Teia Digital

Aumento de exportação de café pode gerar escassez interna – Por Silvio Persivo

Imagine o que diria se fosse vivo. “A arte de viver é simplesmente a arte de conviver… Simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!” (Mario Quintana). 

MERCADO CULTURAL APRESENTA ATRAÇÕES MUSICAIS NO FIM DE SEMANA

O Mercado Cultural de Porto Velho tem se transformado num point de entretenimento com shows de diversos estilos musicais e sem cobrança de entrada, couvert artístico e taxa de serviço. Neste sábado a atração é  o músico Diogo Rodrigues e convidados, a partir das 7h, no evento gastronômico Café Regional. A partir das 11h, tem o evento gastronômico e musical “Feijoada com Samba e Pagode” com show do músico Reginaldo Makumbinha. Depois às 18h50, show de Renê Cezar e Joice Fernandes e a partir das 20h40, show do grupo Estação do Forró. No domingo tem o tradicional evento gastronômico e musical Café Nordestino, com o melhor do ritmo forró pé de serra, ao som do grupo Forró Madeira Porto Velho. A partir das 12h, show com Charlis Cazan e Karol Gomez, no almoço promocional do box Dourado do Madeira. Mais tarde, a partir das 18h, show do grupo de pagode Kako Samba Soul.

AMAZONAS É UM DOS ESTADOS COM MAIOR PARTICIPAÇÃO DAS EMPRESAS RURAIS

Segundo o Atlas dos Pequenos Negócios (Sebrae) e a Receita Federal 2021 CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) o Estado do  Amazonas se destaca como o terceiro estado com maior proporção de empresas rurais (26%) no país. Com 1.441 empresas, das quais 982 (68%) são pequenos negócios o Amazonas possui mais de 200 mil produtores rurais com CPP (Cartões do Produtor Primário). As cinco principais atividades das empresas são a criação de peixes de água doce com 104 empresas, criação de bovinos para cortes com 90, a horticultura com 43 empresas, a criação de frangos para cortes com 34 negócios e  a criação de peixes ornamentais com 30 empresas. Por município as empresas no segmento possuem uma concentração maior em Manaus com 502. Itacoatiara aparece depois com 74, Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo tem 67, seguida de Manacapuru com 56.

CACHAÇA JIBÓIA NA 77ª SOEA 

A Cachaça Jibóia, a cachaça de verdade, 100% acreana, foi convidada para participar, pelo Conselho Regional de Engenharia e  Agronomia do Acre / CREA-AC, nos dia 04 a 06 de outubro 2022, na cidade de Goiânia-GO, da 77ª SOEA – Semana Oficial da Engenharia e Agronomia, evento nacional, que irá abordar a temática da Tecnologia, Sustentabilidade e Responsabilidade Social para o Desenvolvimento Nacional. O convite se deve aos projetos sócio-ambientais da empresa que colaboram para o crescimento sustentável da sociedade acreana, cultivando o desenvolvimento e representando a capacidade da indústria estadual.

CRESCE EM 80% A VENDA DE EURO E DÓLAR EM COMPARAÇÃO COM O PERÍODO DE PRÉ PANDEMIA

Segundo a Travelex Confidence, a maior especialista em câmbio do mundo, em agosto, a procura pelo dólar voltou a crescer, registrando um aumento nas vendas de 33% na comparação com o mês anterior. O euro, por sua vez, segue pelo quarto mês consecutivo na liderança das moedas mais vendidas em espécie, atingindo um crescimento de 13% em relação ao mês anterior. Juntas, as duas moedas, atingiram um volume transacionado 80% superior ao mesmo período de 2019, momento pré-pandemia. Para Jorge Arbex, Diretor de Varejo do Grupo Travelex Confidence,  “Esse crescimento é reflexo da queda do valor das duas moedas no comparativo com julho de 2022. A moeda europeia ainda segue desvalorizada frente ao dólar, terminando agosto com um valor inferior ao da moeda americana, em um cenário bastante atípico”. O levantamento revelou ainda que o peso argentino, que vinha emconstante alta, perdeu sua posição no ranking entre as cinco moedas mais procuradas, dando o lugar para o Dólar Australiano, que teve um volume de transações 21% superior ao mês de julho. Com informações de Natasha Kubala da VCRP Brasil. 

AUMENTO DA EXPORTAÇÃO DO CAFÉ PODE GERAR ESCASSEZ INTERNA

A CECAFÉ (Conselhos dos Exportadores de Café do Brasil) divulgou que o produto registrou um recorde histórico, no período de janeiro a agosto de 2022, com o valor acumulado de US$ 5,904 bilhões, representando o total 61,4% de crescimento na comparação com os primeiros 8 meses de 2021 (US$ 3,659 bilhões). O setor conseguiu obter bons resultados mesmo por mais de dois anos convivendo com os gargalos logísticos conhecidos, pois  os exportadores seguem mantendo sua participação de mercado. Mas, há a possibilidade de uma escassez interna do café, o que pode gerar um aumento do valor de comercialização do produto no Brasil. Segundo Fábio Pizzamiglio, diretor da Efficienza, empresa especializada no comércio exterior, a preocupação é significativa, mas depende da produção interna do setor cafeicultor. “É claro que com um mercado externo aquecido nós teremos um aumento significativo do valor do produto, até mesmo para o mercado interno. Pois, o mercado internacional sempre atua sobre a lei da oferta e da demanda. Mas ao mesmo tempo, a escassez do produto, ou não, dependerá da produção do mercado interno”. Os valores do café nos mercados brasileiros já apresentam uma tendência de alta, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, com um aumento de 46,34% do valor do café moído nos mercados do Brasil. Enquanto isto, alternativas como o café solúvel apresentam um valor mais elevado que o moído em comparação à quantidade. Nota feita com dados da FB Imprensa. 

AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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