Esporte

BANCOS NEGAM TEREM SIDO VÍTIMAS DE ESTELIONATO ALEGADO PELA OPERAÇÃO APOCALIPSE

Instituições classificaram o caso como “inadimplência bancária” e com isso esvaziam a denúncia

Pérola do dia

“Não sei como comunicaram a você e não me comunicaram. É uma pena”. A frase foi dita nesta sexta-feira pelo ex-presidente Lula, que foi apontado pela Polícia Federal como beneficiário do esquema do Petrolão. A PF solicitou do Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para ouvir o ex-presidente em depoimento. Sobre a frase de Lula, é patético ele querer minimizar uma denúncia dessa natureza. As 9 digitais do ex-sindicalista estão por toda parte no que diz respeito a lobby para a Odebrechet e outras empresas que atuam dentro e fora do país. Isso só comprova o que todos sabem, que ele é uma farsa, e pior, um cínico.

Quer saber mais?

O pedido da “oitiva” de Lula foi produzido pelo delegado Josélio Azevedo de Sousa no volume 12 do inquérito da 3989, que investiga “crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral”, “corrupção passiva”, “‘lavagem’ ou ocultação de bens” e outros. O pedido foi feito ao STF porque parlamentares com prerrogativas de foro privilegiado também estão no processo, não por Lula, ele não tem mais prerrogativa alguma. O trecho que cita o ex-presidente começa na página 112 e vai até a 122. CLIQUE AQUI para ler.

Apareceram, mas não convenceram

Aportaram na tarde da última quinta-feira na SEDAM as 17 camionetes compradas irregularmente com recursos do BNDES que eles ainda estão tentando resolver. Os veículos, que disseram ter sido plotados, devem ser usados no programa do Cadastro Ambiental Rural (CAR). O problema é que o programa ainda não está pronto. Ou seja, as camionetes, compradas irregularmente, devem seguir paradas. Legal também que desde que os carros chegaram por lá que tenho recebidos fotos da frota. Só que alguém consegue ver algum adesivo nesses carros aí?Soube também, pela rádio cipó, que determinado diretor apareceu com um Toyota zerinho, assim que as camionetes foram compradas. Acho que foi mera coincidência…

Os carros estão lá, mas não contam com nenhum adesivo de identificação do programa....

Recomeçou

Nos anos 80 Porto Velho virou um inferno com uma onda de invasões de terras urbanas. Foi nesse período que surgiram bairros como Nova Porto Velho, Cidade do Lobo, Eldorado, Tancredo Neves, a abertura da Avenida Jatuarana e todos os bairros do entorno. Nos anos 90 e 2000 ainda ocorreram invasões, mas com menor frequência. Alegando principalmente “função social” de áreas particulares, e as vezes incentivados pelos proprietários desses terrenos, os invasores tomam conta e começa aquele jogo de empurra. Os serviços essenciais, como energia elétrica vão sendo implantados clandestinamente e quando nos damos conta, eis que surge um bairro inteiro. E neste momento temos duas áreas em conflito em Porto Velho, o Dilma Roussef (que com um nome desse não pode ter muito futuro) e o Universitário.

A culpa é da justiça

Pois é. Normalmente o proprietário da área busca o judiciário tentando uma reintegração, mas esse processo é lento e o tempo favorece os invasores. Quero deixar claro que como cidadão sou totalmente contrário a qualquer tipo de invasão. Nada justifica a entrada em uma propriedade privada. Se o dono não paga impostos, ele deve para o Estado e isso não dá direito a ninguém entrar em sua área. Mas, no Brasil a invasão é institucionalizada e financiada com recursos públicos, vide o caso do MST, MTST e MSTU.

Voltando a justiça

Pois bem, o caso do Universitário, uma área que fica nos fundos da faculdade Uniron. O local foi invadido em 2008 e desde então a coisa rola pelo Tribunal de Justiça. Sete anos depois, com casas construídas, muitas já ampliadas e uma vida relativamente tranquila, eis que vem uma decisão judicial e determina a reintegração ao legítimo proprietário. Some-se ainda a má-fé de alguns picaretas que circulam nesses locais dando “garantias” a essas pessoas, em sua maioria de origem simples. Se a justiça brasileira fosse célere e agisse exemplarmente nessas situações, muitos problemas seriam evitados.

Quer ver?

Se uma área fosse invadida hoje, o proprietário impetrasse uma ação de reintegração e ela fosse julgada em no máximo 60 dias, não teríamos tantos problemas. Mas no Brasil, como em praticamente tudo, as coisas funcionam na base do faz de contas, da enrolação, da má-fé e da morosidade do Estado como um todo (quando digo Estado, me refiro ao tripé, Executivo, Legislativo e Judiciário). Infelizmente continuaremos tendo essas situações, vendo pessoas sofrerem, outras sendo massa de manobra e outras ficando ricas às custas dessas populações mais afetadas.

Falando em Universitário

Está agendada para a noite desta sexta-feira uma reunião com os deputados Maurão de Carvalho, Jesuíno Boabaid e o Chefe da Casa Civil Emerson Castro com os moradores da região. A idéia é buscar uma alternativa para a situação.

