Resenha Politica

Atos terroristas que foram perpetrados – Por Róbson Oliveira

Nova formação da Assembleia Legislativa; Troca de partido sem o risco

CRIMES

Os atos de terror praticados nos últimos dias por participantes do movimento antidemocrático em Rondônia, que lutam por intervenção militar, ruptura à carta constitucional e por deslegitimação das eleições, ultrapassaram quaisquer limites do razoável. Decerto em razão de leniência dos órgãos de repressão em agir imediatamente às primeiras ações criminosas de impedir o direito inaliável das pessoas de transitar pelas nossas rodovias livremente. Na medida que os atos antidemocráticos não atingiam seus objetivos de forma supostamente “pacífica”, era previsível que iria se acirrar com os atos terroristas que foram perpetrados contra quem não concorda com a insanidade fascista.

LENIÊNCIA

Ou faltou dos órgãos de segurança capacidade técnica (inteligência) para antever o acirramento destes atos em Rondônia, ou houve leniência de quem deveria combater com firmeza as obstruções das nossas rodovias. Incendiar caminhões, ameaçar integridade física de quem tenta romper as barreiras nas estradas e mandar bala em prédios da imprensa não podem ser tolerados pelas autoridades estaduais. Quando a violência passa a ser o principal instrumento de luta dos líderes antidemocráticos, a escalada do terror tende a aumentar caso não sejam tratados dentro dos parâmetros estritos da lei que o caso requer. O mais contraditório desse movimento é que utilizam palavras bíblicas como forma vil de justificar suas ações brutais.

PERFIL

O estado de Rondônia tem sido uma das unidades federativas do país de ressonância política dos bolsonaristas inconformados com o resultado das urnas no tocante aos votos que sufragaram Lula reeleito presidente do Brasil. O problema é que os deputados federais, estaduais, senadores e governadores, alinhados ao perfil ideológico do bolsonarismo, não têm seus votos questionados, embora a urna que apurou os votos obtidos por Lula seja a mesma que deu à turma bolsonarista uma vitória consistente no Congresso Nacional.

INSIGNIFICANTE

Alguém de supetão sabe lembrar o nome do atual vice-governador de Rondônia? É difícil lembrar porque ele passou quatro anos no cargo sem importância alguma nas funções e na política. Conhecido em Rolim de Moura por Zé Jordan, empresário bem-sucedido na atividade privada, é um desconhecido na vida pública, apesar do cargo de vice-governador que ainda exerce até 1º de janeiro de 2023. Candidato derrotado a deputado estadual em outubro passado, Zé concedeu a única entrevista com alguma repercussão alegando que não cumpriria nenhuma ordem para desobstruir as rodovias, na hipótese de recebê-la no exercício temporário de governador. É uma declaração desprezível mesmo para um político insignificante eleitoralmente, uma vez que ao assumir as funções de governante prometeu cumprir a Constituição e as leis dela derivadas. Uma decisão judicial, com diz o adágio, não se discute, cumpre-se. Zé conseguiu, portanto, repercussão de uma entrevista avisando que ordem judicial é para ser desrespeitada.

FATURA

Os partidos que ajudaram no primeiro e segundo turno para a reeleição do coronel Marcos Rocha (União Brasil), começaram a encaminhar nomes para compor os escalões da administração estadual. É a fatura política que permitirá Marcos Rocha iniciar o segundo mandato com a tranquilidade necessária de uma governabilidade sem sobressaltos. Nada de novo nesta seara que não esteja dentro dos parâmetros da política. O que o governo tem que cuidar é fazer com que estes indicados tenham capacidade técnica para imprimir na máquina burocrática estadual o dinamismo nos serviços públicos que a população almeja. Especialmente porque no segundo mandato o governo é comparado com as ações do primeiro o que exige do governante uma equipe mais completa tecnicamente para tocar as obras iniciadas com mais rapidez e dar início àquelas prometidas em campanha que sequer saíram das pranchetas.

ESPECULAÇÃO

Com a nova formação da Assembleia Legislativa para o próximo dois biênios os nomes dos futuros presidentes (geralmente elegem os presidentes dos dois biênios no mesmo dia) especulados são Marcelo Cruz e Alex Redano. Segundo a coluna apurou, Redano, atual presidente, prefere voltar à presidência no segundo biênio. Laerte Gomes, outro deputado estadual interessado no cargo, perdeu espaço com a derrota do candidato a governador Marcos Rogério, por quem se esmerou nas eleições e, portanto, dificilmente consiga apoio na empreitada.

REARRUMAÇÃO

No próximo ano abre-se mais uma vez uma janela para que os parlamentares recém-eleitos possam trocar de partido sem o risco de perderem seus mandatos por infringência à regra da infidelidade partidária. É uma regra desmoralizada pela interpretação dada em relação à possibilidade do senador, diferente do deputado, mudar a qualquer tempo de partido sem nenhum risco do partido ao qual foi eleito reivindicar a vaga. É uma rearrumação necessária uma vez que não há coerência instrumental na legislação que estabeleça uma regra única para todos os filiados independentemente do cargo para que foi eleito.

FEDERAÇÃO

É possível também que a regra da federação, onde os partidos federados sejam obrigados a permanecer juntos por quatro anos, também seja flexibilizada por uma nova ordem jurídica eleitoral em discussão entre os principais caciques das legendas. A federação também criou barreiras às legendas cartoriais que não conseguiram atingir o quórum mínimos de votos nas urnas.

COPA

Mesmo não sendo uma Copa do Mundo com a mesma alegria de tempos atrás, é sempre um bálsamo assistir uma partida de futebol com o resultado final de uma derrota humilhante da Argentina para a inexperiente Arábia Saudita. O Brasil estreia nesta quinta-feira, também sem a mesma verve futebolística das seleções passadas, mas é nossa escrete canarinho que torcemos para que tenha futebol mais vistoso e mais empolgante do que a arquirrival portenha. Quem sabe a copa na ditadura do Catar consiga unir um Brasil ferido pela divisão política das urnas. Craque não nos faltam para reacender o espírito esportivo da brasilidade.

AUTOR: ROBSON OLIVEIRA –  COLUNA RESENHA POLITICA

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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