Teia Digital

Balança comercial do Amazonas melhora em 2018 – Por Sílvio Persivo

Isto ninguém pode contestar. “Nem todos os homens foram feitos para dançar com dragões” (George R. R. Martin).

 

GEDAI e JUS GENTIUM REALIZAM EVENTO DE DIREITO TRANSACIONAL  

Divulgado pela comunicação da UNIR que o Grupo de Estudo de Defesa e Análises Internacionais (GEDAI), do Departamento de Ciências Sociais, integrado ao Núcleo de Ciências Humanas (NCH) da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e o Grupo de Estudos e Pesquisas em Direito Internacional (Jus Gentium), do Departamento de Ciências Jurídicas (DCJ), pertencente ao Núcleo de Ciências Sociais Aplicadas (NUCSA); coordenados, respectivamente, pelos Professores Doutores Gills Vilar Lopes e Marcus Vinícius Xavier de Oliveira, vão realizar, no período de 20 a 22 de março de 2018, no Auditório do NUCSA, no Campus José Ribeiro Filho, em Porto Velho, das 19 às 21h30, o evento “Esferas Normativas do Direito Transnacional: Lex Mercatoria, Lex Sportiva e Lex Digitalis”, que tem por finalidade a apresentação de temas relativos ao Direito Transnacional em suas mais variadas formas de manifestação, tendo por fundamentos teóricos fenômenos como transnacionalidade do direito, globalização econômica, economia internacional, cooperação internacional, entre outras. As inscrições poderão ser feitas pelo seguinte link:  https://goo.gl/forms/WnGrRMXkdXCIhFUz2.

 

UNIR JÁ FEZ TRÊS COLAÇÕES DE GRAU EM MARÇO

Por falar em Universidade Federal de Rondônia é preciso ressaltar que, cumprindo o seu papel de qualificar profissionais,  a UNIR já realizou neste mês de março três cerimônias de colação de grau de formandos de cursos presenciais e de educação à distância (EAD). No total, foram 110 novos profissionais aptos para ingressar no mercado de trabalho nas mais diversas áreas, incluindo a educação básica.

 

PM ALERTA SOBRE FALSOS SEQUESTROS EM RONDÔNIA

Segundo o capitão Renato Suffi, chefe do Centro de Comunicação Social da Polícia Militar, “Sequestros reais são raros em Rondônia atualmente, mas, o falso é corriqueiro e na maioria dos casos atinge pessoas simples, com pouca escolaridade, presas fáceis de qualquer ameaça”. Em geral, o falso sequestrador liga aleatoriamente para um número de telefone e diz que sequestrou alguém da família. Geralmente, “filha ou filho”. A vítima ouve alguém do outro lado da linha chorando e pedindo socorro. Aproveitando o estado emocional da vítima, o golpista obtêm informações com facilidade. Quem recebe a ligação associa o choro com seu familiar e sem perceber fala até o nome.  Em todos os casos ocorridos em 2017, a PM constatou que os golpistas usam a fragilidade emocional das vítimas. Da experiência adquirida em diversos cursos, Suffi constatou: “No sequestro real não existe possibilidade de se ordenar que não desligue o telefone; sequestradores investem alta importância com o cativeiro; ameaças e prazos são bem delineados e geralmente acontecem”. Fica o alerta.

 

PROJETO SESC MULHER 2018

Neste sábado, 10, abertura do Projeto SESC Mulher 2018, entre as 16 e 22 horas, que contempla diversas ações, durante o mês de março, para homenagear as mulheres. O projeto, que tem como seu ponto alto os shows do Canta Mulher, é feito com a parceria do Fórum Popular de Mulheres. A abertura será feita no SESC Esplanada.

 

BALANÇA COMERCIAL DO AMAZONAS MELHORA EM 2018

Segundo o MDIC- Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços as importações e exportações do Amazonas melhoram no 1º bimestre do ano. De janeiro a fevereiro, foram mais de US$ 1,785 milhão importados contra US$ 1,224 bilhão em igual bimestre de 2017. A variação foi de 46% superior. Já as exportações tiveram um crescimento de 44% ao atingir a cifra de US$ 127,1 milhões. Argentina e China continuam impulsionando o resultado da balança comercial amazonense. Segundo o MDIC, o Amazonas importou, no primeiro bimestre de 2018, US$ 1,765 bilhão frente aos US$ 1,179 bi no mesmo período de 2017. Uma diferença de US$ 586 milhões e variação positiva de 45,85%. O montante também cresceu de US$ 529,3 milhões em fevereiro do ano passado para US$ 777,9 mi no mesmo mês de 2018. Apenas na comparação com janeiro (US$ 1 bi), houve uma queda de 22,77%. Na exportação, o Amazonas também fechou o período em alta ao registrar US$ 127,1 milhões, uma variação de 43,52% em relação a 2017, quando comercializou US$ 88,5 milhões. Entre os períodos, o Estado exportou 38,5 milhões a mais. Na comparação com fevereiro deste ano (US$ 57,1 milhões) com fevereiro de 2017 (US$ 47,3 mi), cresceu 20,81%. Já em relação a janeiro (US$ 69,9 ), houve retração de 18,33%. A análise dos especialistas é de que a retomada das atividades econômicas nacional e da indústria do Estado, depois de dois anos de crises, resultou em  redução na taxa de desemprego, bem como aumento na produção, indicando  que está havendo uma reaquecimento da economia.

 

NORTE TEM DESTAQUE POR POPULAÇÃO ADULTA NEGATIVADA

Segundo dados do indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) a estimativa é que o Brasil tenha 61,7 milhões de brasileiros com alguma conta em atraso e com o CPF restrito para contratar crédito ou fazer compras parceladas. O número representa 40,5% da população com idade entre 18 e 95 anos. A estimativa por faixa etária revela que é entre os 30 e 39 anos é que se observa a maior frequência de negativados. Em fevereiro de 2018, pouco mais da metade da população nesta faixa etária (51%) tinha o nome registrado em cadastros de devedores. Também merece destaque o fato de percentagem significativa da população com idade entre 40 e 49 anos (49%) estar negativada, da mesma forma que acontece com os consumidores com idade entre 25 a 29 (46%). Entre os mais jovens, com idade de 18 a 24 anos, a proporção cai para 20%. Na população idosa, considerando-se a faixa etária entre 65 a 84 anos, a proporção é de 31%. É na Região Sudeste em que se concentra a maior quantidade de consumidores com contas em atraso, em termos absolutos: 26,70 milhões – número que responde por 40% do total de consumidores que residem no estado. A segunda região com maior número absoluto de devedores é o Nordeste, que conta com 16,49 milhões de negativados, ou 41% da população. Em seguida, aparece o Sul, com 8,10 milhões de inadimplentes (36% da população adulta). Já em termos proporcionais, destaca-se o Norte, que, com 5,49 milhões de devedores, possui 46% de sua população adulta incluída nas listas de negativados, o maior percentual entre as regiões pesquisadas. O Centro-Oeste, por sua vez, aparece com um total de 4,93 milhões de inadimplentes, ou 42% da população.

 

NADA É IMPOSSÍVEL

Surpreendente é, mas, dos dois personagens da cena mundial se pode esperar tudo ou nada. O fato é que Trump aceitou se reunir com Kim Jong-um, em maio, para iniciar negociações. Kim Jong-un ofereceu aos EUA suspender os seus testes com mísseis balísticos e abordar um processo de desnuclearização.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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