Assustador

Dados do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) revelam que o Brasil, como um todo, é o país da impunidade mesmo! Para se ter uma idéia, são registrados em média, cerca de 54 mil homicídios por ano, o que dá um pouco mais de 147 mortes por dia. Nem países em guerra matam tanto quanto aqui.

Ocorre

Que desses 54 mil homicídios, apenas 8%, isso mesmo, oito por cento, são esclarecidos, ou 4.320 casos. Parece pouco? E é. Rondônia, por exemplo, segundo dados consolidados de 2007 doinqueritômetro do CNMP, 97,4% dos homicídios foram esclarecidos e desses, apenas 14% foram denunciados e 86% foram casos arquivados, ou seja, não tiveram denúncia e deram em nada. Em 2008, foram solucionados 75% dos casos, sendo que 99% foram arquivados. Em 2009, cujos dados ainda estão sendo analisados, constam nos registros até agora 16% de casos solucionados e 100% de arquivamento. Vale destacar que estamos falando apenas de homicídios, não entram nessas estatísticas crimes de latrocínio, atropelamentos, etc.

Motivos de tantos arquivamentos?

Simples, falta de estrutura para investigar, falta de contingente, de perícia e condições mínimas de trabalho para as polícias. Em Rondônia, continuando como exemplo, temos uma perícia desfalcada de equipamentos que só funciona precariamente graças ao empenho dos policiais que atuam na área. O mesmo podemos dizer dos demais setores da segurança pública. Percebe-se com isso, que apenas os casos de grande repercussão social conseguem ter um desfecho aceitável. Traduzindo, a população está à própria sorte. É realmente assustador.

Falando em arquivamento

Os bancos que foram apontados como vítimas de estelionato por parte dos envolvidos na Operação Apocalipse, deflagrada pelo ex-xerife de Rondônia Marcelo Bessa, begaram essa condição. No processo que julga a ação, os bancos classificaram o caso como “inadimplência” e não como “estelionato”. Com isso, a acusação de estelionato perde o objeto. As demais acusações estão sendo avaliadas, mas provas mesmo, daquelas concretas está sendo bem difícil conseguir….

E o 'xerife' perdeu mais essa....

Já tá preparado?

Fim de semana começando e já está na hora de dar uma passada na Prime, Espaço Gourmet e levar pra casa aquele corte especial de angus, além de uma meia dúzia de cervejas ou vinho para fazer moral com a patroa, o sogrão ou com os amigos. A Prime fica logo ali na Jorge Teixeira, 2773.

Lá na Prime tem esse corte ai....

Já assinou?

Ou mandou para seus amigos o link do abaixo-assinado que pede o impeachment da presidente Dilma Roussef? Se não fez, CLIQUE AQUI para assinar. Até o fechamento da coluna, 492.178 já haviam assinado.

Via Lauro Jardim

Dilma combinou com Temer de falar do que caberá ao PMDB na nova Esplanada só no fim do mês, quando ambos tiverem voltado das viagens que farão. Temer viaja no dia 12 de setembro para a Polônia e a Rússia. Só volta dia 19 de setembro. Dilma posa de estadista em Nova York na Cúpula do Desenvolvimento Sustentável e depois na Assembleia Geral da ONU, a partir do dia 25 de setembro.

R$ 3,87

Foi quanto fechou o dólar nesta sexta-feira, a maior alta registrada desde 2002. Ao longo do dia, a moeda americana chegou a ser negociada por R4 3,91.

Um daqueles golpes do universo

Pelo menos 87 pessoas morreram e 184 ficaram feridas na queda de um guindaste em uma mesquita na cidade Meca, na Arábia Saudita, aquele país que abrigou Bin Laden e sua família. Em 11 de setembro de 2001 o mundo assistia, ao vivo, o maior atentado da história da humanidade contemporânea, quando aviões sequestrados foram lançados contra torres do Word Trade Center em Nova York. O ocorrido de hoje, evidente que não deve ser comemorado, afinal são vidas que se perdem. Mas não deixa de ser uma irônia do destino…

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos nowww.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Clínica Mais Saúde informa: 90% das mulheres retomam o hábito de fumar depois da gravidez. Motivo? Stress
Mulheres que pararam de fumar durante a gravidez estão mais propensas a voltar ao vício devido ao stress enfrentado após o nascimento do bebê. É o que diz um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, publicado nesta quinta-feira, no periódico científico Addiction. Por meio da análise de mais de 1000 entrevistas realizadas com mulheres que tinham tido bebês, os pesquisadores descobriram que fatores como o stress de cuidar de um recém-nascido, associado a noites sem dormir contribuem para a recaída. Outro motivo: a maioria das mulheres para de fumar na gravidez com o objetivo de proteger o bebê dos malefícios do tabagismo e não por si mesmas. Nestes casos, as recaídas parecem quase inevitáveis. Outros fatores que contribuem para a volta ao hábito é a influência do parceiro fumante e a falta do apoio do companheiro nos cuidados com o bebê. “Para que as mulheres continuem livres do cigarro após o nascimento de seus filhos, é preciso haver uma mudança cultural, onde elas se sintam mais motivadas a seguir com a abstinência e tenham também a ajuda dos companheiros”, afirmou Caitlin Notley, principal autora do estudo e pesquisadora da Universidade de East Anglia.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

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