Teia Digital

Aumenta a confiança das micro e pequenas empresas – por Silvio Persivo

Eu também tento ser, mas, como brasileiro me aproximo mais da chanchada ou da novela. “Eu mesmo não sou um personagem neste romance; eu sou o romance” (Philip K. Dick).

CAMPANHA MAIO AMARELO

A Secretaria Municipal de Transito (Semttran) iniciou na terça-feira (02) o Maio Amarelo, uma campanha mundial, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU). Com apoio da Ciretran – Detran/RO, Semed, Seduc, Equipe Anjos do Asfalto, 4º Batalhão da Polícia Militar, Corpo de bombeiros, empresas, Conselho de Segurança, Instituto Guarda Mirim, escolas e Câmara de vereadores, ações como pit-stops, palestras e caminhada serão realizadas durante todo o mês. O objetivo do Maio Amarelo é mostrar o alto índice de acidentes no trânsito e estimular um comportamento mais responsável e seguro, evitando acidentes e preservando a vida.

 RECONHECIMENTO DE ENGENHARIA DE PESCA DA UNIR

O Curso de Engenharia de Pesca da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), ofertado no Campus de Presidente Médici, foi reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), conforme publicado no Diário Oficial da União nº 82, Seção I, página 30, de 02 de maio de 2017.

SETOR DE DUAS RODAS TEM SALDO POSITIVO NO 1º TRIMESTRE  NO PIM

Depois de um ano difícil, o setor de duas rodas fechou o 1º trimestre de 2017 com saldo positivo frente a 2016. Segundo a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), no acumulado de janeiro a março houve uma alta de 1,6% na linha de produção de motocicletas no PIM (Polo Industrial de Manaus). Saíram das fábricas 231.981 motocicletas contra 227.626 unidades fabricadas no mesmo período do ano anterior. Quanto as vendas externas, a alta alcançou 26,9% e no atacado, o setor se manteve estável. Já  nas vendas do varejo, o volume caiu 12,1%. Para este ano, a projeção das empresas de duas rodas é manter o número de funcionários e evitar novos cortes.  Segundo o presidente da entidade, Marcos Fermanian, o mercado de Duas Rodas segue cauteloso, mantendo as projeções já anunciadas, mas, acredita que “As perspectivas de estabilidade econômica devem impulsionar os negócios neste ano”. Para 2017, a Abraciclo prevê um crescimento de 2,2% na produção.

DOCUMENTÁRIO MOSTRA COMO TECNOLOGIA PODE MELHORAR O RH

A agência de vídeo marketing Smarty, dirigiu um minidocumentário sobre o software de RH da Convenia – Startup que desenvolve tecnologia para a área de Recursos Humanos.  Com o título “Reinventando o RH: do operacional ao estratégico”, o vídeo de 5´25,” aborda as rotinas e os desafios do departamento de RH, focando em como uma ferramenta online pode otimizar tempo, reduzir erros e, ainda, gerar retorno financeiro para a empresa. A ideia surgiu quando os sócios do Convenia — Rodrigo Silveira, Marcelo Furtado e Anderson Poli — perceberam que seria importante divulgar de maneira mais ampla que muitos profissionais de RH ainda não usam tecnologia para auxiliar a execução de suas atividades diárias e que as ferramentas online podem reinventar a área. A opção pelo formato documentário para web foi a escolha por causa do dinamismo e pelo fato de agregar depoimentos, evocando a identificação do espectador com o tema. A expectativa é que esse minidocumentário auxilie na discussão sobre o papel do RH e sobre como as empresas podem amplificar seus resultados com apoio da tecnologia. Dirigido por Diego Monteiro, fundador da agência de vídeo marketing Smarty, e com edição e finalização de Fernando Quintais, o vídeo pode ser assistido em https://vimeo.com/212340845/30bfa12e0d.

CONSUMO NACIONAL DEVE AUMENTAR EM R$ 300 BILHÕES EM 2017

Através da análise dos dados entre 2016 e 2017, o estudo IPC Maps mostra que o consumo nacional tem fôlego para atingir R$ 4,2 trilhões, ainda que se iguale aos níveis de consumo de 2011 quando comparados com os valores sem considerar a inflação. Serão gastos R$ 300 bilhões a mais que em 2016, indicando um crescimento real estimado em 0,42%. O desembolso dos recursos da economia permanece maior no interior dos estados sobre as capitais. Enquanto os 50 maiores municípios concentram mais de 40% de tudo que é consumido no país, a mobilidade nos estratos sociais está praticamente estagnada, com reflexos de queda no topo da pirâmide social (classes A e B) e estreitamento ainda mais acentuado nas classes menos favorecidas. O fenômeno da interiorização no consumo que percorre o Brasil alcança 70,15% de tudo que será consumido pelos brasileiros em 2017, pouco acima de R$ 2,9 trilhões, já considerando o atual cenário de retração econômica nacional. O estudo mostra que este fenômeno não é novo, e que vem se evidenciando desde 2015 quando a movimentação do consumo fora das capitais bateu os 70%. Atualmente, resta às capitais estaduais pouco menos de 30,0% (próximo de R$ 1,3 trilhão), uma participação que por longos anos espelhava mais da metade do consumo nacional.

AUMENTA A CONFIANÇA DOS MICROS E PEQUENOS

O Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa atingiu 51,3 pontos em abril, o que representa um aumento de 13,4 pontos na comparação com abril de 2016, quando o indicador marcava 37,9 pontos, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Na comparação com o mês anterior, a variação foi de 1,6 pontos, o suficiente para colocar o indicador mais uma vez acima do nível dos 50 pontos. O indicador varia de zero a 100, sendo que quanto mais acima de 50 pontos, maior é a confiança; quanto mais abaixo, maior a desconfiança.

NÚMERO DE NOVAS EMPRESAS AUMENTA NO 1º TRIMESTRE

O número de novas empresas, no Brasil, cresceu 6,6%, no 1º trimestre,  em relação ao mesmo período de 2016, segundo a Boa Vista Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). Em relação ao quarto trimestre de 2016 houve aumento de 29,2%. Na análise interanual os Microempreendedores Individuais (MEIs) no primeiro trimestre de 2017, aumentaram 12,3% em relação ao ano passado. Na mesma base de comparação, as Microempresas (MEs) subiram 2,9% enquanto as demais formas jurídicas recuaram 31,3%. Já em termos de representatividade, as MEIs aumentaram para 74% das novas empresas, enquanto as MEs aumentaram 1,1% (totalizando 17,6% enquanto as demais categorias perderam representatividade em igual magnitude (alcançando 8,5%). O setor de serviços perdeu um pouco da representatividade, passando de 56,6% no acumulado do primeiro trimestre de 2016 para atuais 55,2%. O comércio, por sua vez, voltou a ganhar espaço, ao passar de 32,4% para 34,6% do total. As regiões de maior crescimento no número de novas empresas foram o Centro-oeste e Norte.  No primeiro trimestre de 2017 em comparação com o de 2016, registraram uma alta de 12,0% e 9,9% respectivamente. As demais regiões apresentaram menores elevações no período: Sul (9,5%), Nordeste (3,8%) e Sudeste (5,4%).

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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