Teia Digital

Aumenta o índice de confiança na indústria – Por Sílvio Persivo

O pior é que como computadores ruins. “O verdadeiro perigo não é que computadores começarão a pensar como homens, mas que homens começarão a pensar como computadores” (Sydney J. Harris). 

OPERAÇÃO JEQUITIBÁ COMBATE INCÊNDIOS E QUEIMADAS EM RONDÔNIA 

O combate às queimadas e incêndios florestais em Rondônia foi iniciado, fortemente, com a missão da Operação Jequitibá deflagrada no último sábado (24) pelo governo estadual em ação integrada com o Exército Brasileiro e órgãos ligados ao Ministério do Meio Ambiente. A Operação Jequitibá conta com a participação de 70 profissionais, sendo 18 do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), 19 agentes do PrevFogo (Ibama) e 33 militares do Exército Brasileiro. Ao todo, 32 viaturas serão utilizadas, entre as de combate ao fogo, ambulâncias, caminhões, motos e quatro cisternas de água.  A Operação Jequitibá do Corpo de Bombeiros do Estado, junto com o Exército Brasileiro e a Aeronáutica, “Fará tudo o que for possível, para conseguimos combater juntos as queimadas e incêndios’’, disse o governador Marcos Rocha. Já o comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, o general de Brigada José Eduardo Leal de Oliveira, declarou que “Parabenizo o governo de Rondônia pela proatividade em iniciar a Operação Jequitibá e atendendo à solicitação do governo estamos dando apoio logístico que consistirá na montagem de bases de combate que possibilitarão o emprego mais rápido, mais efetivo e mais eficaz de todos os parceiros envolvidos’’.  

I FÓRUM DAS CIDADES DIGITAIS DE RONDÔNIA 

Pela primeira vez, Rondônia terá um evento da Rede Cidade Digital (RCD) visando fomentar a modernização dos municípios do Estado. A iniciativa, que atua no fomento às cidades inteligentes no país, firmou parceria com o Consórcio Público Intermunicipal de Rondônia (CIMCERO) para realização do I Fórum de Cidades Digitais de Rondônia, marcado para o dia 29 de agosto, em Porto Velho.  As inscrições para o encontro, direcionado para prefeitos, gestores públicos e vereadores, já estão abertas e podem ser feitas pelo http://forum.redecidadedigital.com.br. O diretor da RCD, José Marinho, explica que o objetivo do Fórum é oferecer informações sobre políticas públicas, modelos em andamento nas Prefeituras e soluções de mercado capazes de contribuir para uma maior eficiência dos serviços prestados à população. O evento será realizado no SENAC Esplanada (Rua Tabajara, 539 – Panair, Porto Velho – RO). As inscrições abertas e gratuitas para servidores públicos r e maiores informações podem ser obtidas pelo [email protected] ou pelo (41)3015-6812. 

COMISSÃO APROVA TODO O ACRE COMO ÁREA DE LIVRE COMÉRCIO 

A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia da Câmara dos Deputados aprovou nesta 3ª semana de agosto, o Projeto de Lei 2264/19, que estende para todos os 22 municípios do Acre a condição de área de livre comércio de exportação e importação (ALC), sob regime fiscal especial. O texto altera a Lei 8.857/94, que beneficiava só os municípios de Brasileia, Epitaciolândia e Cruzeiro do Sul. A proposta, do deputado Jesus Sérgio, recebeu parecer pela aprovação da relatora, deputada Silvia Cristina, de Rondônia, que alegou que “As ALC foram criadas para promover o desenvolvimento das cidades de fronteiras internacionais da Amazônia Ocidental”. Bom, então, por que também não para Rondônia? Estamos sempre  ficando à reboque. Basta olhar para a novela interminável da transposição. 

FATURAMENTO DO PIM É O MAIOR EM SEIS ANOS 

O faturamento do Polo Industrial de Manaus-PIM voltou a subir em reais, no acumulado de janeiro a maio. Em moeda nacional, o desempenho das vendas da indústria incentivada de Manaus foi positivo em 10,75%, elevando o resultado de R$ 36,86 bilhões (2018) para R$ 40,82 bilhões (2019). Foi melhor resultado nesse tipo de comparação, nos últimos seis anos. Dos 24 segmentos industriais do PIM listados pela autarquia, 15 apresentaram crescimento real em relação ao mesmo intervalo do ano passado, incluindo os polos de duas rodas, metalúrgico e bens de informática do Polo Eletroeletrônico. Responsável por 15% das vendas globais do PIM, o subsetor de duas rodas foi o destaque positivo do ranking. No acumulado dos cinco meses iniciais de 2019, apresentou faturamento de R$ 6,13 bilhões e registrou um  crescimento de 14,25% em relação ao seu desempenho no mesmo intervalo de 2018. Em dólares (US$ 1.59 bilhão), a alta foi de 0,51% na mesma comparação.

AUMENTA O ÍNDICE DE CONFIANÇA DA INDÚSTRIA 

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getúlio Vargas avançou 0,8 ponto em agosto de 2019, para 95,6 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou pelo quinto mês consecutivo, desta vez em 0,5 ponto. Segundo a economista Renata de Mello Franco, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV, “o  resultado positivo em agosto, não é ainda suficiente para compensar as perdas dos últimos meses e mudar a tendência de queda”. Mas, o fato é que a confiança melhorou em 12 dos 19 segmentos industriais pesquisados em agosto. O Índice de Situação Atual (ISA) cresceu 1,2 pontos, para 95,6 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) subiu 0,4 ponto, para 95,7 pontos, ambos se mantem abaixo do nível neutro de 100 pontos. Neste mês, todos os indicadores que compõem o ISA apresentaram comportamento favorável.

INSS COMEÇOU A PAGAR 1ª PARCELA DO 13º DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS 

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a pagar nesta segunda-feira (26) a primeira parcela do 13º salários dos aposentados e pensionistas. A data de pagamento varia de acordo com o número final do benefício. O dinheiro será depositado junto com a folha mensal de agosto.

A parcela dos 50% restantes será paga no fim do ano. O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que o presidente Jair Bolsonaro, ao assinar a Medida Provisória 891/2019, transformou a antecipação dos pagamentos em regra. Anteriormente, a gratificação em agosto era determinada com assinatura de decreto presidencial a cada ano. A primeira parcela representa uma injeção de R$ 21,9 bilhões na economia neste terceiro trimestre. Segundo a Consultoria Econômica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO serão injetados cerca de R$ 142 milhões na economia nos meses de agosto e setembro no Estado.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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