preso no final do ano passado acusado de uma série de crimes, entre eles o superfaturamento de uma obra na capital, o Espaço Alternativo.

Decolando

A empresa A Rio Madeira Aero Táxi (RIMA) começa a operar com voos diários entre Cacoal e Porto Velho a partir do próximo dia 4. Os voos serão feitos em uma aeronave modelo Cessna Grand Caravan C-208B, que tem capacidade para 11 ocupantes. fará dois voos diários de segunda a sexta-feira com destino a Porto Velho e retorna para Cacoal no período da tarde. O voo terá duração de 1 hora e vinte minutos e suporta até nove passageiros e dois tripulantes.

Fazendo as contas

Um balanço divulgado pela Policia Federal revela que o Brasil teve um prejuízo de R$ 6,8 bilhões apenas em 2014. No mesmo período, a PF evitou o desvio de outros R$ 2,87 bilhões e confiscou de seus alvos, em bens e valores, R$ 3,35 bilhões. A Polícia Federal prendeu e conduziu coercitivamente para depoimentos 3.769 alvos de operações especiais em 2014 — ou, 14 vezes mais que no ano de 2003 (271 prisões), quando a corporação passou a priorizar o combate sistemático a crimes financeiros, fraudes contra o Tesouro, malfeitos na administração pública e também ao narcotráfico e crimes ambientais. Entre os “coercitivos” estavam o governador de Rondônia, Confúcio Moura.

Contra Expedito

O Ministério Público Eleitoral está pedindo para que o Tribunal Regional Eleitoral não diplome o ex-senador Expedito Júnior, em uma eventual perda de mandato de Confúcio Moura baseado em uma denúncia apresentada pelo proprietário de uma gráfica. Ocorre que o denunciante alega ter um saldo a receber no valor de R$ 2,5 milhões em relação a material de campanha, mas como prova ele apresentou apenas uma nota fiscal, sem nenhum protocolo de recebimento. Ele também não tem nenhum documento comprovando a entrega desse material.

Cá entre nós

É um valor alto para alguém “fazer fiado”, ainda mais em se tratando de campanha eleitoral. Nenhum empresário responsável confiaria tal volume de dinheiro em uma simples reunião, como eles alegam ter tido com “coordenadores de campanha”. A denúncia é fantasiosa e pior ainda é a forma como o processo está sendo conduzido.

Mais complicado

É o Ministério Público Eleitoral estar querendo promover “novas eleições” em Rondônia. Fico imaginando quem seriam os candidatos… Do jeito que a coisa anda esculachada por essas bandas, a gente podia eleger o Doutor Rey, que vira e mexe anda por aqui querendo ser candidato a alguma coisa.

No Acre

Nos próximos dias o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará em Rio Branco (AC) participando da inauguração de um call center. Ainda não estão confirmadas as presenças do governador do Piauí, José Wellington Barroso de Araújo Dias (PT) e do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Falando sozinho

Um vídeo mostra o ex-presidente Lula proferindo uma palestra em uma empresa do Grupo Petrópolis, responsável pela cerveja Itaipava, no último dia 17, na cidade de Itapissuna. Foram pagos R$ 300 mil para que o ex-presidente proferisse uma ““palestra motivacional para força de vendas da Cerveja Itaipava”. O problema é que não tinha ninguém prestando atenção e em determinado ponto, Lula chega a ficar calado e não faz a menor diferença. Resta saber se no vizinho Acre ele terá a mesma receptividade.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Cérebro é programado para odiar dietas, indica estudo

Clínica Mais Saúde (agende seu check-up 3214-847/9242-1079) – Uma pesquisa sugere que o cérebro humano foi programado para ‘odiar’ dietas. Segundo cientistas americanos no Campus de Pesquisa Janelia Farm, do Instituto Médico Howard Hughes, células do cérebro sensíveis à fome, conhecidas como neurônios AGRP, são as responsáveis pelo horror à dieta. Os pesquisadores fizeram experiências que mostraram que estes neurônios são responsáveis pelas sensações desagradáveis associadas à fome, que tornam os petiscos irresistíveis. Segundo o líder do grupo de pesquisa, Scott Sternson, as emoções negativas associadas com a fome podem transformar a dieta e a perda de peso em uma tarefa muito difícil, e a explicação pode estar nestes neurônios. Em um ambiente no qual a comida está sempre disponível, os sinais difíceis de ignorar enviados por estes alimentos podem parecer irritantes para quem está de dieta, mas, do ponto de vista da evolução dos humanos, estes sinais podem fazer sentido. Os neurônios AGRP não levam um animal diretamente a comer, mas ensinam o animal a responder a pistas sensoriais que sinalizam a presença de comida no ambiente. A equipe do cientista americano também demonstrou que existe um grupo diferente de neurônios especializado em gerar sensações desagradáveis de sede. As descobertas foram publicadas na revista especializada Nature.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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