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Auditoria na “Grampolândia” ainda não foi concluída -Por Alan Alex

Ministério Público vem investigando desde 2013, quando surgiram indícios de escutas clandestinas

Melou

Os executivos da Camargo Correa que fizeram delação premiada resolveram abrir o bico sobre algumas obras com “irregularidades”, ou seja, aquelas que pagaram gordas propinas a políticos, seja através de “doações de campanha” ou contratos com apadrinhados. Uma das obras citadas, e com provas de desvios é a usina de Jirau, em Porto Velho. O acordo de delação foi fechado na madrugada do último sábado. A partir desta semana o presidente e o vice-presidente da Camargo Corrêa iniciarão séries de longos depoimentos a um delegado da Polícia Federal (PF) e a um procurador da República. Dalton Avancini dará informações e apresentará documentação referentes a Belo Monte e obras hidrelétricas.

Sobrou para Belo Monte

Todas as empresas convidadas a participar da obra de Belo Monte estão sob investigação por suspeita de envolvimento no escândalo de desvios de recursos da Petrobras, segundo o MPF.

Requentando

A notícia é antiga, e todo mundo já sabia disso, mas vale a pena recordar, principalmente agora que Operação Lava-Jato deve entrar em nova fase. A campanha de Valdir Raupp para o senado em 2010 recebeu dinheiro de duas empresas que detinham contratos com Jirau, a Brasil Central Engenharia, que doou R$ 100 mil e a Construtora Triunfo S/A, que colaborou com R$ 199.805,00. Já a Camargo Correa doou dinheiro para todos os candidatos petistas, e não foi pouco. O então candidato ao governo Eduardo Valverde recebeu R$ 1 milhão, Fátima Cleide que disputava a reeleição ao senado recebeu R$ 250 mil. Percebe-se que a coisa vai feder, e muito nas próximas semanas.

Enquanto isso

Em Brasília, mais precisamente no Superior Tribunal de Justiça, a ministra Laurita Vaz encaminhou ao Ministério Público Federal os autos do inquérito 784, aquele que investiga as traquinagens de pessoas ligadas ao governo e o próprio governador Confúcio Moura. A ação, ainda em fase de investigação deve fazer muito barulho esse ano. Ela tramita em segredo de justiça.

Quase R$ 1 milhão

Foi quanto custou a reforma da “Divisão de Flagrantes da Policia Civil” (DIFLAG), mais conhecida como Central de Polícia. O prédio, supostamente reformado, foi entregue em 7 de fevereiro de 2013 em uma solenidade cheia de pompas. Eu havia estado lá ainda em 2013 e o prédio já estava insalubre, porque na verdade o que fizeram foi uma pintura bem meia-boca. Passados dois anos, a coisa piorou, e muito. A central fede, é inadequada. Foi dinheiro jogado fora. Coisas da cooperação.

E os grampos?

Desde 2013 que o Ministério Público de Rondônia vem investigando os grampos que foram feitos pela SESDEC entre os anos 2012 e 2013. O sistema Guardião pode ter sido usado indevidamente. Painel Político revelou a “grampolândia” em agosto de 2013, e a auditoria ainda não foi concluída, pelo jeito. São milhares de horas de escutas que teriam sido autorizadas pela justiça. Cada número é checado com seu referido mandado para ver se algumas foram clandestinas. É possível que o Procurador Geral saia do cargo e o trabalho ainda não tenho sido concluído.

Resta saber

O que vai acontecer, caso números tenham sido “enxertados” em operações policiais legítimas. E quem foi beneficiado com essas escutas.

Top five

O presídio Urso Branco está entre as cinco piores unidades prisionais do país. Levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo, usando dados do Ministério Público, Justiça, sindicatos de agentes prisionais, ONGs e Pastoral Carcerária revelou que desde 2002, quando houve a chacina de 27 presos que foram indicadas medidas para resolver a situação do presídio e nada foi feito. Agora por último, tentaram contato com o governo para saber os motivos e receberam o silêncio como resposta. O Urso Branco tem capacidade para 456 presos e atualmente conta com 717.

Expulsa

Elisiane de Lisieux Ferreira, aquela que foi presa por fraudar documentos para receber pagamentos de precatórios do TRT de Rondônia foi expulsa da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Rondônia no dia 6 de fevereiro, mas a publicação em Diário Oficial aconteceu nesta segunda,2. A decisão foi da comissão de ética da OAB. Com isso, ela não pode mais advogar.

Revogado

Mas não enterrado o assunto das passagens aéreas para as senhoras dos deputados federais irem a Brasília passear às cutas do contribuinte brasileiro. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha resolveu suspender a farra, mas disse que “chamou uma reunião da mesa amanhã [terça] com uma única pauta, justamente para tratar do assunto das passagens, em que vamos propor algum tipo de mudança”. Resta saber qual a manobra que eles vão adotar para manter essa sem-vergonhice.

Não faz sentido

A grande maioria dos deputados federais fica em Brasília de terça a quinta-feira. Na sexta eles embarcam para seus estados de origem, onde permanecem nos finais de semana. As esposas não tem o que fazer em Brasília e se tiverem, que paguem suas próprias passagens.

Impeachement? Não acredito

“Eles (oposição) têm muito a ganhar com uma Dilma enfraquecida. Talvez seja melhor para a oposição simplesmente deixar Dilma mergulhada na crise e deixar que ela tome as difíceis medidas de austeridade e ser responsabilizada por elas.” A avaliação é do cientista político Matthew Taylor, pesquisador do Brazil Institute, órgão do Woodrow Wilson Center e professor da American University, em Washington. Essa avaliação já havíamos feito mês passado, e as coisas devem ser conduzidas dessa forma. Manter a presidente sangrando é mais inteligente do que tira-la e ter que enfrentar uma série de medidas impopulares para fazer o país voltar aos trilhos.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no www.painelpolitico.com e www.facebook.com/painel.politico e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondencia para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Mitos e verdades sobre as hemorroidas

Quando se fala em hemorroidas, existem apenas duas coisas que se pode afirmar com alguma segurança. A primeira é que se trata de um problema de saúde surpreendentemente comum: pelo menos 50% das pessoas terão uma crise de hemorroidas em algum momento de suas vidas. A segunda é que algumas das lendas sobre as origens da doença não têm nenhuma base científica. O mito da cadeira fria – As hemorroidas são inflamações que se formam nas camadas de tecido que revestem o canal anal. Algumas são externas e têm um aspecto semelhante ao de minúsculas uvas. Nesses casos, sentar-se em uma superfície dura pode ser algo desconfortável, o que deu origem ao mito de que assentos frios e úmidos seriam, na realidade, a causa do problema. A verdade sobre ler no banheiro – Qualquer situação que aumente a congestão na pelve, como a gravidez, pode piorar as hemorroidas. A constipação provoca uma pressão sobre as veias e pode levar o paciente a fazer tanta força para evacuar que as hemorroidas acabam saindo do ânus, o que pode causar fortes dores. Mas existem provas de como evitar o surgimento do problema. Estudo feito na Alemanha descobriu que as pessoas que tomam banho frequentemente têm menos tendência a desenvolver uma crise de hemorroidas, enquanto aquelas que usam muita força ao ir ao banheiro têm mais riscos. Aumentar a ingestão de alimentos ricos em fibras (como frutas, legumes, verduras, cereais integrais e castanhas), manter um peso saudável, praticar exercícios físicos e beber bastante água evita o surgimento da crise. Também é importante ir ao banheiro assim que a vontade vier, em vez de esperar. Ler no banheiro não é uma boa ideia. Estudos sugerem que o hábito pode incentivar as pessoas a passar mais tempo forçando a evacuação, sem se darem conta.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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